Poema 18 anos
Um tanto lasciva,
um tanto despudorada,
- danço e dou cambalhotas
no teu coração...
Eu cheguei de vez p
ara ficar,
- eu sou a tua amada,
mesmo que queiras negar.
Tenho um sol que vem
de dentro, e do amor
que me dás, - e quanto
mais carinho recebo,
o sol entra noite adentro
e brilha ainda mais...
O meu riso é o riso
que não brota há muito
tempo no teu; - eu sou
o presente que Deus
te deu - o teu amor sempre
foi e será meu.
Com certeza, você nunca
viu nada parecido:
o meu sorriso te trouxe
de volta ao paraíso.
Os dias cinzentos nunca
mais serão os mesmos,
porque o carinho que me dás
tende fazer o meu
sol brilhar ainda mais
- você sempre me traz.
Até Nossa Senhora
de Aparecida reconhece
quando o amor surge inteiro,
o homem tende
a se recolher e a mulher
a rezar um rosário
perfeito; - esse é
o sinal de que os Anjos
flecharam direito
as nossas emoções,
e que esse nosso
amor que terá jeito.
Iguais ao balanço do mar,
- o tempo há de nos
aproximar.
Busco por teu amor
Com a firme sabedoria
do tempo,
E na esperança de fazer
que o teu olhar
enxergue a luz
e a minh'alma serena:
Sou mulher,
mar de rosas
e amor,
Queira me
levar contigo
por aonde for.
À minha maneira
carrego a força
Dos poetas no exílio
que têm no amor
o vero farol:
converse mais comigo
como quem anda
de mãos dadas
Na beira do mar...
Talvez eu esteja
te pedindo demais...
Querendo o teu amor
- estou à procura
do teu cais;
- quero receber
o teu amor como
As flores recebem
o carinho do sol.
A tua atenção é
como uma estrela
No céu a brilhar,
- o brilho é tão esplêndido,
Que reflete no mar.
Assim o meu
coração fica
por ti a cintilar.
O meu silêncio
é proposital,
- é sentimental pelo teu
- barulho -
Quero que você se interesse
Por mim mesmo sem nenhum
- orgulho -
Estou aqui a te esperar.
Espero por você
da mesma forma
que um navio fica
aguardando
pelo passageiro
embarcar...
Esta sou eu
a te esperar,
Quero fazer
do teu amor: o meu mar.
Para volveres
os teus olhos,
- intencionalmente, silenciei.
Queres tu o meu amor?
O meu coração
é misterioso,
- o coração é um oceano...
Não adianta eu
te explicar;
Quando o tempo der
o sinal e alumiar,
Tenho fé que você
há de se atentar!
Amar com a liberdade
de um peixe
Nadando no mar
- não será demais -
Fazer do teu corpo
a rota para alcançar
- o mar do teu amor -
que hei de não
mais largar;
- e que sempre
encontrarei mais
um e outros motivos
para amar e navegar;
- o teu amor é o meu mar.
Por mais que queiram impôr uma pena
capital à um poeta, na alma dele mora
a chama redentora do mundo celestial.
O poeta é o abolicionista, o inconfidente
essencial - e para ele não há umbral.
O Universo é o prêmio dos poetas,
- nele cabem Ariano e as letras...
O Universo é o boticário dos poetas,
- é nele que removemos a trama espinhenta...
Está no poeta o olho do furacão: ele é
o princípio e o fim de toda revolução.
É fato, que toda a poesia
nasceu para ser castigada - mas nada,
nada mesmo fará a alma do poeta fadigada.
O Universo é o mar dos poetas,
- com ele brincamos com as estrelas...
O Universo tem a força dos poetas,
- o cheiro de nós dois nele se intensa...
O Universo cabe no Sertão e faz lavoura
no Deserto, bobo é aquele que acha que
o poeta não tem nada de esperto...
O poeta finge que dorme, mas sempre
está com um olho fechado e outro aberto.
O Universo cabe na mão do poeta,
- só ele é domina a arte de semear a terra...
