Poema Carolina
A vida pode parecer tão sem sentido as vezes,
e sim confesso que a minha era assim, mas hoje
eu te conheci, e me sinto tão bem, tão feliz...
Não é porque você é bonito, ou legal..
Ou até mesmo porque é simpatico, divertido, engraçado.
Poderia ser porque você é carinhoso ou romantico...
Mas sinceramente, eu ainda não sei o motivo, só sei
que quando estou contigo, o mundo para, o coração agita,
a perna treme, o sorriso aparece, o dia melhora, e a vida?
Começa a ter sentindo finalmente!
Tudo começa de manhã, quando eu faço minha adoravel rotina.
Fico louca para passar a manhã, navegar de tarde na internet
e você estar lá me esperando *-*
E então vem a noite fria, e sem você para me aquecer, mas
vem o sonho bom, onde você nunca me solta, e isso me faz tão
tão feliz!
Após um dia inteiro sem você, chega o dia seguinte,e eu loucamente
para sair de casa, te ver, e me ver em teus braços, nossa que loucura
de amor, que loucura de sentimento, é nessa hora que eu penso: Como
pode uma pessoa me fazer tão feliz deste jeito? Como que pode uma
pessoa me fazer tão bem deste jeito? Então, eu chego a terrível
conclusão: É um sonho, ele é apenas mais um sonho! :/
Ai as lagrimas vem sem pausa, ela vem como se fosse convidada, então
você me abraça, e eu te digo: Se você for um sonho, saiba que eu não
pretendo acordar!
E você me diz: E se eu não for um sonho, como faz?
Ahh, saiba que pretendo, deitar-me em teu abraço, esquentar-me em teu
corpo, e amar-te até o ultimo segundo de minha vida!
As vezes Deus coloca alguém em nossa vida quando nós
menos esperamos. Nunca pensei em um dia te conhecer. '
Que um dia iria te apreciar. Admirar-te. Amar-te.
Sinto que quando estou contigo as horas voam, o mundo
gira mais rápido. Quando estou sem ti, horas parecem anos,
é incrível. Mas o mais incrível mesmo é como você me conquista,
a cada dia que passa mais. Preciso de você, como se você fosse
o sangue que corre em minhas veias. Como se fosse o ar que eu
respiro. Meu corpo necessita do seu calor para me aquecer. Para se proteger!
Eu preciso de você para te amar, ser amada. Para dar carinho e ter carinho.
Minha alma precisa da sua para ser guiada em todas as horas. Preciso de você,
nas horas difíceis, nas horas de alegria. Preciso de você para viver.
E sabe o que é mais importante? Nada! Pois sem você...
...Nada tem sentindo!
o tempo passa mas nós nunca esquemos o quanto as vezes gostarios de voltar atrás,
corrigir alguns erros, cometer alguns erros, ou até mesmo para ficar longe de situações
para que nem fiquemos sabendo! Talvez o nosso passado seja uma arma contra nosso futuro,
cada vez que você pensa pra frente, ele vem e faz você lembrar como era bom aquela época.
Talvez passado seja um forma de demostrar o quanto você era pequeno e fraco, e que agora
você se tornou alguém grande e forte. Ou até mesmo serve para nós olharmos para trás e ficar
refletindo a cada passo que demos. Serve para perdoar as pessoas, aprender com os erros
delas,e seguir a vida! Pode até não ser isso, mas o passado sempre existira e sempre você
irá pensar, por que pensar tando no que já foi? Era um tempo bom? Ou somente foi um tempo
que foi, e não pode voltar mais?.
Amanheci feliz; tinha algo bom a acontecer. Não ocorreu o planejado. Uma espera de uma hora, um almoço a sós, um agarro, uma reclamação, uma consulta. Mais uma espera. Uma rosa vermelha mencionada e não recebida. Uma desesperança, várias lágrimas, um desengano, uma briga. Silêncio. O otorrinolaringologista disse que eu não estava bem e que ficaria melhor se deixasse de lado o meu emocional que tanto tem refletido em minhas tonsilas.
Passei na floricultura, escrevi um bilhete, comprei uma Gérbera Laranja. Cheguei em casa com a fina flor, fingi transbordar felicidade, - foi com certeza minha melhor performance - tranquei-me no quarto, olhei a flor e dei um sorriso para o espelho. Abri o envelope, peguei o cartão e li: "Feliz um ano ao meu lado". Depois contemplei a delicadeza e simplicidade daquele aglomerado de pétalas em minhas mãos; seu cabo estava cortado, não havia mais raiz e ela estava falecendo.
Tornei meus olhos para meu reflexo naquele grande vidro plano metalizado e percebi o quão patética fui, comprei um presente pra mim para quiçá dar um pouco de coloração naquele meu dia cinza.
Uma pétala caiu em frente aos meus pés. A flor chorava. Deitei na cama com o travesseiro entre as pernas, cobri-me com o edredom, fechei os olhos, dei um suspiro profundo e chorei junto com ela.
