Poema Casa

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Educação vem de casa, mas o limite quem dá é você." Não confunda ser gentil com ser capacho.


SerLucia Reflexões


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“⁠Volta pra casa
Eu sempre esperei você voltar pra mim
Não rompe a aliança
Você não precisa carregar essa dor sozinho”

Passei na frente da tua casa,
E aquele carro estava lá,
Meu corpo ardia que nem brasa,
Tive vontade de te matar,
Mas de tanto beijo e amasso,
E mostrar pra este palhaço,
O que é meu ninguém vai tirar...

MAS BAH! TCHÊ...

Para espantar este TÉDIO,
O melhor REMÉDIO,
É a casa das TIAS,
Botar uns pilas na GUAIACA,
Chega lá e se ATRACA,
De retouço com as GURIAS....

Busco na vida noturna
Alento para o meu coração
Vivo numa casa vazia
Aumentando cada dia
Minha cruel solidão
Procuro em outras bocas
Os beijos que não são teus
Busco em outros corpos
Desejos que não são meus
Sinto na vida noturna
Prazeres que não posso dar
Desejos e fantasias
Com as mais belas gurias
Não consigo realizar
O beijo de outros lábios
Não tem o sabor dos teus beijos
E quando faço amor
Não sinto os mesmos desejos.

Casa Branca...
Hoje me deu saudade, então escrevi
De uma linda casa branca
Onde minha infância vivi
Era de uma família nobre
E eu um pobre guri
Com saudades e boas lembranças
Recordar eu resolvi
Naquela casa branca
Bem na beira da estrada
Me lembro quando piá
Eu pedi uma pousada
Eram pessoas ricas
E eu pobre não tinha nada
Mas fui bem acolhido
Acabei frequentando aquela morada
Então lembrei com gratidão e saudade
Da casa branca na beira da estrada.

MALDITO CIÚME...

Quando fui viver com ela
Tudo lá na casa dela
Era tão maravilhoso
Numa boa noite e dia
Por lá era só alegria
Era demais de gostoso
Que felicidade imensa
Nossa paixão era intensa
Era um verdadeiro amor
Meu bem pra cá meu bem pra lá
E na hora de se amar
Era tudo com fervor
De repente apareceu
Este ciúme maldito
Me tratando só a grito
Inventando o que não faço
O teu ciúme querida
Me afastou da tua vida
O nosso amor virou um fracasso...

Vou fazer a minha troxa
Vou tratar de me mandar
Isso já virou costume
Este maldito ciúme
Já não dá mais pra aguentar.

Quando eu era pequena, meu primo pegou uma rolinha machucada e levou pra casa pra cuidar. Ele sabia que eu era apaixonada por animais, e me mostrou assim que chegou em casa.
Nós colocamos ela na gaiola até ela se recuperar.
No dia seguinte ela morreu enforcada tentando sair da gaiola.
Ela se matou tentando se libertar.
Não se prende um pássaro que conhece a liberdade, imagina um povo inteiro.

"O conhecimento ergue a mente como quem ergue uma casa: abre janelas, amplia os cômodos.
Só que ao clarear os cômodos, ele mostra quem não consegue mais morar ali com você."


Marcio Melo

De que adianta?


​De que adianta eu ter um dom e enterrá-lo no quintal de casa? De que adianta eu ter uma voz e não usá-la para o bem? De que adianta saber que minhas mãos receberam o dom de curar e, ainda assim, eu não tocar ninguém? De que adianta possuir o dom da palavra se eu escolho o silêncio quando eu poderia semear esperança?
​Que tudo o que eu tenho, todos os meus dons e tudo o que sou, sejam colocados a serviço do bem que nasci para fazer!
​Que tudo o que eu toque se multiplique, inclusive, eu mesma. Que tudo o que eu toque prospere. Que, em todos os lugares por onde eu passe, eu espalhe o amor. Talvez assim, eu tenha feito a vontade daquele que é superior.
​Nildinha Freitas

O Visitante


Há quem entre
sem fazer barulho.


E, ainda assim,
desorganize a casa inteira.


Toca nas paredes,
elogia a luz,
senta à mesa,
fala como quem pretende ficar.


Depois rareia.


Não vai embora de uma vez.
Seria honesto demais.


Vai sumindo aos poucos,
como quem espera
que o silêncio faça o trabalho
sujo.


A casa observa.


Não cobra.
Não chama.
Não implora.


Só aprende.


Porque há presenças
que não quebram nada,
mas deixam tudo mais frio.


E no fim,
o que pesa não é a partida.


É lembrar que alguém soube
entrar
e ainda assim
não teve coragem de
permanecer.

Aproveite tempo ocioso, estude 📚
Aproveite o percurso para casa, ouça 📖
Näo desperdice tempo com aquilo que não te acrescenta.

