Podia ser Pior
As crianças devem sonhar ser o que quiserem pra contribuir no mundo, e não mão de obra de alguém que veio antes e tomou tudo.
Nasci para ser luz no mundo e sal na terra, e só por isso, luto todos os dias contra minha natureza humana para que eu cumpra o meu chamado.
Quando jovens temos pressa de ser e ter. Quando adultos temos pressa pelo que ainda não somos e não temos. Chegará o dia em descobriremos que o bom era não ter tido pressa nenhuma!
Um mundo de paz, onde não há guerras e nem descriminação, onde podemos ser quem quisermos sem se preocupar com o que os outros dirão, pois nesse mundo cheio de amarguras sempre há uma sombra que nos diz o que deveríamos fazer para prejudicar as pessoas que querem nosso bem, mas com nosso ódio e orgulho acabamos caindo nas lábias da serpente do destino, onde acabamos nos autodestruindo, para que outros não vejam o quanto você é forte e corajoso, eles acabam criando uma imagem negativa de sua pessoa. Para alguns, um crime sem julgamento, mas para você apenas um erro, não deixe que pessoas desse jeito te abale, são essas pessoas que fazem você crescer, pois pelos machucados que elas lhe causaram, você acaba não se abalando mais pelas opiniões dos outros, mas sempre lembre disso, não é só porque você ficou forte e ninguém mais te atinge que você fará o mesmo, sempre mostre a outra face, pois é essa face que destruiu o espírito corrupto que está preso naquela pessoa, e você por sua vez acaba libertando aquela pessoa de seu pesadelo.
Sua percepção sobre a vida e as pessoas o fazem ser o que ele é: Ouvinte e amavel orientador. Suas palavras são doces para a alma aflita!
Escrito ou não escrito?
A palavra escolhida
Como uma flor
Colhida
Brota no nosso ser
Toma um banho de luz
Começa a florescer
Ao dia aparecer
Um orvalho a escorrer
Cai no chão
Do poeta?
Do mundo?
Do profundo?
Da solidão?
Da pura fiel emoção
De um poema que nasce
Floresce
Permanece
Dentro do seu
Do meu
Do nosso
Coração
Nunca deixei de gritar por não ser escutado
Nunca desisti por não estar acompanhado
Nunca mudei a escrita por não ser compreendido
Nunca em meus escritos citei um verso ouvido
Nunca pensei em lucrar com o RAP que faço
Nunca falarei mal de alguém para ganhar espaço
Nunca falei bobagens para versos rimarem
Nunca farei música para miúdas dançarem
Nunca lamentei da vida sem antes trabalhar
Nunca deixei de sonhar em arquitetar
Nunca propositei erros por ser imperfeito
Nunca consciente mostrei o meu defeito
Nunca por falta de guita arranquei carteira
Nunca por sofrer «bulling» abandonei a carteira
Nunca por falta de ideias escrevo besteira
Nunca a minha Mãe sofreu com a minha asneira
Nunca saí á rua para criar um inimigo
Nunca deixei-me influenciar por um amigo
Nunca para ser acarinhado divulguei meu segredo
Nunca do trabalho tive medo, sempre acordo cedo
Nunca a minha realidade escondi com mentiras
Nunca dei nem darei sangue a miúdas vampiras
Nunca levantei mão a nenhum adulto
Nunca por ser miúdo agi como um puto
Nunca respeitei a cara de quem me fala pelas costas
Nunca rompi amizades por partilhar ideias opostas
Nunca tatuarei o nome de uma mulher em minha pele
Nunca dirigi-me mal inspirado com a caneta no papel
Nunca procurei mentir para ganhar a razão
Nunca quem elogiou-me apertou-me a mão
Nunca irei a palhota pedir uma mansão
Nunca me faltará pão tenho profissões na mão.
