Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
Em meio a tantos olhares que
há no mundo, apenas o teu
fiz lacrimejar .
Foi algo do momento no instante
do olhar se reencontrar.
Firmei-te em meus pensamentos
para não mais esquecer e depois
de muitos momentos, resolvi por
ti viver e vivendo assim criaste vida
em mim.
Teu amor veio no piscar dos olhos
junto com teu sorriso, teus sonhos
a retirar-me do vazio.
Doce amor de delicados sentidos que
até hoje inspira meu coração a viver
apaixonado e acarinhado por ti.
Sabe, em meio a tantos destroços,
Tantos restos de guerra há uma menina.
Uma menina que
Sabe que enquanto tiver forças,
Forças para lutar a chama de sua esperança
É e será eterna.
Vive cada dia,
E ela vive como pode leva-los,
Entretanto sonha em melhora-los.
Ela tem marcas o suficiente,
Para revelar sua história, mais prefere guarda-la
Em sua memória.
Ela não via a vida passar diante de seus olhos,
E sim seus olhos passarem diante da vida.
Mais o que ela pode fazer?
Está acorrentada a um beco sem saída
Consegue ve-la? Se desmanchar nos problemas
Que você colocou no caminho dela?
Sente-se bem com isso?
Sabe que a machucou?
Ela foi forte, ela suportou todas as dores
E xingamentos ela aguentou.
Ela sou eu.
Que eu nunca desanime, mesmo em meio a tantas tribulações.
Que eu seja grata a Deus, mesmo quando os pedidos que eu fizer em oração não forem atendidos, pois Deus não nos dá o que pedimos, mas o que precisamos.
Que eu nunca desvie meus passos do caminho certo, mesmo encontrando pedras por onde eu passar.
Que eu nunca perca a minha fé, pois milagres sempre chegam na hora certa!
Flor solitária
Tu és uma flor solitária
Em meio a ervas daninhas
Não estás no jardim que mereces
Mas no vaso das memórias minhas
Neste mar turbulento e falso
És o barquinho da paz
Tua bondade não a deixa ver
As maldades que este mar traz
Nunca se esquece um detalhe
Num momento importante a alguém
Portanto, por nada no mundo
Jamais serás esquecida também
Que os céus não a deixes mudar
Que os céus não a deixes sucumbir
Nesse mundo de tanta falsidade
És raridade e é difícil resistir
Em seu semblante amável
Em suas palavras confortantes
E sob este céu nebuloso
Vais ajudando o viajor errante
Eu quero um amor que me aceite do jeito que sou
Meio doida,meio lúcida
Meio menina,meio mulher
Meio sensível, meio intensa
Meio meiga,meio amarga.
Eu quero um amor que me entenda do jeito que sou
Meio atenta,meio perdida
Meio calma,meio fúria
Meio amorosa,meio passiva.
Eu quero um amor que viva comigo do jeito que sou
Meio lua,meio chão
Meio ternura, meio paixão
Meio sim,meio não.
Basta um olhar,
Um sorriso,
mesmo que seja assim meio sem jeito,
O meu dia que era bom torna-se ainda melhor,
Quando te vejo,
Venho por meio desse tomar posse do termo "viajou na maionese".
Há várias tentativas de se explicar o termo.
Explicação: O termo foi usado a primeira vez em 1989.
Em Medicina no velho hospital escola, eu Dante Vitoriano Locateli, Hudson Umeoka Edson Antonio Nicolini Nicolini e Carlos Alberto Ikoti Takenaka após uma aula de semeologia do dr. Lindenberg Neto estávamos discutindo.a capacidade Dr. Edson querer colocar tudo nesta "Anaminese" fizemos a observação que o Nico "viajava na anaminese" começou a bagunça "viajar na maionésia" e ficou "viajou na maionese".
Assim o termo foi inventado pela XXI turma da med. Taubaté
Dizem os sábios, que a pior solidão é aquela quando nos encontramos em meio a multidão.
E quando apesar de todos os gritos, murmuro e sussurros, nos encontramos incubados em um silêncio extenuante.
É que a solidão de multidões, apesar das trocas de espaço e tempo, ainda limita-se ao espaço individual.
Apesar das trocas constantes, ainda predomina o eu, o meu. E talvez, esteja aí a gênese do perigo. A autovalorização, o eminente e constante ego e individualização cada vez mais comum, é o que torna, nós humanos, cada vez mais, seres egocêntricos.
Em meio a tantas perguntas
sem respostas e
a muitas certezas
já construídas,
sei que sou aprendiz da Vida.
Sigo o rastro da Esperança,
de braços dados com a Fé,
busco amor e verdade.
Também elos de amizade.
Vou construindo meu ser assim!
Se o mundo for pequeno para meus sonhos,
abro mais espaço dentro de mim!
29/09/2015
Acordo, pensando em você.
meio dia... pensando em você.
Fim de tarde... pensando em você.
Fim de noite... pensando em você
Eu, e o meu pensamento em você.
Desconfio que você é tudo que me resta para pensar!
Eu e minha mania de pensar em coisas inúteis!!
Em meio, a um dia de tristeza me escondo atraz do canto
E num grito silencio por atenção
Encontro, a voz de um anjo
que apenas o som do seu sorriso
Desperta e mim, uma paz uma alegria
Mas o medo, ainda se faz presente
pois ao me apegar, me afasto vagarosamente
Mesmo com o coração em protesto
Nao paro, pois o medo da dor de outro amor impossivel
e mas dolorosa, do q me afastar ao me apegar
"Voz fofa, voz de um anjo distante "
O ABENÇOADO
Será uma bênção nascer honesto no meio de corruptos?
