Poema Casa
Longe de casa estarei no ali em Belém.
O sino que acabou de bater
A felicidade do amnhecer
Onde tudo dará certo
Paz bem no deserto.
💜
💜🐺💜
Estamos voltando
Para casa
Uma paradinha para
Descansar
Ouço um gemido
Estranho
A transformação é
Simultânea
O gemido aumenta
Procuramos e
Encontramos
Um pequeno guaxinim
Segura uma serpente
Na boca
Foi picado
Não temos muito tempo
Meu lobo corre a
Velocidade luz
Para a fazenda em busca
Do antídoto
Fico ali vendo a cena
O guaxinim se retorcendo de dor
A serpente morta ao seu lado
Fico muito preocupada
Existem muitas na floresta
Ele contou que estava
Entre as folhas secas
Não percebeu
Foi um instinto
Ela lhe picou
Ni reflexo ele mordeu e a matou
O Lobo homem chega
Faz todo procedimento
Já na forma humana
O guaxinim se assusta
Deve pensar estar vendo
Coisas
Nós explicamos
Ele não pode
Ter emoções
O veneno acelera
Se a circulação aumenta
Colocamos ele em uma
Mochila e vamos para casa
Com o mais novo morador
Da fazenda
💜🐺💜
Eu entro em casa
Vou para chuveiro
O Johnny leva
O guaxinim
Para o celeiro
Junto com os outros animais
Descanso um pouco
Durmo
Acordo com o barulho
Do chuveiro
A cena é linda
Um espetáculo
Que banho
Perco a noção
Do tempo
Meu amor é tão lindo
Tão forte
Olha para mim
Fixa seu olhar , e
Se encanta com minha
Barriga
O bebê percebe
Também sua presença
Seu toque
Ganhamos um beijo
Me pega no colo
Me leva pra cama
As carícias acontecem
Me ama com amor
Com desejo
Com paixão
Eu o amo
Tantas coisas já aconteceram
Minha vida agora não tem
Sentido
Sem meus lobos
Meu amigos índios
Unidos pelo amor
Lutaremos
Ainda me pergunto se o pajé
Está certo
Será menino
Lobo 4 ventos
Falta pouco agora
💜🐺💜
Na cidade
Foi muito bom
Mas chegar em casa
Tirar os sapatos
Correr pela floresta
Sem descrição
Trouxemos
Potes e potes de açaí
Todos estamos felizes
A Floresta está em paz
Os rios com peixes
As árvores com seus frutos
Nossa família protegida
Correndo pela mata
Não todos os lobos
E lobas
Que sofrem mutação
Eles tem uma linhagem
Algo que ocorreu
Num passado remoto
Lobos e homens
Uma magia
Que acontecia em
Certos períodos do ano
E a chave de cada família
De lobo tem métodos
Diferente
O nosso clã
É o colar
E a lua cheia
No meu caso
Por ter me casado com Jhonny
A química aconteceu
Nesse toque mágico
E nosso bebê será o sucessor
Fico preocupada
Mas eu sabia das regras
E por amor
Sempre o amor
Concordei
Os funcionários da casa
Que são nossos amigos
E também protetores
Deixaram tudo pronto
Tenho sido muito
Mimada
Amo a todos
Pelo carinho
O Johnny ainda
Está Floresta
Fazendo a ronda
Se exercitando
É lindo ver eles
Na floresta
Aluando
Uivando
Pra nossa guia e amada
Lua
Então onde estiver dos confins da terra a o passo mais curto a casa à direita não diga oque se pode findar mais insista no que é interminável! As novas de salvação os ensinamentos de Jesus Cristo.
Mulher, sinônimo de fragilidade
porém acumula funções.
Cuida dos filhos, da casa
e de outras obrigações.
Trabalha, estuda, organiza,
educa, limpa, da um jeito.
Cozinha, orienta, protege,
da colo, defende, aconchega,
faz acontecer, da o peito.
Mulher...um ser frágil?
Não...um ser incrível!
