Poema 18 anos

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– Por que sinto que a conheço há muitos anos? – disse ele, certa vez, à entrada do metrô.
– Porque eu gosto de você – respondeu ela – e não quero nada de você. E porque nos conhecemos.

Ray Bradbury
Fahrenheit 451. São Paulo: Globo, 2012.

Lembramo-nos melhor dos primeiros anos de vida do que dos subsequentes. Quanto mais vivemos, tanto menos os acontecimentos nos parecem importantes, ou suficientemente significativos para serem depois ruminados; todavia, este é o único meio para fixá-los na memória, caso contrário, serão esquecidos logo que passarem.

Quero chegar aos 100 anos , já estou me preparando para a festa . Só falta apenas um detalhe: Ainda não combinei com Deus ...

É triste sumirem-se com os anos as pessoas que contam como razão de ser da gente e ficar delas apenas o silêncio. Não ver nem ouvir mais quem se amou, a quem esteve tão ligado quanto a Igreja a Jesus. E as pessoas morrem todos os dias: de verdade ou no coração da gente. E continuamos a viver, apesar do nada, do vazio. Mas, se de um lado perdemos os que amamos, de outro eles aumentam sempre. São a razão da vida, necessários e vitais para nós como a fé em Deus. Ele eles mergulhamos num poço escuro.

O que mais me surpreendeu ao passar dos anos ... foi descobrir que a sinceridade é uma arma perigosa. Se você usa demais as pessoas se afastam. Se você usa pouco os falsos se aproximam.

Ao longo dos anos, vim a perceber que a maior armadilha na nossa vida não é sucesso, popularidade, ou poder, mas auto-rejeição. Sucesso, popularidade, e poder podem realmente apresentar uma grande tentação, mas a sua qualidade sedutora, muitas vezes, vem da forma como eles são parte de uma tentação muito maior de auto-rejeição. Quando começamos a acreditar nas vozes que nos chamam inúteis e indignos de ser amados, então sucesso, popularidade e poder são facilmente percebidos como soluções atraentes. A verdadeira armadilha, no entanto, é a auto-rejeição.

Daqui a vinte anos, pessoas como Filipe G. Martins, Rafael Falcon, Rafael Nogueira, Felipe Moura Brasil, Raul Martins, Silvio Grimaldo, Taiguara Fernandes de Sousa Fábio Salgado de Carvalho, Bruna Luiza, Hélio Angotti Neto, Paulo Eneas, Lorena Miranda Cutlak, Juliana Chainho, Jussara Reis, Elpídio Fonseca, Mauro Ventura, Josias Teófilo, Matheus Bazzo, Ronald Robson, Carlos Nadalim e outros alunos do COF serão inevitavelmente as figuras dominantes no cenário cultural brasileiro, que então será de uma riqueza que fará esquecer os quarenta anos de miséria. Não há pressa. Nada de grande no mundo se fez sem o 'longo silêncio da maturação' de que falava Nietzsche.

Quando se quer um emprego, basta simplesmente procurar, lembro que alguns anos atrás em que era difícil se conseguir serviço na minha região, saí pela manhã somente com um café e pão com margarina. Passei o dia inteiro pelas empresas procurando trabalho, sem êxitos, cheguei em casa já era noite, cansado, com fome, mas antes de jantar agradeci a Deus pela força, ânimo que me concedeu. Amanheceu, fui em busca novamente, acreditando que tudo é possível quando se quer, e se luta, e se caminha com Deus. Foi então que as duas horas da tarde eu havia conseguido três empregos, então optei pelo melhor. No outro dia eu já estava empregado, por tanto nunca deixemos de ir atrás do que buscamos, se hoje foi difícil, o amanhã nos surpreende. Não podemos desanimar diante do impossível, pois com fé e crença em Deus tudo é possível, desistir jamais.

Hoje eu sei quem eu sou, aprendi muito sobre mim nesses anos todos ... Nunca agradarei a todos nem serei uma unanimidade, mas acredito ser o melhor que posso ser no momento. E espero amanhã ser melhor ainda ... Hoje eu me conheço o suficiente para não dar mais tanta importância ao que os outros dizem a meu respeito. Enfim, hoje aprendi a me amar, e isso inclui amar todos os meus defeitos!!!

"Fui muitas coisas nesses anos de vida. Tive medo de crescer até o tempo fazer isso por si só. A partir daí notei que eu era maior que meu medo; que este na verdade é apenas o momento anterior do SER. Tenho minha muralha com armadas em pontos estratégicos. Ando em saltos, mais cética, mais racional e mais feliz. Cometo menos erros. Meu coração aprendeu a entrar em consenso com meu cérebro e isso estabilizou minha pressão. Ele, antes na garganta repousa na minha caixa toráxica apenas fazendo seu papel principal: bombear sangue. Talvez um dia ele permita alguém novamente adentrá-lo. Não qualquer um, O Alguém. Sabe de uma coisa? Estou novamente em branco".

