Poema Casa

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⁠Boa noite!
Que nessa noite Deus cubra você e a sua casa de bençãos. Que ilumine os seus caminhos e a sua vida!
Tenha bons sonhos!

Bom dia!
Para hoje:
Eu desejo a você paz.
Paz na sua vida, na sua casa, no seu coração.
Que seja um dia repleto de tudo que é bom.
Que os sorrisos renovem a sua alma.
Que as bênçãos lhe abracem.
Eu peço a Deus que conceda a você tudo que seja leve para a vida, luz que brilha felicidade e gestos de carinho e amor.
Um novo dia, novas chances, novas alegrias!
Um dia magnífico e bem feliz!

Final de ano as ruas estão perigosas, as pessoas estão doidas e a melhor
Escolha é ficar em casa, em paz e longe dos conflitos.
Sair só em caso de necessidade mesmo!

Um dia na solidão,
em casa sozinha, de cabeça vazia,
não sabia o que fazia, para preencher meu coração, DEUS veio na minha direção, estendeu a sua mão, e me levantou do chão...
Até hoje estou de pé, com agraça de Deus;
Com o amor de Deus, pai... Pra sempre, grata.
Deus meu pai, te amo...
Deus é amor, te amo...
Deus é fiel, acredito...
Deus é bom, demais...
Deus é amor, amor eterno de pai.

⁠A rosa que ela plantou 🌹


O sorriso dela era casa,
luz de tarde, abraço bom.
E quando a rosa nasceu,
foi como ouvir sua voz dizendo:
‘Eu continuo aqui, meu bem…
em cada flor que o amor tocou.’
Uma Flor no meio do Obstáculos

Quem tem as suas crianças em casa, tem o dever de respeitar as crianças dos outros!


Raidalva de Castro

⁠ Estar com ela era como entrar em uma casa e perceber que finalmente chegou ao lar.
Era como tirar os sapatos após um longo dia de trabalho e poder então descansar.
Era como se todos problemas fossem para um só lugar e nunca era onde estavamos.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

Minha casa, meu jardim

Às vezes, fixo meu olhar no jardim da minha casa e observo, intrigada, os vasos de lírios e rosas que ali se encontram. Então me pergunto:
será que elas se sentem como pássaros trancados em gaiolas?

Fico triste, porque, de certa forma, sinto que é assim mesmo.
Somente eu as aprecio,
somente eu sinto o seu perfume,
somente eu as acaricio.
E somente elas sentem a minha presença e o meu carinho.

Essa estranha sensação me invade de repente.
E, mesmo sob o calor escaldante,
um leve frio esbarra em mim.

E quando eles se vão...


Há um instante em que a casa muda de som.
Não é o silêncio das paredes, mas o eco do que fomos juntos.


Os filhos crescem, criam asas, partem.
Deixam o quarto arrumado, a cama feita —
e o coração dos pais desarrumado.


Já não pedem conselhos, já não esperam respostas.
Vivem seus próprios dias, e nós sorrimos, orgulhosos...


Mas por dentro, algo se parte em silêncio.
Ser pai e mãe de filhos adultos é amar sem invadir, é aprender a cuidar de longe, com gestos invisíveis e orações noturnas.


É guardar o cheiro da infância nas lembranças, o riso nos pratos preferidos.
E cada noite, pedir a Deus que os proteja, mesmo sabendo que o tempo agora é deles.


Porque o amor dos pais não se apaga —
apenas aprende a esperar.
Pacientemente.
Em silêncio.


Maxileandro França Lima, 08/10/2025

Para onde vais, poeta
Não estás na rua certa
A tua casa é para o outro lado
Ou vais ali ao mercado


Olha bem para o teu passado
Ó curioso atrasado
Larga lá a minha bebida
Vai tratar da tua vida


A bebida há‑de matar-me
Mas os meus poemas hão‑de ficar
São amor para a eternidade
Nas palavras vi felicidade


Adeus, até um dia desses
Que sejam muitos meses
Nunca tive saudades tuas
Vou mas é beber mais duas

Nasci no dia de domingo,
dia de festa, de mesa farta, de risos que ecoam pela casa.
Domingo é encontro, é abraço, é o calor da família reunida.
Nasci no domingo para nunca esquecer
que a vida começa no primeiro dia da semana,
que cada recomeço traz consigo esperança e fé.
Domingo é luz que atravessa a janela,
é o som das conversas misturado ao cheiro do almoço,
é a certeza de que o coração encontra repouso.
Nasci no domingo feliz, abençoado,
com as mãos erguidas aos céus,
agradecendo a Deus pela dádiva da vida,
pedindo que Sua bênção continue a guiar meus passos.
Domingo não é apenas um dia,
é símbolo de renascimento,
é promessa de que cada início carrega em si
a força de um novo começo.