O Universo é o instante intacto da ternura,
- ele conhece bem a rota de fuga da amargura...
O prêmio do poeta sempre será o Universo,
- porque no nosso escrever
cabe o Universo inteiro...
O poeta finge que cansa, mas não
desiste nunca - o espírito do poeta é trigueiro,
o poeta arruma sempre um motim festeiro.
O Universo é a geografia dos poetas,
- é nele que abrimos estradas e somos lenda...
O Universo é a casa dos poetas,
- é nele que mora a felicidade imensa...
O poeta já nasceu sabendo
que nada desanima e que tudo desafia - a poesia.
E sempre haverá mil motivos para continuar
escrevendo a poesia.
O poeta conhece a dor, e sabe o quê é a alegria;
conhece o Universo da nostalgia, e o caminho
da galáxia que extasia - o Universo da Poesia.
Por detrás dos arbustos,
Cá estou eu
- silente -
Embalando divinos
Argumentos - absolutos.
O que você quer de mim,
Eu quero muito mais...
Sou um desejo que de ti
Não sai - e não desfaz.
Estou nos teus sonhos
Mais augustos, pedindo
Por nós teus carinhosos
Abraços - robustos.
Tenho loucura por ti
E me assanho doidamente
Por esses teus lábios
Quentes e úmidos.
Nunca vi olhos tão lindos,
E tão gentis olhos escuros
Que provocam em mim
- um oceano -
De desejos ocultos.
Talvez o quê eu mais deseje
de ti seja intangível,
- escrevo.
Ou talvez não,
nada que a poesia
Não possa tocar o teu coração,
- incrível...
Numa insegurança
implacável
Está este corpo,
Nada que o teu
Colo não resolva,
- se ele for amável...
Carinhoso e inefável.
Neste meu canto de exaltação,
- desfaço-me por ti e sem fim...
Sim, assumiria para você
Que ainda sonho contigo,
Se você tivesse reparado
O quê é importante para mim.
Tenho nos meus abismos
mais escondidos
- inscritos -
os teus beijos
ofertados à eles;
ali estão os teus
beijos habitantes
dos meus recôncavos,
e nestes beijos
estão os afetos afogados.
O coração é bicho bom,
- é instrumento fino,
Quanto mais se aperta,
Mais se acerta [o tom]...
Estou correndo
na noite brumosa,
E desatada de mim
mesma na ágora
infante cercada
por essa relva azulada
- correndo de mim
para ir até você -
insinuando-me amorosa
aos caminhos
entreabertos que por ti
foram despertos.
Nunca correrei de ti,
só te espero;
Espero como quem
espera um milagre,
Um sinal celeste.
Dei para ti o meu
corpo sublime,
E com vocação amante
com a fé de quem ama
Crendo que poderá seguir
adiante - assim te espero.
Entregar-me,
Entregar-me inteira,
Até você tomar-me inteira.
Entregar-me toda em tuas mãos,
Com a tua vontade agarrada aos teus cabelos,
Os nossos corpos são um só novelo,
E são nossos os mais lindos desejos.
Fazer-te meu,
Fazer-te todo meu,
Até você ser inteiro meu.
Acarinhando-te com minhas mãos,
Com a minha vontade agarrada na tua pele,
Os nossos lábios são só uma fonte que verte,
Esse amor é a dádiva que o destino recebe.
Somos de nós,
Somos repletos de nós,
Até o infinito tem inveja de nós.
A Lua invade o vale,
Ei-lo aqui neste embalo,
Em meus flancos, - nem um pouquinho mansos...
Hei de fazer-te apaixonado, um sereníssimo regato.
Eu tenho um passo que é só meu,
Não suporto o quê por mim
Não foi criado
- nada me coloca -
Amarrada.
Sou bela porque voo livre,
Vivo solta e não me prendo à nada
- sou indomada -.
Eis-te aqui e um roseiral
Em floração que não
teme o tempo,
E que nasceu em meio às rochas.
E neste momento está
dançando no vendaval...