"NÃO CONTE NOS DEDOS OS SEUS ANOS DE CASAMENTO OU DE UNIÃO. ACUMULE-OS NA CONTABILIDADE DO SEU CORAÇÃO, FAÇA O BALANÇO E VEJA O SALDO DO GRANDE BENEFÍCIO QUE LHE PROPORCIONOU: A FAMÍLIA. COM FILHOS, UNINDO-SE A OUTRAS FAMÍLIAS, COM NORAS E GENROS,FORMANDO NOVAS FAMÍLIAS: OS NETOS.É A PERPETUAÇÃO VIVA DA NOSSA EXISTÊNCIA, ESCRITA NO LIVRO DA NOSSA HISTÓRIA E QUE NEM MESMO O TEMPO CONSEGUE APAGAR". autor: Márcio Souza (EU).(Pensamento em comemoração aos meus 50 anos de casamento - 14.07.1963/14.07.2013).

Eu era aquela adolescente que ansiava ter logo dezoito anos pra assistir o filme ''Romeu e Julieta'', e poder constatar mais de perto o amor que eu só lia nos livros que tanto apreciava; o romantismo dentro de mim brotava como um rama de girassóis sempre irradiando para o alto, querendo alcançar o céu e ser aquecida pelo sol; aquela adolescente risonha, alegre e faceira que saía de mãos dadas com o meu pai, com o maior orgulho, como se ninguém, na face da terra, tivesse um pai mais maravilhoso do que o meu, nunca me sentir tão amada como naqueles momentos, que íamos passear, assistir os filmes que ele nem me dizia os títulos deles, só pra me ocasionar expectativas, surpresas e alegrias, como por exemplo ''E o Vento Levou'' ...Ou então ir com ele pra aprender a jogar Boliche, mas as bolas eram tão pesadas e eu conseguia só derrubar um obstáculo; mesmo assim meu pai batia palmas e me incentivava a tentar mais uma vez; ou quando ele me levava ao Iate Clube, desde a tenra idade, pra me ensinar a nadar, a cada dia perder o medo e a pular num trampolim mais alto, e ele sempre estava de braços abertos me esperando lá embaixo na piscina; e ele também me ensinava e me deixava pescar e mesmo quando eu só pescava um peixinho e me sentia toda orgulhosa por tal façanha e realização, ele me aplaudia e ainda ganhava de prêmio o seu sorriso tão maravilhoso!

“Algumas coisas que, com o passar dos anos, vão nos cansando: ser forte e tolerante, sofrer calado, sustentar a altivez, manter a esperança e ser racional.”

Fui chamado de louco ao interpretar uma pergunta,
quantos anos você tem? Eu respondi um...

''Criar filhos é simples, é só dar amor, todo o amor possível até os quinze anos e depois soltá-los no mundo. Bonita definição. Eu também tenho algumas definições. Por exemplo, para mim, pai é apoio. Mais do que limites e educação, pai é apoio. Limites e educação também, é óbvio. Mas apoio vem em primeiro lugar, sempre. E de vocês eu nunca tive isso.''

Amizade verdadeira é assim mesmo: podemos passar anos sem nos ver, mas quando nos reencontramos sentimos que nada mudou.

Eu vivi intensamente todos os prazeres do amor, ao longo destes anos, amores que me consumiram, desgastaram-me e reduziram-me, esqueci que lá na frente iria precisar de um amor. Um amor que eu nunca fiz por onde prende-lo e sim por escapa-lo, aquele amor que preocupa-se quando se está doente, que cuida no hospital, que preocupa-se com o horário dos remédios, que providencia uma alimentação adequada, que vigia o sono pra ver se estamos bem. Por fim só se valoriza quando se perde ou quando se está precisando desse amor...

Cristão não é aquele que vai na igreja a anos; também não é aquele que ouve música 'gospel'. Cristão é aquele que se assemelha a Cristo, e mesmo imperfeito, busca a santidade.

Outro dia conversando inbox com um amigo, que não o vejo há anos, ele me disse: "nossa, cara! você ainda tem fotos nossas guardadas desde aquele tempo". Dai eu respondi." sim, porque no dia que Deus me levar, quero que todos os meus amigos lembre-se que fizeram parte de algum momento feliz da minha vida".

Com certeza não são os anos que nos fazem amadurecer, mas o que vivemos nesses anos ... nossos erros, nossas frustrações, nossas derrotas podem nos derrubar de vez ou nos ensinar, nos fazer mudar ... e mudar é amadurecer!!!