Podia ser Pior

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⁠E eu num podia entender porque a gente vive se tudo que a vida faz na maior parte do tempo é fazer a gente se sentir mal.

Só uma vez, podia me ver pelo que sou, e não pelo que queria que eu fosse.

Podia existir uma droga do autoperdão. Você toma e tudo se refaz. Você agiu certo com todos a quem amava, deu valor a todos eles e sente que tem a vida toda pela frente. Esta vida linda e todos os prazeres dela. O amor que eu poderia dar, o bem que eu poderia fazer. Só que essa droga não existe. Nós mesmos temos que nos perdoar.

Eu não sabia se podia te esquecer. Até que te esquecer foi á única opção que tive.⁠

Aprendi a fazer da dor que sentia por ela uma parte da minha vida, uma obsessão com a qual eu podia viver com uma intensidade tolerável.

Abdulrazak Gurnah
Gravel Heart. Londres: Bloomsbury Publishing, 2017.

Nunca pensei que podia te amar
Agora eu não consigo segurar
Não sei viver sem você
Muito menos te esquecer
Tento parar de pensar
Mas como parar de pensar em quem você deve amar
Não consigo parar de sonhar com você
Sem perceber estou apaixonado por você
Não sei se consigo aguentar
Essa vontade de falar toda hora com você...
Porque não consigo te esquecer
Acho que pelo fato de tanto te amar
Um amor que não consigo deter
Não esqueça, eu sempre vou amar você!

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.

Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.

Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.


Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.

Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada.

Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.

Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse

- "Esse aqui".

- "Quer que embrulhe para presente?" - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.

Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.

Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.

Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.

Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.

Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: "Então, você não sabe? Faleceu essa manhã".

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.


Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde....

Tinha uma casa. A casa mais linda que podia existir. Podia-se ver muito de fora para dentro, mas nem tudo se revelava. Tinha algo naquela casa que impelia a entrar. Talvez fosse a eminente paz que se via emanar do seu interior alcançando a distância de um pé a sua porta. As pessoas, ali dentro tão feliz! Sim lá dentro tinha algo que não era para muitos, mas muitos queriam está lá. A casa era um deleite de poucos. Clara a casa. Forte a casa. Era com certeza um lar. Era um lar, no passado foi! Alguém resolveu entrar. Queria a casa para ele. Então, uma vez lá dentro achou melhor mudar o sofá. Não gostou da cor e também mudou. Daí tirou os vasos, e com os vasos as flores. Resolveu mudar a música, não era samba de viola, mas era algo americano e repetitivo - e daí se ninguém dança? É moda americana! Quem não gostar vá dançar um funk brasileiro! Nada estava bom, nunca satisfeito mudou, mudou e mudou novamente. De fora não se podia ver mais nada. E a casa que era sonho de morada, não era mais um lar. Não era mais nada. Só um monte de confusão. Coitado desse homem que quis tanto entrar! Entrou e não soube morar.
- Hey, man! Não era a casa, era a essência de saber morar!

Sabe aqueles dias,
Que por algum motivo,
Você não podia estar comigo?
Aqueles eram os dias,
Em que eu mais
Te sentia perto de mim...

“Passei a noite em claro refletindo em uma definição para palavra Amor, podia ter olhado no dicionário, e pouparia uma noite de sono”

✨ Biografia – “Entre Estrelas e Palavras” ✨



Desde pequena, ela descobriu que podia viajar sem sair do lugar bastava abrir um livro ou pegar um lápis. O universo se tornava seu refúgio e o tempo, seu companheiro silencioso. Fascinada pelo mistério das estrelas, pelas voltas que o tempo dá e pelas infinitas formas do amor, ela transformou seus sentimentos em palavras que tocam, curam e inspiram.



Escrever, para ela, é mais do que um dom é uma forma de existir. Cada texto é um pedaço da alma que decide se aventurar pelo espaço infinito das emoções humanas. Nas suas histórias, o amor viaja entre planetas, o tempo ganha voz, e o espaço se torna cenário para corações que se encontram mesmo em galáxias distantes.



Com a caneta na mão e o olhar voltado para o céu, essa escritora constrói universos um por palavra, um por sonho, um por emoção. Suas páginas são constelações de sentimentos, e cada leitor que a descobre encontra nela um pedaço de si mesmo, perdido entre o tempo, o espaço e o amor. 💫

E quando você pensa que
já viveu tudo que tinha pra viver,
que já aconteceu tudo que podia
acontecer e que finalmente você
entendeu tudo que tinha para
entender e assim caminhar
em paz... O mundo desaba na
sua cabeça e você compreende
que ainda há muito que aprender,
há muito que viver e muito
para compreender....