Expressão de fé e de entrega
Ao mundo celestial.
Não vivo à toa, gosto
de ser apreciada,
E de viver levemente sempre
Tendo um bom motivo
para estar apaixonada.
Há um mundo em movimento
Dentro de mim,
E uma audácia que não se acaba.
O meu coração é inteiro
quando se trata
De lealdade,
Quando você der
a minha falta:
Irás colher a fina
safra da saudade...
E quando você pensar
em me procurar:
Entenderás para sempre
que agiste tarde.
Deste meu corpo nascido
prum bom beijo,
E também para o perigo:
Sou nascida para o pecado, admito.
Resolvi deixar-te
de castigo,
Só porque você não
está aqui comigo.
Acostume-se com esse meu
jeito doido e bandido.
Eu nunca havia contado antes,
Resolvi contar só agora,
Que eu e Ariano no vai-e-volta,
Sempre nos encontramos sempre
No Sertão da poesia
- abrindo uma janela imensa -
E que juntos nada nos supera;
e nem derruba a paixão intensa
Pela a Literatura que nos veste de Lua.
E dessas letras que fazem chover
No Sertão e que criam doçuras
Para cintilar
Ainda mais as estrelas
- galopando -
Não desistimos de acender o candeeiro
Para nos diluírmos na luz da Lua
E na noite perigosa, ardente,
poética e venturosa,
Repletos da nossa paz [maviosa].
Nesse jogral no corpo étereo
Que também é terra - no alvoroço
Desse jogral cigano - sempre me vi:
Cravejada por Ariano.
Ariano prosa, poesia, verso
Poema, e sobretudo, Ariano do alto dessa
Paixão compadecida que por ele sou encantada
Desde menina, e agora, florescida em
Forma de mulher...
O meu bem-te-quer não deixou de florir
Em centelhas douradas pelo Sol de todos
Os sertões mesmo pela vida magoados,
e enganados.
Os dias da minha vida sempre
Foram e são por teus poemas emocionados;
Nessas tuas letras aurivermelhas da cor
Do teu coração - foram estes versos Inspirados.
Só para revirar os teus sentidos,
E nos toques mais infinitos:
Pedi o ombro do meu moço,
Amei você com gosto.
A felicidade não tem preço,
Quando ela chega, te vira
E revira do avesso...
Ela tem sempre um começo,
E também um recomeço.
Com gestos e feitiços plenos,
O teu sorriso iluminou,
Só quem não deu valor,
É porque nunca enxergou...
Escrevo todos os dias
Para dizer que jamais te esqueço,
Entre nós haverá sempre um defeso,
Para nós o amor é indefeso;
Portanto, eu implacavelmente te protejo.
Escrito com vinho tinto
Por você corro esse risco,
O amor é grande, é infinito;
Creio na força do destino.
Trago a poesia pela mão,
O coração está batendo,
Nada sufoca a razão;
O amor tem nome.
Se hoje ainda é noite,
A manhã há de ser,
A lembrança habita,
Tudo irá acontecer.
Tatuado no coração,
Desenhado no tempo,
Tudo tem explicação,
O amor tem endereço.
Sei que estou em você
E nas mãos da esperança,
Está o nosso amor bailando
E bem malandro virou criança.
A minh'alma feminina se esconde
nas rendas e nos versos:
respira, sente e escreve a poesia,
que brota da alma florida.
Não resisto ao amor à moda antiga
Sou uma doce cantiga,
que só com a gentileza combina.
Por mais que venham as nuvens da rebeldia,
não consigo mantê-las para sempre.
Intimista subverto a escuridão em clarão,
e semeio as rosas sem espinhos pelo chão.
Sei de mim e sei de você,
o tempo tem o seu próprio tempo
de fazer brotar a paixão.
Nos perscruto, nos escuto e nos perpasso
a fim de percorrer contigo todos os nossos
- espaços. -
Vou te adorando solenemente a cada passo
- estou nos namorando -
e com a minha poesia te envolvendo
em meus carinhos, beijinhos e abraços...