Eu sou um, ser humano comum
Nascido em um ano, em um parto cesariana
Obra sem um plano, fruto de um engano
Sou apenas um humano e por destino Africano
Vestido e alimentado apesar de ser um dano
Criado e educado por um casal Moçambicano
Onde a Mãe é maltratada por um marido insano
E ele é humilhado pelo patrão tirano
Mas meu Pai se esforçava pelo meu futuro
Enquanto a Mãe chorava naquele quarto escuro
Eu apenas observava que ser adulto é duro
Nada que vivi almejava por muito que fosse burro
Todos anos matriculava em uma classe diferente
Nunca reprovava era simplesmente inteligente
Não copiava, sabia naturalmente
Dedicava-se, encarava os estudos seriamente
Do pouco que tinha, da carência dos parentes
Firme se mantinha, até mostrava os dentes
Morávamos numa casinha, daquelas indecentes
Sala, sanitário, cozinha e quartos insuficientes
De bens materiais sempre fomos carentes
O amor dos meus Pais valia mais que mil presentes
Nunca pedi demais, apenas que fossem pacientes
Com os sonhos triviais que pareciam indiferentes.
Mas o tempo provou que a luta não foi em vão
O escuro apagou-se no findar da tribulação
Meu Pai alegrou-se e saltitou de emoção
A Mãe abraçou-me e chamou-me; Campeão
É assim que acontece, quando o sonho não esmorece
O espírito se enaltece e a força aparece
E quando o medo padece o caminho livre, logo vê-se
E tudo que você merece, com o tempo te pertence
Difícil é acreditar, é mais fácil imaginar
Não sou eu a afirmar, apenas estou a contar
O que muitos estão a vivenciar, outros por começar
Sem motivos para continuar, desistem de tentar
Qual a razão de respirar, beber e se alimentar?
Se não for para se esforçar, por uma causa lutar
Ficar aí a lamentar de nada te vai adiantar
Irmão tenta se animar que o mundo está a girar
Viver não é sonhar põe-te já a acordar
Com este modo de pensar não vais a nenhum lugar
Não sou quem vai ditar como deves-te comportar
A escolha é peculiar e o tempo está a passar
A vida é um mar, vive quem sabe nadar
Morrer é se afogar, apoia-te em algo para boiar
E se a vida for um pomar, devemos sempre cuidar
Constantemente regar para nunca deixar murchar.
Não tenciono por nada ser a próxima celebridade
Ergo a caneta gastada, com mês de idade
Traço a letra alinhada aos sucessivos versos
Mente entusiasmada, explorando universos
Pouco serei reconhecido por este acto solitário
Escrever feliz e aborrecido como se construísse um diário
Muitos me têm esquecido, poucos me percebem
Não me dou por vencido nem convencido que não me recebem
Não sei ainda ao certo qual é o fim disto
Embora conciso decerto, escrevo e insisto
O amanhã é incerto, aldraba-se quem o tem previsto
O agora é que existe, aproveito e não desisto
Quero sair dos bastidores, da sombra das cortinas
Encarar espectadores, espantar as rapinas
Quero estar com trovadores escalando a pé colinas
Não procuro aduladores nem intimidades com meninas
A solidão me basta mas a fama não nego
Letra tenho tanta de transtornos que carrego
Depressão me persegue com martelo e prego
Mas ela não percebe que nunca me entrego
E se a morte é para todos, então não tenho medo
Vou escrever e escrever até sangrar os dedos
Fazer da caneta e a sebenta meus brinquedos
Um dia serei ouvido, reconhecido, tarde ou cedo.
Começou na curiosidade, experimentei ao acaso
Naquela ingenuidade era um papel raso
A ideia era rimar, métrica não vinha ao caso
O mais rápido terminar, obedecia um prazo
Em uma viagem de ida, com passagem de volta
Atraído pela batida, a mão ficou mais solta
Cabeça toda pronta, cegueira conheceu a morte
Rasguei meu passaporte e abracei esta sorte
Sorte de aprender quando estou a ensinar
Sorte de poder falar a rimar
Sorte de escrever, sem nada para limitar
Isto me fez conhecer meu próprio limiar
O norte é a frente, a morte é a meta
Métrica diferente na voz e na letra
Cai areia da ampulheta eu sentado num cometa
Viajando pelo planeta, com caneta e sebenta
Mas nem sempre é assim, imaginação esgota-se
Transpiração entra aí quando a mente encontra-se
Em transe temporário, fora da órbita
Aciono o modo solitário, pratico a mania mórbida
Sem grupo ou banda, sozinho no «Under»
A mim ninguém manda, MTA, só anda
Sem grupo ou banda, sozinho no «Under»
E se o reconhecimento não vier? MTA, não se zanga.