A diferença entre nós e aqueles que admiramos está na forma como gastamos o tempo.

O que realmente possuímos?

Hoje descobri a verdade
Eu não tenho
Casa
Não tenho
Abrigo
Não tenho nada
Não possuo nada
Não tenho família
Não tenho mãe
Não tenho esposa
Não tenho filhos
Nem amigos
Nem tenho animal
De estimação
Não tenho nem
Inimigos
Não tenho roupas
Não possuo roupas
Não tenho dinheiro
Não tenho comida
Eu não tenho nada
Não possuo nada
Nada esta no meu controle
Nem este fôlego de vida
é meu

O que me resta agora?

Na verdade somos
só um mordomo da Existência.

Minha Carla, o silêncio da casa à noite é o grito mais alto que eu já ouvi. Olho para o lado e vejo o espaço vazio, o eco de um riso que ainda mora nas paredes, mas que o tempo insiste em querer levar. Você é o meu cais e a minha tempestade, o lugar onde eu sempre quis ancorar meus medos. Escrevo porque o peito transborda e as mãos tremem com a falta do teu toque. O mundo lá fora é barulho, mas aqui dentro, no santuário da nossa história, só existe você. Que o sono te encontre mansa, enquanto eu sigo aqui, sendo o guarda das nossas memórias, esperando o sol nascer só para ter a chance de te amar de novo.


DeBrunoParaCarla

Viver com você é ter a certeza de que a melhor parte do meu dia é quando eu chego em casa.


DeBrunoParaCarla

Minha casa virou o museu de uma poesia que não mora mais aqui.
A solidão é o único móvel que não consigo tirar do lugar,
uma dor sólida, que tem quinas e me corta no escuro.
Entre o crachá esquecido e a saudade de Itaipuaçu,
descobri que o invasor, trancou a porta por dentro...
E eu tive que quebrá-la. O barulho da madeira partindo
foi o som do meu último refúgio desmoronando.
Agora, nem trancar eu posso mais estou exposto ao mundo,
com as mãos feridas e a alma do avesso.
Lembre de levar seus pertences, Carla.
Eu perdi a chave, a porta e, por um instante, a mim mesmo.


DeBrunoParaCarla

Se um dia eu puder viver sem tecnologia
Quem quiser me ver, vá na minha casa
A porta vai estar aberta, sem senha, sem tela pra travar
O cheiro do café passando na cozinha te chama
E a gente toma um gole quente, sem tirar fotos pra guardar

Conversar sem precisar de curtida,
Sem notificação cortando o riso pela metade
Só o olho no olho, a cadeira na calçada,
O tempo passando devagar, do jeito que é de verdade

Ah, que saudades das calçadas,
Das reuniões sem celular na mesa a atrapalhar
Das histórias contadas de novo, e mesmo assim gargalhar
Do vizinho que gritava “ô de casa” e já entrava pra prosear

Se um dia eu puder viver sem tecnologia
Eu quero de volta o abraço sem pressa
O “fica mais um pouco” dito na despedida
E a saudade boa de quando presença era a única conexão precisa

Porque tem memória que não cabe em nuvem,
Tem afeto que Wi-Fi não alcança
Tem vida que só acontece
Quando a gente desliga a tela… e liga a esperança.

"" Preserve o meu coração
ele é sua casa,
pode ficar o tempo que quiser
só cuide bem dele
já passou por reformas e ajustes
agora está em ordem outra vez
é que o meu coração é um perdido
sabe da dor
vive a se apaixonar
sempre esperando um amor
só não sabe controlar a submissão,
quando quem manda é a paixão
mas agora que você entrou
capriche, mantenha em ordem o lugar
senão algo ruim pode acontecer
e como das outras vezes
te expulsar por entender
que ali não é um bom lugar para você viver
e eu quero tanto ver você ficar...""

Mesmo de partida nada substitui o prazer da vida
em cada comodo da casa há risos a abençoar
viver é respirar alegrias e suspirar amores
mesmo que por pouco tempo ou com algumas dores

ainda que toda covardia fosse jogada fora
rebelar-se-iam os medos para sobreviverem
pois de manhã todos têm coragem
sobem a montanha atrás dos lobos que uivaram na madrugada

assim como um rio,sempre em frente, segue a vida
as meninas sonham, os rapazes também
sonhar é preciso,viver é bem mais
morrer ousadia de quem suportou

no compasso da musica, no compasso do amor
todos dançam alegremente, todos sorriem
no compasso do vento a saudade range
chora feito criança...

" Podíamos construir uma casa na árvore
e ficarmos toda tarde olhando o por do sol,
até enjoarmos, até dar vontade de descer,
até o nosso mundo de sonhos acabar...