Poema a Morte das Casas de Ouro Preto
O Córrego Rico, outrora foi muito abastado, porém muito explorado. Hoje, sem ouro, sem prata e sem água... mergulha na mais profunda pobreza da sua história. É o fim do mundo!
Te amarei em forma de tesouro como o ouro e a prata que tantas pessoas desejam conquistar, no qual eu já iniciei as minhas conquistas próprias;
Cientemente é a disciplina do meu coração para exaltar a minha amada, mas gosto de deitar-me a sua sobra e a teu relento e degustar os seus beijos que se faz doce a minha boca;
O conhecimento é ouro de tolo, e isso apenas se quem o detêm acredita e faz com que ele seja apenas seu. Do contrário, é sabido que o conhecimento é bicho sem dono. Distingue e escolhe com quem fica, se fazendo melhor do que muita coisa.
Para muitas pessoas no mundo se pudessem vender o sol pelo preço de ouro venderiam, pois se brilha no céu imagina no bolso?;
Peço-lhe que venhas ao meu encontro, ah lindo anjo com o coração de ouro e armadura de diamante que protege o teu ventre de bronze;
Tuas guerras serão suas eternas vitórias pelo que é e o que queiras, magníficas e esplendorosas palavras de interpretação a minha rainha;
Hoje é domingo, então que seja positivo... É o que eu desejo pro amigo, porque a amizade é de ouro, então que fale o povo e quem sabe é a gente, e se faça presente, o importante é a lembrança, a bondade e a esperança... Eu ofereço alegria pra terminar com o meu bom dia!
BOM DIA!
Aqueles que nos honram mesmo sabendo quem somos, são aqueles que no fim das contas encontram ouro retirado do lamaçal da nossa mais profunda existência
Nem sempre o que brilha é ouro — às vezes, o que tem mais valor está escondido na simplicidade do que é discreto, mas essencial.
Nem tudo que reluz é ouro diz o velho ditado mas o habilidoso vigarista induz qualquer coisa ao mais intenso dourado.
Os canários coloridos cantam em gaiolas de ouro, trechos de belas canções compostas em noites enluaradas mas os urubus murmuram desafinados nos lixões, ávidos pelas sobras apodrecidas entre as afastadas pirâmides sombrias de restos entre os esquecidos, os desvalidos e amotinados.
Os gananciosos e sem coração são velados por muitos, em urna de ouro mas vão sozinhos e infelizes para o inferno.
A maior parte dos antigos itens sagrados de todas as culturas são confeccionados em ouro e ferro, estes elementos são originários do espaço, e chegaram ao nosso planeta por meteoritos.
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
O ouro por ter vindo do espaço, sempre teve um significado mais sagrado do que precioso para todas as culturas latino americanas originais. Sendo assim era largamente difundido em adornos de adoração e muitas vezes como objetos de oferenda diante as naturais dificuldades da comunidade.