Cinco anos na activa, já sou licenciado
Manter a poesia viva, (cumprindo o primeiro jurado)
Depois da positiva com a obra «Verbum Pro Verbo»
Cheguei a conclusiva que sou um bom servo
Entreguei-me por inteiro tal como advertido
Fiel mensageiro, requisito cumprido
Desde sempre verdadeiro, mais outro obedecido
E tudo que me é retribuído, é um público ensurdecido
Ninguém me escuta, isso tem em aborrecido
E não há desculpa que me deixa convencido
Que o conteúdo que trago passa despercebido
Isso não acredito, mesmo sendo introvertido
Juro meu irmão tentei parar de escrever
Mas essa opção não me cabe escolher
O cérebro e o coração são os comandos do meu ser
Não posso dizer não, apenas proceder a obedecer
Na auto-exposição, apostei em demasia
Canção em canção são, tristezas e alegria
Se verso fosse um grão de arroz não emagrecia
Desnutrição não preocuparia, gastrite não temeria
Só para a minha informação, o que disse é utopia
Caio em depressão só de saber que a poesia
Que escrevo com dedicação não passa de uma porcaria
Ao desgosto do cidadão influenciado pela maioria
… Globalização.
Mal, afinal quem é o Pai desse mal?
É o ser transcendental ou o animal racional?
O diabo decerto é a opinião global
Um tal anjo esperto, governante universal
Censo comum é a ponte do conhecimento actual
Eu não creio em dogmas acredito na moral
O dogma é veneno da potência intelectual
Única certeza trivial é que o mal é real
Ausência do bem, insatisfação da conduta
De alguém para outrem, com ou sem desculpa
O mal é histórico, nascido da labuta
Arquitetado pelo homem, o mal reside na disputa
Homem transfigurado em animal selvagem
Facto mais que consumado, não se trata de miragem
O fim é justificado pelo meio que é usado
Mesmo que o resultado prejudique o irmão do lado.
A Igreja não é um prédio ou um encontro social, não deveria ser mesquinha, segregacionista, preconceituosa; não deveria condenar as pessoas, impor religião, ser dona da razão.
Igreja é um lugar impossível de ir, pois é algo possível apenas de ser!
A igreja somos nós!
Igreja é a comunidade de toda gente, onde o amor é a regra de fé e prática, onde Jesus é tudo em todos!
Embora nem sempre eu consiga, tento ser filtro e não esponja: o que é bom eu retenho e o que não é, deixo ir.
Felicidade, uma escolha? ou algo a ser conquistado?
Geralmente dividimos nossas vidas em frações , as quais por serem preenchidas ou realizadas nos estaziamos e momentaneamente nos dizemos felizes. Porque momentaneamente?
Porque depositamos nossas expectativas em frações, por isso logo a seguir voltaremos nossas atenções para outras partes da fração felicidade...
Falta- nos foco!
Foco em que?
Em quem e você ?
Você não e uma fração nem tanto todo o conjunto dessas frações..
Podemos resumi las em : vida sentimental, vida social,vida financeira, bens materiais,vida profissional e espiritualidade. Alimentamos cada uma de acordo com nossas necessidades e desejos mas sempre haverá um desequilíbrio pois perdemos o foco ao fazer isso portanto a felicidade não será alcançada desta forma. Mais uma vez lhe pergunto quem e você? você não e estas frações ou qualquer uma delas, você e um ser que respira que caminha que racionaliza e que escolhe pelo seu livre arbítrio todas as coisas portanto escolha ja! Agora ! Neste momento ser feliz! seja feliz! Sorria ! Distribua bom humor, abraços e palavras de carinho, alimente ao seu verdadeiro eu de coisas boas de sentimentos e emoções, resgate o seu direito de ser feliz independente das frações isso e algo a parte as quais temos sim o direito e o dever de buscar, mas jamais colocar todas nossas expectativas e idealiza las como objetos de felicidade.
Busque a si mesmo, resgate se, permita se , ama se.. cuide do seu jardim, do canteiro de seu coração e permita que ele floresça... Todas as coisas a partir dai, quando estiveres preparado para recebe las e usufruir em plenitude virão ate você.
Gosto de gente decidida, que sabe o que quer, gente que não tem medo de assumir o risco de não ser feliz, que com vibrações celebra a vida e as coisas boas que ela tem a nos oferecer.
Prefiro conviver com aqueles que vivem sem o medo de ser ridículo. Gente feliz de verdade é autêntica, tem vida interessante, mesmo que no anonimato.
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