Será uma bênção nascer silencioso no meio de línguas ferinas?
Será uma bênção nascer valente no meio de covardes?
Não sei como mantenho esse amor
Não sei como ainda queima tão feroz
Em meio a chuva violenta
Tão violenta como nosso amor
Você está segurando uma arma
Apontando para o meu coração e
O dedo está no gatilho
Preparando para me destruir outra vez
Fecho os olhos na esperança de ser
Apenas outro pesadelo diário
Mas, você sabe que a dor de um coração partido
É pior que a da bala que te rasga
Um amor impossível
Navegando em Meio ao Caos
Por trás de telas vazias
Um mundo que me assombra
Eu vejo mentes tão frias
Por entre corpos sem nome
Então eu tento esconder
Meu medo entre os escombros
Do que se diz poesia
Contraste ao peso nos ombros
Por meio a mares bravios
Do que se diz imperfeito
Encontro um barco tranquilho
Em meio ao caos do meu peito
Então eu me reconheço
Ancorado ao meu mundo
Eu busco fugas falidas
Encontro a paz momentânea.
Mesmo que não aceitemos
ou não acreditemos, já
nascemos em meio há uma
guerra. E vencedores serão
todos aqueles que encontrarem
a verdadeira essência da Vida!
Sacerdote Jushon´.´
Apenas um mundo normal.
Em um lugarzinho no meio do nada,
Viviam 7 bilhões de pessoas.
Em meio a riscos e epidemias,
Eles vendiam discografias.
Em uma cidadezinha longe das capitais,
Viviam cidadãos normais.
Pois não podiam, em meio a terminais,
Comprar seus ideais...
Em uma vila desamparada,
Viviam algumas famílias, coitadas.
Não tinham televisão
E ficavam sem alienação.
Em aeroportos internacionais,
Viviam traficantes profissionais.
Compravam alguns policiais
Para terem drogas comerciais.
Em meio a tanto barulho,
Vivia um jovem meio mudo.
Não falava muito alto
Para não mudar o mundo.
Em uma estória mal contada,
Alguém tentou comprar as fadas.
E disse "Não foi nada",
Para o azar de quem sonhava...
♥Sorria...
Em meio as adversidades
Sorria em busca da felicidade..
Sorria mesmo que esteja triste..
Mais sempre sabendo que a alegria existe..
Um sorriso vale mais que mil palavras...
Um sorriso se expressa em lágrimas...
Sorria meu amigo! Sorria minha amiga!
Esboce a alegria!
Sorrindo aprendi a levar a vida, mesmo doída...
Em meio aos problemas, mostre seu sorriso ao mundo!
Com tudo isso, sorria apesar de tudo♥
Deixe-me chorar!
É o único meio de desintoxicar toda essa dor que estou sentindo!
Quero me livrar
Desse mal que me corrói, dentro do meu corpo , meu labirinto.
Cansei de minha própria fraqueza
Mas no momento não quero lutar,
Só quero paz pra mim, pro meu espírito!
Só quero paz!
Nem silêncio, nem barulho,
Nem choro, nem orgulho
Viver de leve, levar de leve!
Viver de leve, levar de leve!
Então pare de se culpar!
Se foi você ou se foi eu não vai adiantar se nós não formos felizes.
Ta decidido então,
Vamos viver só o que nos faz bem, sentimentos ruins serão invisíveis!
Cansei de minha própria fraqueza
Mas no momento não quero lutar,
Só quero paz pra mim, pro meu espírito!
Só quero paz!
Nem silêncio, nem barulho,
Nem choro, nem orgulho
Viver de leve, levar de leve!
Viver de leve, levar de leve!
Só quero paz!
Nem silêncio, nem barulho,
Nem choro, nem orgulho
Viver de leve, levar de leve!
Viver de leve, levar de leve!
o amor, às vezes, é um pássaro ensaguentado, à beira da morte, que encontramos no meio da neve, e perdemos todas as dimensões de tempo e distancia pra cuidá-lo e curá-lo, impensavelmente mesmo que todo sacrifício venha a ser em vão no final…
o amor, às vezes, é uma nuvem negra que surge quando tudo o que precisamos é de chuva forte, e nem sempre nos damos conta do quanto estivemos secos e sem vida em nossas clausuras infecundas, frias e empoeiradas…
o amor, às vezes, é como despertar num domingo de manhã com a preocupação de atraso, e então nos damos conta que está tudo bem, pois podemos ficar quanto tempo quisermos, porque não precisamos sair, pois não há lugar melhor do que onde estamos…
o amor, às vezes, é tão pequeno a ponto de levarmos pra todo canto, e grande o suficiente pra que nossas vidas o orbite sem que venhamos a cair, porque o amor é como um orvalho que salva a flor, e nele se refletem o céu e todas as constelações de andrômeda.
amor é sei lá o quê e nem sei pra onde, nem como, nem bebo, nem cuspo. apenas me assusto quando chega tombando os trincos, e agarro às cegas, olho, beijo, unho, pra não deixar assim por vir e partir, porque amar também é um rasgo, um bocejo, e entender que nem sempre devemos ter por onde ir.
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