Poema com o None de Andreia
O problema principal do Brasil são os políticos corruptos, vagabundos e ladrões eleitos pelo povo ingênuo. Quando o povo aprender a eleger homens de vergonha, o Brasil será um país próspero e feliz.
Não perca os sinais que a vida te dá.
Os sinais são simples, às vezes se apresentam com sons, às vezes com cores e às vezes com vibrações. Palavras, interesses, sorrisos, carrancas, presenças, indiferença. Os sinais sempre me dizem que nada nesse mundo é seguro.
Morrer não é apenas parar de respirar ou o coração parar de bombear o sangue. Vai muito além disso. Nós morremos um pouco a cada dia de vida e isso também é a vida.
A paz nem sempre tem a bandeira branca, pois há a questão da diversi-
dade de caráter, no entanto ser feliz é primordial.
Toda regra tem uma exceção, no entanto, há hipócritas teavestidos de religiosos para auferirem bens materiais, mas não fazem nada voluntariamente - então toma lá, da cá rumo ao paraíso.
A casa de tolerância chamada de Estado para levar o cidadão de bem ao patíbulo no qual é sacrificado.
Que Deus dê vida e saúde aos nossos inimigos carnais e temporarais, para que eles possam aplaudir de pé as
nossas conquistas.
Viva a sua trajetória de vida e deixe a estória que os outros contam, afinal, ela jamais será a sua história .
A empresa, por sua própria natureza, é uma instituição total, onívora, que gostaria de absorver o trabalhador o tempo todo.
As pessoas não estão mais habituadas a ficar em casa, a ter tempo para si. Só conseguem ficar longe dos respectivos escritórios quando são obrigadas a isso.
Toda organização, grande ou pequena, tende a ser conservadora, sofre de compulsa à repetição.
Uma pessoa que passa a vida toda, todos os dias, dez horas no trabalho, acaba por sentir-se indispensável aos propósitos da organização. Se dispõe de tempo para si, não sabe como usá-lo.
A Coca-Cola é uma substituta da água da fonte, o ecstasy também é substituto do amor, a heroína é uma substituta da viagem.
Estamos desabituados de uma tal maneira a fazer as coisas com calma, que assim que dispomos de uma hora livre a enchemos de tantos compromissos ou tarefas, que o tempo acaba sempre faltando.
Eu acredito que os executivos de meia-idade sejam, sob um certo aspecto, pessoas doentes. E o que é pior: a agenda deles é contagiosa.
Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.
Em outros tempos os ricos repousavam e os pobres se esfalfavam. Hoje isso se inverteu: os ricos correm como doidos para cuidar dos seus negócios e os pobres são condenados à inércia do desemprego.