Pandemia
abril de 2020Quem diria
Outro dia sem resposta
Dentro de casa
Olhando da janela
Para não expor e não ficar exposta
E lá nas ruas
Ainda há quem caminhe com pressa
Com medo do que vem por aí
A única certeza é a de que tem que chegar
Porque o que faz é essencial
Não pode parar
E nós, aonde vamos?
Quando o isolamento vai acabar?
Não sabemos
De repente: um vírus
E estamos suspensos!
Recolhidos por hora
Para o caos não se espalhar
É tempo de aprender a pensar no outro
Pois tínhamos esquecido
Chegou o momento de se reencontrar nas ausências
De se readaptar na mudança e se buscar nas entrelinhas
Ouvir o silêncio que o tempo todo tentou falar
E ninguém quis escutar
É...
A vida é inconstante
Embora sejamos petulantes
A ponto de querer controlar o que não está sob nosso controle
E mesmo a falta de resposta
Que a pandemia nos trouxe
Talvez esclareça que a rotina, embora cheia, andasse tão vazia
É uma releitura do que somos hoje e queremos para o amanhã
Se o vírus contagia
Que a esperança contagie muito mais
Bendita seja a poesia
Que agora me faz companhia!
Eu me contento em saber
Que vida rima com saída
E como tudo passa
Que passe logo e para melhor.
Corro, minha casa é meu lugar sempre
E eles aqui nem me conhecem mais
Está tudo bem
Pra quem não sente a pele até queimar
Tem medo de mim, você nem me conhece mais
Seu muro não me alcança
E na sua falha você vai me ver dançar
Está tudo bem se você nem me conhece mais
sonhei um rio barrento - que corria às avessas
e invadia a casa
subitamente
tentava
com minhas garras
salvar coisas e gente
não conseguia
um leite condensado (eu dizia) um copo d'água
aquele livro azul
minha mãe
(são tantas as fomes)
Você usa uma máscara?
Pense você é a mesma pessoa na escola,na igreja e em casa?
Você é a mesma pessoa:ignorantes vão falar claro sou eu; idiotas irão dizer como assim; e você vai falar o que? "E VOCÊ O QUE ENTENDE"
Não poderia falar por que se eu falar uma das minhas máscaras vai cair.
À beira do mar. Tinha
uma casa, o meu sono
à beira do mar.
Alta proa. Por livres
caminhos de água, a esbelta
barca que eu governava.
Os olhos sabiam
todo o repouso e a ordem
de uma pequena pátria.
Como necessito
contar-te o espanto
que produz a chuva nos vidros!
Hoje cai fechada a noite
sobre a minha casa.
As rochas negras
atraem-me ao naufrágio.
Cativo do cântico,
o meu esforço, inútil,
quem pode guiar-me à alva?
Ao pé do mar tinha
uma casa, um lento sono.
Nova casa , Novo bairro Nova cidade Novo começo?
Onde estou que eu não reconheço?
Quem são os transeuntes a passar pela porta
Quem são os ouvintes atentos da nossa vida torta
Onde estão os amigos que com custo conquistei
Foram deixados para trás
Há umas duas ou três rodoviárias que parei
De cidades que eu realmente nunca visitei.
Puxa que vida legal!
Dizem aqueles a qual profundamente invejo
São as crianças que levam uma vida normal
Desde que nasceram vivem sobre o mesmo teto ...
A janela
Que bom que eu posso vê o mundo daqui da minha janela,minha casa é tão singela mais é cheia de amor,aqui cabe todo mundo,e todos são bem vindos,mas por enquanto só posso ter o meu gatinho como companhia por causa da pandemia,mas estou comportadinha esperando as ordens de nosso Senhor...
Minha casa é tão singela mas eu acho muito bela,pois é cheia de amor,na cama colcha de retalhos feita por mim,na mesa um jarro com flores que sempre colho do meu jardim lá no fundo do quintal,no sofá da minha sala almofadas de fuxicos feitas com muito esmero...
Queira Deus que logo passe essa triste pandemia,nunca vi coisa tão triste nesse mundo de meu Deus,credo e cruz Ave Maria...