A vida é mesmo engraçada, quando você acha que ja viveu tudo que podia viver e que finalmente encontrou a tua chave que abre a porta da felicidade... Tudo desmorona na sua cabeça e você aprende que não existe uma chave para a felicidade e que a vida é feita de pequenos momentos felizes, ou seja, não existe a plena felicidade, aquela continua, mas sim, momentos de intensa felicidade. Esses momentos acontecem diariamente nas nossas vidas, é um estado sublime de alegria, no qual o nosso coração transborda, nossos olhos brilham, nosso "eu" se reafirma e nos sentimos em um estado de graça tão intenso, que parece que estamos flutuando... Quando alguém te perguntar se vocé foi ou é feliz, diga que sim, diga que você faz de cada momento da sua vida uma eterna felicidade! (Priscilla Rodighiero)

⁠✍️O que se podia esperar dos seres humanos quando todos estivessem dentro da máquina?

A criança que sentia demais




Ela aprendeu cedo
que o chão podia desaparecer.


Não por terremotos,
mas por silêncios que mudavam de humor,
por paredes que escutavam demais,
por relógios sempre prontos para correr
até um lugar branco, de luz dura.


Cresceu com antenas no peito.
Sentia antes de entender.
Pressentia antes de querer.


Enquanto outras brincavam de futuro,
ela brincava de equilíbrio:
não ocupar espaço demais,
não desejar alto,
não guardar segredos em gavetas frágeis.


Aprendeu a existir em modo de espera.
Como quem segura o fôlego
para não acordar o perigo.


Havia beleza, ainda assim.
Sempre há.
Ela colecionava migalhas de mundo:
um pedaço de céu visto da janela,
o cheiro de algo bom que não durava,
um riso emprestado no meio da tarde.


Com o tempo,
cresceu por fora
antes de crescer por dentro.


Levou para a vida
a inocência dos que nunca foram protegidos:
acreditou demais,
deu nomes às coisas antes de testá-las,
ofereceu o coração
como quem oferece água
num deserto que finge ser oásis.


Roubaram-lhe ideias
como quem colhe frutos de uma árvore
sem perguntar quem a plantou.
Confundiram sua entrega com fraqueza,
sua escuta com permissão.


E ela, ainda assim,
continuou aberta.


Porque quem aprende a sobreviver cedo
demora a aprender a fechar portas.


Mas há um ponto,
sempre há,
em que a criança cansada
olha para o adulto que se tornou
e diz, em silêncio:
agora é comigo.


Não há ruptura visível.
Não há vingança.
Há algo mais raro:
a construção lenta de um centro.


Ela começa a devolver pesos
que nunca foram seus.
A deixar no chão
o que carregou por amor mal compreendido.


Descobre que pode escolher
onde pousar o corpo,
a quem confiar a própria história,
o que merece permanecer intacto.


E então,
sem anúncio,
sem aplauso,
algo muda de lugar.


A vigilância vira atenção a si.
O medo aprende a descansar.


A criança não desaparece.
Ela finalmente encontra abrigo
no adulto que sobreviveu
sem perder a capacidade de sentir.


E isso,
isso é um tipo silencioso de vitória.

Eu larguei tudo o que podia nos destruir. Você ainda corre pra isso quando dói. E isso diz mais do que qualquer “eu te amo”.

Eu passei toda a minha vida com medo.
Medo do que podia acontecer... e podia ou não acontecer.
Eu passei 50 anos assim.
Ficava acordado até três horas da manhã.
Mas quer saber?
Desde o meu diagnóstico, eu consigo dormir bem.
Eu percebi que esse medo era o pior de tudo.
O medo é o inimigo real.
Então levanta.
Vá pro mundo real.
E bata naquele desgraçado o mais forte que puder, bem nos dentes dele.

(Walter White)

Hoje você esta completando mais um ano de vida e eu não podia ficar de fora dessa festa, por isso, quero te desejar um temporal de coisas boas...Que Deus renove tuas forças e que você continue firme na tua caminhada, feliz aniversario com afeto e carinho.

Só existia eu e você,
Ninguém mais podia perceber.
A mistura de cuidado e intensidade,
O toque de lar misturado com saudade. - Frase da música Olhar que me Vê do dj gato amarelo

⁠[…] Eu podia ouvir meu coração batendo. Podia ouvir o coração de cada um. Sentado ali, podia ouvir o ruído humano de nós dois, mas nenhum de nós se movia. Nem mesmo quando a sala escureceu.
Nossos corações insistentemente batendo, quem sabe um contra o outro, sincronizados, até se partirem, - e acredite, nada dói mais que o primeiro.