Pobre
Pobre de mim que tanto perdi para aprender ser sereno e forte nas dificuldades da vida...
Pobre de mim quando não tenho as devidas certezas ou as escolhas certas do meu próprio caminho...
Pobre de mim que ando as cegas sem carinho e sem nada saber, sou velho... tão jovem, não sei pra onde vou;
Toque-me uma canção na qual me faça sentir a emoção e gravar-te em meu pobre coração...
Dê-me as melodias adequadas que desatine a minha razão por você... Não me perder e sim te querer...
Deixe-me cultuar-te, pois cortejar-te-ei em palavras suaves que te tocará no mais profundo interior seu...Ah amor meu toque belas canções em noites inspirada para juntos nos amarmos;
Não entristeça o teu pobre coração, pois a guerra ainda não acabou... Mostre-me a mulher aguerrida que és! A mulher corajosa que se transformou!
Sei que os caminhos não são sempre de flores e que as dificuldades podem nos surpreendermos, mas com a positividade guardada em nosso coração... Tudo é superável;
Ainda não aprendi a viver
Por quê? A vida é uma arte
E eu não me acho um artista
Com minha pobre interpretação
Tenho medo de que eu não aproveite
O longo e curto intervalo até que se feche as cortinas;
Saiba se expressar para suportar a vida
A severidade do mundo não é pobre, mas sim rica
Estar, onde mostra o poder... Não é sinônimo de saber
Diploma não é sabedoria, no caminho precisa entender;
Nasci pobre, fui herói, sempre com a minha própria companhia e com muitas dificuldades me situo de pé;
Busco o meu contraponto nas extremidades da paisagem... Para que eu entenda a beleza a mim presenteada;
Ser ou não ser feio es a questão... No meu estandarte anúncio o meu amor pelo disforme;
Sou bárbaro em uma geração sem amor próprio, sem rostos pela vergonha que vacilam à beira da loucura ou às margens da culpa que arde na durabilidade do prazer mórbido, na busca de uma vida financeira adequada;
Sou uma doçura com conivência ao tempo, mas dolorosamente com um mínimo de respeito ao sacrifício alheio;
Nasci pobre, guerreiro e individualmente gritando
Encontrei o meu próprio equilíbrio no meu único contraponto...
Admito que eu sou feio, disso eu não posso negar, mas eu amo a minha feiúra, pois o foco não deve estar!
O meu talento se dispõe no fato de eu escrever... Mas meu pensamento me inspira, quando ofereço o meu prazer;
As minhas frustrações dolorosamente eu as carrego!
Com o meu coração pegando fogo, nem sempre eu espero;
Se pensares que és pobre, pobre há de ser
pobreza material, acho que eu e você estamos a viver
Tanta pobreza no pensamento ao que se precisa contornar
Por que tanta negatividade ou por deixar abandonar;
Se tiveres uma cama quente, comida na mesa para te alimentar
Saúde para dar e vender não podes reclamar... E se tiveres muito amor, muito rico você pode ser considerar!
Todo pobre não merecia ficar gordo, por não se alimentar adequadamente
Mas ainda sim engorda igual a um porco
Todo pobre merecia ser esbelto... Deveria nascer belo e ficar mais bonito ainda depois que fica velho
Todo pobre merecia toda sorte que se deve ter
Merecia todo amor, carinho e tudo que se possa querer
Todo pobre não deveria ser alvo de preconceito
Não deveria ser humilhado ou ignorado pelo fato de não ter dinheiro
Mas todo pobre deveria ser visto pela sua humildade, não pelo dinheiro que ganha... Mas pela sua simplicidade;
Problema tudo mundo tem, mas é melhor ter problema de pobre que ninguém sabe;
Do que ter problema de rico para ser exposto por alguém;
Estou cansado de viver as minhas intensidades, pois ser pobre demais prejudica as minhas verdades;
Ser sincero demais sempre me deixaram só e minhas sensibilidades em excesso no meu coração me deram um nó;
adultério é pecado, mas ser amante de homem casado e pobre... É pecar na raiz quadrada que não eleva e nem iguala;
Morremos a cada dia, através
da submissão de uma lei
hipócrita... E de uma justiça
pobre e covarde!
Se quisesse a me querer
me colocava no coração
pobre de mim me achar
que eu teria chance
com você!
Quisesse um dia que
pensasse em minha pessoa
querer aquilo que eu nunca
plantei...
Querer colher o que nunca
havia semeado, e eu nunca cavei
tentar... Eu achei? Colhi?
No fundo acabei que me feri;