Depois de uma noite de sono,acordo com o galo cantando lá do puleiro do quintal,boto água pra ferver para fazer o meu café matinal,boto o pó no coador depois água bem fervente,gosto do cheiro do café e gosto bem doce e quente....
Quando o sol começa a nascer,puxo as cortinas e vou logo abrindo as janelas e com uma caneca de café na mão aprecio sol nascente,e aqui ou acolá um tantinho de gente a passar para lá e para cá...
Que bom que eu posso vê o mundo daqui da minha janela,pois minha vida é generosa e eu gosto muito dela,obrigado meu Deus .
Ivânia D.Farias
Liberdade "tranquila" é ficar em casa com a família de quarentena... Só que depois que acaba essa prisão: os estatutos da escravidão e da mordaça já foram carimbados pelos sedentos de poder... E quando nos libertam da solitária, é que vemos e sentimos o peso das algemas e da liberdade que deixaram de existir: por causa do nosso silêncio, conformidade e submissão...
Ainda há tempo de sobreviver, basta dar seu grito de independência e morte da corrupção e do comunismo, que aniquilam as sociedades e detona toda a esperança da vida, da família, da religião e da fé.
Creia em Deus e dê seu grito de liberdade para que você e sua família sejam salvos,e não sejam levados para o abismo da escuridão eterna.
Amém
- A mudança
Moramos em nosso corpo, com a analogia de uma casa, naturalmente um dia vem a mudança para evoluirmos, é para refletirmos, por que não teríamos novas chances para cumprirmos nossas missões? Ele é justo.
Porém não é questão de foco, cada vida é singular, precisamos fazer o nosso melhor, vivendo-a seriamente!
Na Páscoa do ano de 2022, eu estava sozinha em casa, eu até gostei porém…
A solidão bateu sorrateiramente,
Me disse um oi, me abraçou e não quis ir embora, fiquei ali com ela conversando em pensamento e descobrindo qual seria o nosso próximo passo, quando vi o dia passou e nem me alimentado ou saído da cama, eu tinha.
Deixa eu te falar uma coisa:
Precisamos ser mais gratos...
Gratos pela vida, pela nossa casa, nosso trabalho, pelas bençãos de todos os dias, pelas pessoas que nos cercam e também pelas lutas que passamos, sabe por que? Porque são as lutas que fazem de nós pessoas melhores, mais maduras, mais fortes e prontas para a fornalha da vida.
LAÇO
A casa parece arrumada,
Mas o quarto...
O quarto "virado", bagunçado, zoneado.
Ninguém entende...
É culpa da mente.
Mente "virada", bagunçada, zoneada!
Se perde tudo...
Das coisas ao tempo;
Segundos, horas e anos,
Não se vê os dias passando.
No quarto;
Papéis, livros, roupas.
Na mente;
Sonhos, estudos, trabalho.
Tudo virado!
Que laço!
Minha casa é o teu abraço.
Beijo calido, sorriso largo.
Mãos nas minhas mãos.
Olhos parados em mim.
Minha casa é o teu cheiro,
teu sabor, teus cabelos.
Minha boca grudada em ti!
Ecos de você
Ainda ouço seus passos descendo lentamente as escadas de nossa casa.
Nas costas apenas uma mochila.
Você trouxe tão pouca coisa quando aqui chegou.
Agora se foi... e tudo levou.
Mas coisas são só coisas.
Não me importo de elas não estarem mais aqui.
Você se foi.
Levou o seu sorriso.
Levou a sua calma que me acalma.
Levou as cores do dia.
Levou a alegria que eu sentia quando acordava com você para viver mais um dia.
Levou o seu abraço que tanto bem me fazia.
Levou a minha alegria...
Alegria que há tanto tempo eu não sentia.
Agora você está tão distante.
Seus passos não ouço ecoar mais.
Desejo que vá em paz.
Não volte, por favor.
Não quero sentir o pavor de um dia mais uma despedida viver.
Prefiro dia a dia simplesmente sobreviver.