Com único chamado
Meu outrora amado
Fez-me descer rapidamente
De sorrisos escondidos
Um frio cortando a pele
Após abraços e abraços
Tomei sua orelha e um beijo ardente
Talvez em mim bata saudade
Disfarçar sei com ousadia
Nem Vinícius descreveria
Com seus versos de Moraes
Um tomar nos braços quentes
Com vontade tão voraz.
Amei-te surpreendido
Hoje mais ousados, há eras, unidos
Mas agora, logo agora, separados.
Nunca há de ouvir minhas preces
Inverno surge, tu esvaeces.
Um aroma entorpecente
Corpo a corpo, frente a frente
Ao meu pesar seu olhar mais franco
Minha pele negra sobre seu corpo branco.
Vaidade.
Um espelho, Narciso.
O mais grave dos sete pecados.
Atrair atenção, atrair olhares teus.
Cobiça. A vaidade quer aplauso.
Golpe.
Aquele álcool que viajou por minhas veias, retardou meus reflexos, fez-me deliciar nos graves braços do ignorado que me beijando os lábios calou-me as palavras. Larguei por distração. Ouso dizer que algo me prende onde não deveria. O odor de fumo encravado em meus fios de cabelo relembra-me do instante em que virei deixando marcas de batom; joguei-me de cara aberta, sem minha espada e armadura, pensando no ineficaz, abocando em mim uma cobiça daquele corpo, desejo frígido, consternação, com uma breve pretensão de assassinar, trucidar por despeito. Sinto-me obtusa.
Hausto.
Em meio a murmúrios de versos abafados pelas gargalhadas, encontro-me, minúscula, debilitada por uma hipnose descuidada. Olho a minha volta, melancólico júbilo, ecoei sublimemente, refleti afastada. Egos, ostentações dispersantes, rompidas.
Eu, outrora entusiasmada por mãos robustas, pujantes, vigorosas, já amei servilmente, estoicismo era minha dita muda. Hoje não, apenas desejo, ambiciono o acesso dos encantos vedados, um desses cujo desdouro possui a mesma fórmula intensa que o rosto de um idiota.
Vou pra casa descansar. Deleitar-me-ei, beberei, traçarei o rum aos grandes tragos.
Curva dos S.
Singelamente poder dizer-te amor.
Singularmente poder sentir-me tua.
Separadamente de outrem ter meu peso sobre ti.
Supinamente repartir do mesmo devaneio.
Simplesmente eu, inteiramente você.
Conflagração.
A tempestade fluindo pela vidraça, adágios além-mar, o frio cortando-me a tez crua e a fragrância intensa penetrada em minhas madeixas trazem-me a nostalgia. Encontro-me entorpecida e ainda sinto seu gosto doce, aturado, por entre meus lábios. Meu corpo sente falta dos braços teus e unhas ferindo-me o dorso. Fechar os olhos, dormir, acordar e reviver tudo do mesmo modo numa magnitude muito mais elevada. Num inevitável incêndio libertino, senti-me manipulada por alguns dons artísticos dele no tocar-me.
Pra quê?
Pra que há guerras, que não acabam mais?
Pra que há morte e rendas desiguais?
Pra que há pobreza? Pra que destruição?
Por que não um sorriso? Ou um aperto de mão?
A culpa, na verdade é nossa.
É da humanidade.
É do homem que cansou de dizer não e
Que se acomodou com essa realidade.
A culpa de um mundo assim,
De um mundo que parece perto do fim,
É de todos e não é de nenhum.
É do homem que resolveu matar,
São dos muitos que preferem roubar,
A culpa é da bala perdida e da bomba que caiu do céu.
A culpa é da corrupção
E é da lei que não prende ladrão.
Na verdade a culpa é minha e sua,
Que resolvemos nos acomodar.
De nós que fechamos nossos olhos a noite,
Sem em nossos irmãos pensar.
Sem pensar no tiro, sem pensar na morte,
Sem pensar na agressão.
Na verdade a culpa é nossa,
de nós que esquecemos o que é ajudar.
Carinhoso.
Nosso delírio
Teu desvairo
Meu frenesi.
Doce insensatez
De puro encanto
Porte dote.
Minha graça
Tua poesia
Nosso poema.
Meu fascínio
Tua atração.
Meu trovador
Meu bardo
Meu poeta
Meu amor.
amar é divino, é pra poucos.. ser amado então, é muito mais raro, mais delicado, mais sutil, mais honesto..
aprendi que não sei o que sinto, e isso é bom,
por que o verdadeiro amor, é indescritível..
coração vagabundo! como pode se entregar tão fácil pra quem não gosta de você?
chega!
vc está preso!
vc não vai mais sair por aí, se machucando..se prejudicando..
tá maluco? quer se perder de vez, e nunca mais voltar? me deixar sem alma, sem vontade de amar?
ei, volte aqui!
...
fiquei sem coração..
aquele vagabundo me deixou!
