Poema com o None de Andreia
Alguns homens veem as coisas como são, e dizem 'Por quê?' Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo " O Porquê de serem assim?
Trecho de um texto do livro "Vivas Emoções", da escritora Marilina Baccarat de Almeida Leão
Para cada um de nós em algum momento perdido da vida anuncia-se uma importante missão a cumprir, cabendo a nós, seres racionais que almejam objetivos, descobrir-mos esta missão, como uma forma de concretização de sonhos e realização de nossos ideais um dia traçados.
Todo escritor nunca tem sua missão acabada, sempre tem algo a contar e a fazer, falar sobre o cotidiano, a sociedade, os planos, o trabalho já enfrentado, pessoas que encontramos em nossa caminhada pela vida, escrever não acaba; é como se algo bom estivesse à nossa espera. Relutando nisso, cabe-me ir ao encontro do que me espera
Toda história humana é a busca de algo que fomos, perdendo-se ao acaso na travessia das idades entre meio aos corredores do tempo e do espaço, uma busca de algo que nos livros de Histórias de vidas, quando de nossa infância atendia sempre por felicidade”
O medo, que assusta,quando queremos falar e o silêncio se faz presente e, em segredo se mortifica, destrói o sonho, paralisa a vida.(marilina baccarat de almeida leão)
Como em todas as classes ou grupos sociais encontraremos dificuldades na forma de nos relacionarmos uns com os outros, porém, isso não significa exatamente que tudo aquilo que diverge e converge não possa nos alçar a um novo patamar ou permitir que escrevamos uma nova história, de GARRA e não de GUERRA.
Amigas pequenas não vibram com nossas conquistas, nem tão pouco desejam nos ver bem, estão até abertas a nos ouvir chorar e nos dar um consolo quase miserável, umas migalhas apenas... Elas até se compadecem com nossas lagrimas, mas nem se esforçam para nos alegrar. Então somos obrigadas a mudar o nosso olhar. Aprendemos, no final, que, amizades de migalhas, não são necessárias nas nossas vidas. Mas, o mais extraordinário é que essas pequenas amigas não conhecem a lei do retorno. A vida é perfeita, os papéis se invertem.
Não podemos desistir, enquanto há vida, há esperança... Os caminhos tortuosos, que muitas vezes temos que percorrer, temos que entregá-los a esperança. A esperança por si mesma, principalmente, e deixar vir, entrar, tomar conta de todos os espaços, esperança por nós e pelos outros.
trabalhar pra pais é como trabalhar pra um patente manico em empregar toda sua familia , é dormir no trabalho 400anos e ouvir fascínio a vida inteira e não poder comprar uma camiseta e uma calça jans.
"A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular."
- prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard
E talvez esse final não inclua um homem maravilhoso. Talvez dependa de você. Talvez esteja por sua conta, juntando os pedaços e recomeçando, se libertando para achar alguma coisa melhor no futuro. Talvez o final seja só seguir em frente. Ou Talvez o final seja este, saber que apesar das ligações não retornadas e todas as magoas, apesar de todos os erros e sinais mal interpretados, com toda vergonha e constrangimento você nunca, nunca perdeu a esperança.
A sensibilidade é essa dor no peito que faz a gente inventar mais beleza. É graças a ela que no mundo todo se faz arte, em todas as suas formas. Na China se fez uma das arquiteturas mais esculpidas e desenhadas que os arquitetos inventaram.
Queridas mulheres! O mundo anda em conflito... Porque o feminino anda em conflito! A sociedade colhe as consequências de um longo ser e estar da injustiça contra o corpo feminino.
Fomos ensinadas a reprimir nossos corpos embaixo de muitas saias e sufocá-los em espartilhos amarrados contra as leis da saúde e do bem estar.
"No abissal silêncio do teu olhar, um oceano de promessas..."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
A princesa perguntou: "Mas... Quem é você, afinal?" O cavaleiro apeou, estendeu os braços e ela docemente se aninhou. Após alguns momentos, um sentindo o bater acelerado do coração do outro, o desconhecido falou: " Sei lá quem sou... Vejamos: Piso estrelas, cavalgo asteroides, pego rabos de foguetes, sonho no mundo da lua, na floresta sou Lobo Mau, no embalo levo Red Hat Girl pra comer em casa, sou meio doido sim, meio melancia com abacate e leite condensado, mas perverso não sei que não sou." Ela o olhou, entreabriu os lábios carnudos. Beijos. Afagos. Carícias...
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
