Podia ser Pior

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⁠O Brasil só vai para frente quando os maus pararem de ser premiados.

Ser literal e expressar em palavras aquilo que você pensa e sente é difícil demais… ainda mais quando alguém lê. Não é fácil, principalmente quando são pessoas que talvez nunca vão entender o que você quis transmitir.

Julgar é fácil. Difícil mesmo é entender ou pelo menos querer entender as palavras de alguém. Vivemos em um mundo banal, onde muitos estão vazios e buscam apenas aprovação pelo que aparentam ser, e não pelo que realmente são.

Seja alguém que, ao ser admirado, reconheça que precisa melhorar. A humildade sempre está em construção, porque é excelente.

Deus não quer ser buscado, para de buscar a Deus.

Em cada verso, a força de um recomeço;
em cada escolha, a coragem de existir.
Ser mulher é dançar entre a razão e a emoção,
transformando desafios em poesia e sonhos em realidade.
Aqui, a alma plural encontra sua voz,
seu poder, e sua essência.

Não se julgue, se jogue. O prazer existe, para ser provado. Estas são algumas das frases impressas a fogo nos palitos de madeira, dos picolés Magnum da marca Kibon. Uma estratégia nova de marketing direto para o verão de 2026, quase se achando uma variante dos biscoitinho da sorte, chinês.

Quanto mais acelerado é o metabolismo, do ser, menos chance tem de alcançar muita idade. No entanto isto não se aplica com o processamento sensorial intensificado, pensamentos repetitivos e foco profundo, freqüentemente sobrecarregando-se com estímulos que neuróticos ignoram, isto em tese simples, é o funcionamento do espectro autista.

O ser autista sempre tem muita dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, devido a sua super capacidade ótica de leitura essencial de verdadeiras intenções, emoções, e traumas, que cada um carrega dentro de si mesmo que disfarçado. Não se deve obrigar um ser autista, a olhar ou falar com ninguém. Devemos respeitar suas escolhas e afinidades.

A boa arte deve ser sempre apolítica, satirizar, denunciar, gritar e criticar mas tudo de forma sutil e inteligente, nunca bater de frente contra nenhum regime e instituição. Na verdade é isto que difere e ressignifica os verdadeiros artistas universais de todos os tempos dos meros manipuladores de tintas, movimentos e idéias artísticas, oportunistas de ocasião.

Ficar sozinho, pode ser uma opção mas viver em par é a natural vocação da vida. No entanto, só deve procurar para ser par quando cada qual, perceber que tem algo bom, belo, enriquecedor, com amor e perdão para ofertar generosamente, sem troca para o outro. Nada é perfeito mas as coisinhas chatas, as pequenas, as inseguras e as divergentes, devem ficar para si mesmo, não compartilhe na relação, como já deve ter aprendido, no período passado de solidão.

O que fazemos repetidamente é a cultura do que somos ou gostaríamos de ser.

Sejamos justos, algumas pessoas não merecem ser ajudadas por que estão órfãs e acomodadas dentro da própria infelicidade que virou um meio, torto de vida. Só devemos ajudar, quem pede ajuda em um momento difícil mas por vergonha da situação, vai fazer de tudo e mais um pouco para superar. A esmola consecutiva, vicia o cidadão que nunca irá buscar trabalho para ganhar o pão. Erra mais quem da do que quem recebe.

A morte de um ser humano, por principio moral da vida, nunca deve ser celebrada. Muitas das vezes, em nome da justiça e da humanidade, ela pode até ser necessária mas nunca deve ser festejada. Afinal todos que estão devidamente ou indevidamente nesta dimensão, por vida estão aqui para evoluir e se transformarem mas se não evoluem, prestaram contas da desobediência ao Altíssimo, o infinito Criador.

Nossos piores inimigos jamais nos confrontam, vivem pelas sombras e pelos cantos, costumam ser sempre simpáticos e demonstram falsa felicidade quando nos veem. São dissimulados e ardilosos, aguardando o momento certo de baixa guarda para apunhalar-nos covardemente pelas costas. São pessoas infelizes e doentes diante dos infortúnios de vida que eles próprios semearam e já que não podem igualar-se a nós, resolvem infernizar caladamente nossa existência. Que Deus apiede-se de seus maus atos, por que a vida não.

Não existe a possibilidade de reverter de forma rápida o isolamento social do ser com o TEA transtorno do espectro autista. Acredito, que a melhor forma, seja pedir sensivelmente autorização para entrar e passarmos a fazermos parte do isolamento particular, dentro dele. O primeiro passo deve ser sempre natural e igualitário a ele e ao mundo dele, para depois com alguma confiança, de forma leve estabelecermos suavemente uma nova conexão para a comunicação, de mais ouvir e respeitando a linguagem e o foco, dele.

O autista não precisa "se curar" para pertencer; ele pertence justamente por ser quem é.

A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.

Uma das medidas que poderiam ser adotadas na qualificação educacional e profissional, que diminuiria, muito o impacto nefasto de melhor circulação e oportunidade para os que transitam por processos de redesignação, os "transgeneros", muitas vezes altamente qualificados profissionalmente no retorno ao mercado de trabalho, seria uma obrigatoriedade de constar nos diplomas e certificados, só o numero do cpf e não mais seu nome social, seja ele, masculino ou feminino. Por que a identificação do gênero, é determinado como o individuo se apresenta na sociedade mas sem saber da original genitália dentro de um caráter apenas biológico, não é possível a clara compreensão, e além disto vem crescendo uma diversidade de redesignação de gêneros nunca antes classificadas.

⁠A ÚLTIMA QUIMERA:

São duas as estradas
Que me tomam, afinal.
Ambas paralelas, bifurcais.
A de ser tua,
Conduz-me a teu final.
Logo deixo a outra, abstrata
Sem a luz de teus sinais.

⁠AUTOPSICOGRAFIA:

Entre o ser e o ter... Eu não sei!
Qual a dor e a que não foi
Quem sou não sou nem serei
Pois ambas as dores me dói
Quão a dor de se ser rei...

Ansiei ser tudo que se há
Ninguém a mim pôde ver
Se viu não há de encontrar
Senti o meu ser escorrer
Da vida que não me está