...
olha lá, ele...
vem vindo, todo machucado...eu disse!
escute bem, mocinho...você nunca mais vai sair daqui, entendeu? nunca mais você vai atrás de ninguém!!!!
...
quem é esse?
esse coração que se aproxima?
olha, ele tá pedindo pra entrar...
olha, meu coração, esse coração quer ficar no seu lugar!
mas, eu já aviso...aqui, quem entra, não sai!
esse novo coração me olha e diz:
não se preocupe, eu vim pra ficar,
pra sempre..
mas e o meu coração?
o que vai ser dele?
e se ele se perder de novo?
e se se machucar?
o novo coração diz:
ele vai ser muito bem cuidado..
lá de onde vim,
tem muito amor pra acolhe-lo..
então, eu me rendo!
pode entrar, a casa é sua.."
Póstumo rubro caústico.
Sair da base, bater as asas, quebrar as estruturas. Isso que farei. Desafinarei o piano e arrebentarei as cordas do meu bom e velho violoncelo. Não agüento mais a monotonia de nossas vidas, as reuniões de família em pleno alvorecer, ter de jantar com vários homens que nem conheço sendo apresentada em casamento só porque eles são bem sucedidos. Cansei do chá das cinco, de cuidar dos meus irmãos. Gostaria de exceder minhas fronteiras, esvaecer. Pular do nosso século dezenove diretamente para o século vinte e um, era da perdição. Lá eu viverei ao som de “Highway to hell – AC/DC”, a ilustre liberdade, meu livre-arbítrio. Tenho certeza que não há nada mais completo do que isso.
Enfim optarei com quem casar isso se o fizer. Desculpe-me desde então se isso ferir seu orgulho papai, mas apreciarei vários homens, sairei com eles, beijá-los-ei e irei pra cama com todos. Pagarei minhas dívidas com o corpo, viverei da minha tez e minhas pernas nunca impedirão miúdos varões de deleitarem-se do meu néctar, do meu mel. Não serei mais forçada a ir aos saraus da cidade, tendo que voltar “tarde” pra casa, às dez horas da noite. Sairei de casa nesse horário e chegarei ao amanhecer seguido de um nascer do sol sendo levada no colo após uns grandes tragos de rum e várias doses de merlot.
Tomarei pílulas anticoncepcionais e usarei a nova invenção contraceptiva, chamada camisinha, para não cometer a ousadia de ter uma família com sete componentes, feito a nossa. O custo de vida médio de lá é muito baixo e fica difícil existir muitas famílias com mais de três filhos. Por fim, em uma de minhas futuras saídas pela madrugada afora, sofrerei meu primeiro porre, esquecerei das pílulas, da camisinha, logo engravidarei de um desconhecido aos meus quinze anos de idade. “Au revoir.”
Strawberry Fields Forever.
E era impossível colocar um ponto final em uma história que nem sequer obteve vírgulas.
ahhh o amor!
Seria ironia de minha parte dizer que tudo percorre minhas veias como fluidos cristalinos. Tudo dói, tudo pulsa e tudo dói.
E eu me sinto tão... tão... ahhh!
Um vazio aloja-se em meu ventre.
Não existe coisa pior do que mentir;
Primeiro porque acima de tudo você pode tentar, mas nunca será capaz de SE enganar;
Mentir pra si mesmo é passar por cima de seu próprio caráter, da pessoa que você é hoje e da pessoa que você foi ontem
Segundo por que nossas relações devem ser baseadas em confiança; quando não há confiança não pode existir nenhum tipo de aliança.
Por isso almeje o que a principio pode não estar ao seu alcance, mas não passe por cima dos seus valores, pois são eles que dizem quem você é de verdade e o que você quer ser.
Busque, Lute e principalmente EVOLUA.
Oque te faz ficar com medo?
Oque faz você temer? Oque faz você pedir por socorro?
O escuro? As lágrimas saltando do olho de alguém e você não poder ajudá-lo? As histórias contadas para criança antes de dormir, bruxas, fadas, fantasmas, duendes, o oculto. O barulho das árvores batendo na sua janela? O vento soprando de fininho antes de começar uma tempestade?Ou algo muito mais assustador, como alguém dentro de você que deseja sair só que não consegue, e te deixa chorando sozinha no escuro, a vasta região de sua própria alma coberta por um ser que nem ao menos você já ouviu falar? Se você for corajoso ao bastante, eu lhe contarei uma história.
Que se mostra ao menos mais real que a marca de sua mão na neve. Uma hisória onde você não pode pedir ajuda nem ao menos escapar da vasta tempestade que vem vindo. Eu lhe ensinarei como abrimos a caixa de Pandora de nós mesmas e manchamos nossa alma de sangue com o resultado, soltamos ao mundo um horror que destruiu a sua cara.
Seu coração está batendo depressa?
Sua percepção aumentou?
Você está com medo?
Você irá conhecer a verdade?
