Poema Casa
Salve!
Palavras fáceis dizem seus lábios
achando que o caminho é livre,
mas saiba que há um salve-se quem puder,
e já estou fora desta caserna,
você nem começou a luta
e eu ganhei a guerra ...
Muitas palavras quase sem sentido
são proferidas à toa, sem parar,
não esperam o pensamento ser concluído, com certeza encrenca irão arrumar...
Sempre invoco teu nome
no ar onde flores exalam,
responde-me o eco, apenas,
em lembranças que não calam...
Encante-me,
fazendo soar
a voz que vem do teu coração
Cante-me,
deixe que apenas eu ouça
esta tua especial canção
Enquanto o mundo se move,
e no relógio o tempo passa,
neste espaço sem você,
apenas a saudade me abraça.
O viajante,
é um homem ligado à terra,
trocou a casa por uma estrada,
fez da beleza, uma linguagem
fez da semântica, um olhar.
O peregrino,
parou diante de uma igreja,
havia uma placa escrita:
essa casa é um lembrete,
de um Reino maior que o seu
podes entrar!
§
Minha casa, é uma forma de poema
Os pisos são simples, as paredes simples a quem olhar
Um dia de vida, aqui é história
Vejo as ondas do ordinário
As manhãs nas janelas trêmulas
Sentimos que o ano passou!
O que é a vida?
Naturalmente, os muros maiores que as janelas,
Mas a luz que vem do alto,
a todos podem alcançar.
§
Apêndice
§
Um simples fio de beleza, excede minha casa;
constrange-me, o clamor da arte
A paisagem é meu poema.
—
A semana começou com muitas sementes nas mãos e pés descalços ao chão na casa do semeador. No instante ardor dos desafios do arado, os olhos e ouvidos estão postos a uma nova forma de lavrar. Nasceram ventos, palavras, silêncios. No coração, frutos e amadurecimentos; quem dirá agora o que plantaremos?
(TORVIC, a casa do semeador).
Em minha mente, minha casa está perto,
mas na estrada ela está muito longe,
tão longe, que jamais voltarei a ser
quem um dia eu era,
.
Havia muitas palavras que deveria ser ditas,
descritas, em prólogo à princípio,
mas vou deixar que o infinito
reescreva as linguagens e que habita há em mim
.
["o viajante iluminado, as linguagens do vento".]
Se o nosso coração está em shalom
a casa da nossa alma está em paz,
frutos e belas flores surgirão,
descanso, repouso, abrigo.
Mais um dia nasceu!
pensamentos voam pela janela
essa casa me conhece,
a flor da terra é respiração
.
Aqui é longe
mas tal real
toda forma de vida
aqui, são agradecidas
.
Em ritmo ordenado,
o sol faz-nos, um convite:
desperta! desperta!
vamos caminhar...
O Viajante iluminado, in hóspede da casa do lago.
Aqui, de perto, tão longe...
homens, pedem para descansar
pais e mães, indo e vindo,
filhos à descobertas, olhar
memórias douradas
verdades inventadas,
e faces de beleza
com cheiro de cotidiano
é segunda-feira,
dança nas chamas do almoço
um brinde sem nome, sem data
um ritmo familiar...
pratos, pia, louça
e a eternidade brilhando
dentro de cada um
na vontade de viver
todos em forma singular
.
O viajante iluminado, "A beleza do cotidiano".
Mãe, avó, dona de casa...
por onde passa,
eu sei que você domina.
és tão bela,
que causa inveja,
nos corações das meninas.
Plagiando o irmão Luiz Gonzaga em sua canção "Acácia Amarela", transcrevo minha versão...
Ela é tão linda, é tão bela,
Aquela Casa Espírita que nos ensina a sermos justos e buscar a elevação espiritual, a perdoar e sermos indulgentes, amar e servir.
Sou um Trabalhador da Última Hora, que sirvo sem esperar nada em troca, seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus Cristo.
Ali todo mal é enfrentado, e somente o Bem e a crença em Deus e em Jesus Cristo, nos mantém firmes na seara.
Vivemos em Harmonia com a Lei Natural!
Que assim seja!
Por: Alberto Mesquita