"O sonho da fazenda, a casa no interior e o aroma do limoeiro se foram.
Nossos filhos no quintal, o café no fim da tarde, tais ilusões esvaneceram.
Nós olhando o casal da nossa varanda, enquanto a sogra narra mais um causo que na quermesse lhe contaram.
Entre um beijo e outro, olhando em seus olhos, entrelaço nossas almas de maneira fácil, olhares que, parece-me, nunca se cruzaram.
Após um dia longo de trabalho, sei, meu corpo se renderia ao cansaço.
Mas depois de você por nossas metades pra dormir, encontrar-me-ia com sua nudez, e eu renasceria renovado.
Eu nunca pedi muito pra Deus, mas por isso eu roguei, não acredito que implorar por uma família com quem se ama seja demasiado.
Mas o simples com Deus, quando não atendido, a quem pede, a ausência da súplica é um fardo.
Morreria toda noite de bom grado.
Para tê-la ao meu lado.
O meu sonho realizado.
Morreria em seus beijos, em seu corpo, extasiado.
Acordaria pela manhã renovado.
Um beijo de bom dia, com nossas metades, coletivo abraço.
Agradeço a Deus, completamente emocionado...
-(...)-
Só vejo o escuro, a lágrima rola, sinto o peito apertado.
Estou eu, no escuro, do meu quarto.
Sonhara eu com meu sonho nunca realizado.
Estou cansado da cidade, da cheia lotação, do passo acelerado.
Estou cansado, onde cercado de pessoas, ainda enfrento a solidão, mesmo acompanhado.
Queria o êxodo da grande cidade, mas preciso mesmo é do êxodo de ti, em meu coração despedaçado.
O terreno da fazenda, pelo pranto, fora inundado.
A casa no interior, teve seu interior incendiado.
O limoeiro fora cortado.
Ouço alguém me chamar, mas não de 'Pai', lá fora a solidão chama meu nome, Famigerado..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, O Sonho da Fazenda

É preciso organizar primeiro a nossa casa, para melhor organizar nossa empresa.


É preciso cuidar primeiro da nossa família, para cuidar melhor da nossa empresa.


É preciso cuidar primeiro de nós mesmos, para cuidar melhor das outras pessoas.

Retome o seu dia, buscando olvidar as ocorrências infelizes da véspera.


A casa protegida, habitualmente , promove faxina pela manhã.

Os casais que têm o suficiente para serem felizes, mas não são.
Têm casa, um carro simples, trabalho, filhos e uma vida construída.
Ainda assim, permitem que coisas pequenas os decapitem:
o orgulho que não cede,
a vaidade que fere,
a ambição que afasta,
as aparências que mentem.
Esses males corroem silenciosamente o amor,
cegam os olhos, endurecem o coração
e fazem pessoas viverem perdidas,
resmungando dentro do próprio casamento.
A vida oferece caminhos verdadeiros
a quem realmente deseja viver a felicidade.
Ela se revela no agora, no simples, no essencial.
Aproveite o momento.
Valorize o que é real.
Você é importante para Deus.

A igreja Evangélica é fraca em muitos aspectos, mas vejo um povo sem intimidade com Deus em sua casa.
O Culto começa na sua casa.
A mensagem pregada deve ser pregada para sua família primeiro.

Davi foi rejeitado, esquecido até pela própria casa, ignorado por quem achava saber quem ele era. Mas Deus viu o que ninguém viu. Enquanto o mundo escolhe pela aparência, Deus escolhe pelo coração.
Nem sempre quem pensa saber o seu lugar, realmente entende o propósito. Às vezes, nem você sabe quem é, até Deus chegar e revelar.
A rejeição não era o fim de Davi, era o caminho. O que parecia atraso era preparo. Quando Deus decide, ninguém impede: Ele tira do anonimato, honra o esquecido e coloca no lugar que sempre foi seu por direito.

FAZENDA DA VIDA
Autor: Góis Del Valle

Deixei pra trás a estrada de barro, a casa simples da minha mãe. Deixei pra trás os meus irmãos. No rosto, a tristeza de meu pai. É… há esperança pra quem sonha: um dia voltar pra casa!

Eu cresci na fazenda, plantando meus sonhos,
em busca do amor, da sorte e sucesso. Foi em terras floridas que eu dei os meus passos; na asa da sorte, agarrei meu destino. Enfrentei muita luta, nesse mundo cruel, de gente temida, que pisou no meu ser.

Na fazenda da vida, plantei esperança,
e hoje eu colho amor, sorte e sucesso.
Cresci entre sonhos, agora reais, com
força na alma e sorrisos no rosto.

Eu me tornei um cantor.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.