Poema Amor é um Fogo que Arde
Semelhantemente
O fogo arde transforma
melhor mantê-lo constante
necessita cuidado manutenção
fácil é na distração
deixar que ele se apague.
Meu amor é amarelo. Cor do sol, fogo. Arde e queima a pele. É vermelho. Sangue latino, corre nas veias, dilata, contrai, bombeia tudo aquilo que já não é meu.
LEONINOS SOMOS
Leoninos somos
Chama que queima
Fogo que arde
Amor que invade.
Leoninos somos
Mar em fúria
Vulcão em tormenta
Paixão que alimenta.
Leoninos somos
Flor com espinho,
Abrigo e castigo
Mão boba e sorriso.
Leoninos somos
Presente
E corrente
E enchente
Que supera e alaga
As mentes das gentes.
Leoninos somos
Assim e assado.
O presente e o passado
De um futuro que chega
Por nós programado!
Nara Minervino.
Ah o amor! Com simples gestos conseguimos perceber...
Amor, pode ser fogo que arde sem ver???
Não sei! Mas penso que é algo que não sei descrever! Ah se tudo fosse amor!
Não haveria dor!
Mesmo que as rosas possuíssem o maior espinho!
Seria espinho que nos faz felizes!
Que nos faz deixarmos de lado a intolerância!
E tudo o que nos faz mal!
Ah o amor...
Por que me atrai tanto?
Ah, simplesmente...
O amor me abraçou...
Tão fortemente!!
O amor que não amo
Não me importa a agonia no mergulho ao fogo que arde em vivas chamas
nem de expor-me à faca que retalha a alma e dilacera
mesmo que haja o sofrimento e a dor como martírio
quero beber e embriagar- me deste sentimento.
Quero adentrar o lago fundo de águas inquietas, turvas e salobras;
a insegurança e o temor que habita a cada sinuosa curva...
Eu quero a chuva que fraqueja ou cai em incessantes torrentes;
as tempestades, as pedras e os desertos de areias quentes...
Quero às paixões ferir-me até que o imo sangre
depois tragar do vinho e do vinagre acre até que o peito estanque...
Quero sofrer insone infinitos tons de medo
Eu quero o mel que azeda e se transforme em ressentimentos...
quero morrer sem a consciência deste engano ledo
Eu só não quero voar nas asas lassas de um amor placebo
Dizem que o amor arde sem se ver,
Eu digo que contigo vejo ele queimar.
É fogo que incendeia todo o meu ser,
E é tão confuso não poder te amar.
Quando você vem e logo me chama,
É injusto desejar-te com tanta vontade.
O desgosto maior de um ser que ama
É amar quem não o ama de verdade.
Dizem que o amor é o contente descontente,
Eu digo que contigo é a maior felicidade.
É sentir-se completa e tua somente,
É ir ao paraíso sem ter alcançado a idade.
Quando você chega, meu corpo clama
Que me desejes com tal sinceridade.
O desgosto maior de um ser que ama
É amar quem não o ama de verdade.
Dizem que o amor desatina sem doer,
Eu digo que contigo machuca com maldade
Os bons corações, que só querem saber,
Quando não sentirão tamanha intensidade.
Pois contigo provei o sabor de quem chama
Por aquele que vem com desonestidade.
O desgosto maior de um ser que ama
É amar quem não o ama de verdade.
Dizem que o amor é o querer sem querer,
Eu digo que contigo é mais que almejar.
É uma força intrínseca que me faz perder
A lógica de que tudo logo vai acabar.
Não é pessimismo, nem mesmo um drama,
É só uma forma de manter a sanidade.
O desgosto maior de um ser que ama
É amar quem não o ama de verdade.
Dizem que o amor é isso e aquilo, mas o amor...
É amor.
É a parte humana mais linda de se contemplar.
É extremo, complexo e é necessário dispor,
Para uma parte, um dia, conseguir decifrar.
Pois faz sentir a vida sem nenhuma vaidade,
É acordar com belos olhos e sair da cama.
Pois o maior desgosto que amar sem reciprocidade
É nunca sentir a intensidade de quem realmente ama.
Dentro do amor o fogo arde...
As chamas da paixão se da o deslumbre...