Tenho por nós o zelo extremo
como a chuva que rega terra
para que a semente brote;
desejando que o amor e a paixão nunca nos falte.
E o sonho infindo de juntos nos banharmos
nessa doçura de dois conduzindo-nos
rumo ao apogeu do amor,
e que nenhum pouco refeitos nunca nos
faremos satisfeitos de nós dois;
E as frações de segundo são e sempre hão de ser
a fiel e teimosa expressão da eternidade.
Tão importante quanto escrever
ou sentir: é ser inspiração.
Ser inspiração para que alguém
continue sentindo ou escrevendo.
Ser é dar sentido para que o amor
continue existindo;
e a poesia nas linhas da vida
continue se escrevendo no ritmo
do coração e na infância
da alma de cada um.
Ser inspiração é ter coragem,
é um doce querer bem...
É ser uma sinfonia de música clássica,
e também um baile de carnaval...
É ter a ousadia de fazer de cada passo
que a vida dá, um passo original...
Ser inspiração é ser parte divinal
para que um coração não se sinta mais um.
No fundo todo mundo quer se sentir,
e continuar se sentindo especial...
É saber abraçar com lábios, com as palavras
que conduzem a pessoa amada à esfera celestial
- é trazer consigo o mais alto grau
de energia para levantar um astral.
Ser inspiração é ter bondade,
é não dar espaço para a saudade...
É ser suave como a noite,
e arder como fogo essencial...
É ter um quê de diabólico,
e também ser um tanto angelical...
A minha maneira vou escrevendo,
sentindo e nos inspirando;
para que um dia quem sabe
a gente acabe se amando.
Existe algo mais forte
do que você imagina em mim,
e que não desiste de continuar te esperando...
Eu assumo que o coração que mora em mim
está mais do que se apaixonando -
ele está a cada minuto te amando...
Apenas aqui existe
- uma poesia -
Escrita com requinte
Porque amar é lira
- dádiva única -
De quem vive plena
- a vida nem tão doce
Como muitos pensam.
Não há nada seu por aqui,
Apenas uma poesia lírica,
- intimista -
De quem tenta sorrir,
Espera e confia,
No que a vida tem para dar,
E o amor que guarda libertar.
Tenho verdade naquilo
Que escrevo,
Tenho bondade naquilo
Que sinto,
Tenho carinho, se me aprecia,
Sou poema-mulher,
Sou poesia-feminina, sibila.
Apenas aqui existe,
- um espelho -
Escrito com doçura,
Que você procura,
Nesse mundo desprovido
De carinho e doçura;
Não! Espere nada...,
Simplesmente me leia
Um poema virtuoso - que incendeia.
A coragem não te permitiu:
de ter me dado o teu abraço.
Talvez por eu ser o ramalhete
- das rosas mais frescas -
Que talvez tiveste contato.
O teu olhar se permitiu:
contemplar o horizonte
- como um dardo -
Perdeste-me da minha fronte,
Eu bem que poderia estar
bem pertinho, e ao teu lado.
Os teus afetos, as tuas loucuras
- cada um deles são meus,
E as tuas vontades: são minhas.
Não houve despedida,
Porque a verdade sublime: é nossa.
É irresistível não reconhecer,
Desde o dia que nos vimos:
passamos ao mais alto dos planos,
experimentando o prazer imenso
de nos pertencer e de nos acolher.
Filha da terra,
não reconhecida,
- estremecida
Faz parte de quem
vive desterrada,
Sob o teto de estrelas,
enluarada,
Em passos firmes,
alma insegura,
Ainda sente os reflexos
da tortura,
Não desiste,
enfrenta;_é partitura!
Princesa e plebeia
- ao mesmo tempo -
Com os pés na terra,
Sendo saudade engolida,
Com os olhos nos astros,
Uma vontade silenciada,
Com o peito na Lua,
Sendo verdade reprimida,
Com as mãos ao vento,
Uma inocência desacatada.
Sou a poesia
sob suspeita
Só para quem
não entende
Sou a poesia
escrita – faminta
Só para quem
se permita...
Escrevo para fazer
parte de você,
Escrevo para tomar
conta da sua vida,
- tu bem me conheces
Desde então quando envolvestes
as mãos
Na minha cintura,
e colou o teu corpo,
Fizeste assim com que eu
não te esqueça,
E não te esqueço mesmo,
és a minha cantiga.
Ainda sonho contigo,
Nada passa à toa;
A lembrança toma conta,
Deixando até tonta:
A lágrima foi vertida...
Não existe ninguém nessa vida
Que nunca tenha deixado
Algo ou alguém para trás,
Bem longe e em algum lugar,
E que muita falta sempre faz...
Ainda acordo durante à noite,
E até nas minhas manhãs
Procuro-te por causa do vazio
Provocado pelo (destino)...,
Obviamente não encontro,
Por razões óbvias não conto.
Sou um ramo em flor
- sobre a pastagem -
Sobejamente tu me pegas
E coloca-me em destaque
Levando-me sob as tuas regras
É desse jeito que tu me carregas.
Dou um não ao que me afasta
- fujo da tempestade -
Serenamente tu me recebes
E sacia-me como a chuva
Mansa ao teu apelo,
É desse jeito que te recebo.
Vou ao teu encontro
Como a flor desabrochada,
Sedenta e paciente
Para que a chuva caia,
Alimentando a possibilidade
Da semente do amor ser fecundada.
O Sol raiou dissipando o frio
O mar ainda persistente e bravio
- esbanjou -
A cor azul oceano se destacou
E o céu apaixonado sem engano
Beijou o mar conforme o plano.
O poema ali escrito nas dunas,
A praia de Salinas e das ternuras,
- escreveu -
A história do jeito que eu esperava:
Pude apreciar as tartarugas,
o ninho das corujas e as borboletas.
A nossa cidade tão cauta,
Tão repleta de alma,
Tão doce e calma,
É o Balneário longe do mundo,
- endereço do sossego
Que tenho por apego ao aconchego.
Balneário Barra do Sul,
Onde o beijo do céu azul
Beija o beijo do mar azul.
Faz de mim filha devota
- Da região Sul.
Derramada de tanta devoção,
Apaixonada pelas paisagens,
Carregando nas veias as origens,
Embalada por tanta paixão,
Carregando versos de amor,
Assim irei fazendo de mim uma canção.
No meu peito eclode solar,
Um mistério brilha o olhar,
Longe de tudo e do mundo,
É floração casta a desabrochar.
Livre do despautério alheio,
É leveza de ser e de viver,
É certeza de amar e querer,
É fortaleza sem tabu e receio.
Como é bom te rever no seio,
Revelado melhor ainda será:
amíúde e bem devagar
Sem pressa de nos desfrutar.
Nada ameaça a primavera,
Mesmo aquela adormecida,
- É primavera tímida,
Delicada, poética e dourada.
Livre como um passarinho,
O coração sem noção de perigo,
- Pedindo carinho e abrigo.
Suave como uma borboleta,
O coração segue a mística,
Sempre com certeza crística.
Sinceras centelhas de luz,
Poesias de minha coragem,
Que levam ao mundo beleza,
E dão sentido à paisagem,
Flutuam, vão e e nos veem;
Frutos dessa minha fantasia
Carinhosa e estrondosa,
- acólita e recólita
Crente e indecifrável,
Coisa de quem escreve para si,
- sonhando viver para ti
Divagações amenas, apenas.
A noite desce
Calmamente,
E eu livre de rigores
- caí em poesia
Simplesmente.
Escrevo para mim,
Para satisfazer-me,
E envolvendo-te
Intensamente
Apaixonando-me
Por ti para sempre,
É desafiador!...
Só tenho o tempo,
Para zelar por nós,
E por nosso amor,
Sinto a fragrância
Na mais alta nota.
Desenho a rota,
Alguém tem de crer,
Num caminho leve,
- Imediatista -
Amar de verdade
Requer grande zelo:
ORIGINALIDADE!
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