Nas virtudes dos maiores desejos o amor brota flores... numa fogueira que desvasta a floresta que remanesce em você...
Arde em nós
Arde esse amor
Queima a cada toque
Fogo de um pulsar
Calor de abraços
Oxigênio de beijos
Mãos são as conexões mais ardente.
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
Amor não é só fogo que arde sem se ver
É frio sem vento,
Facada sem corte, tiro sem morte,
O amor pode ser tudo, menos perfeito.
Para Camões, o amor é um fogo que arde sem ver, para mim, é aquela fração de segundo que eu fecho os olhos e vejo o seu sorriso.
É quando me lembro de você tirando a sua blusa branca de botões e jogando-a no chão, é quando eu me esqueço do mundo ao redor estando com você, e o seu nome sai abafado de minha boca.
É quando eu guardo meu amor para você, escondendo-o de todos.
Foi te reconhecer no meio da multidão, foi confiar mesmo não te conhecendo.
É o coração acelerado quando ouço seu nome, é a lembrança do seu toque, do seu gosto.
É te encontrar nos meus sonhos.
Só lá...
Deixa eu te dizer
Que o amor é fogo que arde forte para dois
Que muda tudo, finda o peito
E só depois
Te enche de pleno prazer
Amor é paixão, que é fogo, que arde, que queima.
Que incendeia o coração.
Que em ver aquece, entontece.
Amor é viver o momento e deixar acontecer.
É tremer no toque, ofegar ao som da voz, perder a razão na presença e enlouquecer com a ausência.
Amor é ter você em mim.
Muitos definem o amor como a alma gêmea, a metade da laranja, o fogo que arde, a planta que precisa ser regada.
Mas o que realmente é o amor?
O meu amor por vc é cumplicidade, é o brilho do nosso olhar, é o sorriso quando estamos juntos, é o seu cuidado comigo, são as nossas brigas bobas, é o nosso beijo de reconciliação, é o bom dia meu amor, é o boa noite minha nêga .
O amor é nós dois.
Residem as dores, onde o fogo arde,
E a frieza habita, onde o amor se tarde.
Pois nos corpos mais quentes, a tristeza se disfarça,
Mas no fundo do peito, o vazio é quem abraça.
Uma Sinfonia de Sentimentos
Ah, o amor! Multifacetado ser, em nuances mil se veste,
Fogo que arde, cura e fere, em corações se enraíza e cresce.
Clichê dos poetas, em bilhetes carinhosos se esconde,
Escondendo frases doces, que o amado em seu lar encontra.
Recompensa em beijo terno, em abraço apertado,
No afago do desejo, no sentir-se amado.
Transcende o tempo e a distância, esse amor sem amarras,
Não precisa de presença, nem de certezas se agarra.
Já o amaste, amas ou amarás, quem sabe o destino?
Para muitos que escrevem, a razão se perdeu, buscando no mar o sentido.
E se o amor faltar, onde encontrá-lo, meu Deus?
Dizem que em nós mesmos reside, profundo e filosófico véu.
Da carência brota, forte e avassalador,
Persistente, incansável, recusando-se a morrer.
"Eu te amo", bálsamo divino, salva almas em aflição,
Redime o suicida sem rosto, em sua profunda solidão.
Imensidão de amor, puro e belo, como o sol a brilhar,
Lembra o amor grego a Cristo, sem limites para amar.
E se você não estiver comigo, meu amor, não tema,
Pois o amor verdadeiro independe de qualquer lema.
"O amor é a poesia dos sentidos é a essência que nunca se esgota, o fogo que arde sem se ver."
Roberto Ikeda
Oh amor, cruel destino que nos une
De uma forma tão trágica e agonizante
Um fogo que arde, mas não se acende
Que nos mantém distantes, o amor errante
Seu coração é meu desejo inalcançável
Um sonho longínquo, uma utopia
Estar ao seu lado é meu querer intocável
Um amor impossível, que não se sacia
Como podemos suportar este tormento?
De um amor que não pode ser consumado
Oh coração, por que tão insuficiente?
Infeliz amor, uma dor tão terrível
Que nos mantém em um mar de dor afogado
E que nos separa de um final feliz, impossível
