Pobre
O sistema não teme o pobre que tem fome. Teme o pobre que sabe pensar.
Nota: A citação costuma ser atribuída a Paulo Freire, mas trata-se, na verdade, de uma interpretação do sociólogo Pedro Demo a partir das ideias de Freire.
...MaisSe um cair, o amigo pode ajudálo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se”
O pobre deseja ser rico, o rico deseja ser feliz, o solteiro quer casar, e o que casou-se tem o desejo de morrer.
A maior desgraça de uma nação pobre é que, em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
Um governo patriota mais um povo guerreiro e bravo. Transforma um país pobre e pequeno. Em uma gigante e poderosa nação. Um governo corrupto e um povo fraco e débil. Transforma um país grande e rico. Em uma fraca e gigante nação.
Quando vires um presumido de inteligente, acredita que é um idiota, vê o rico como pobre dos verdadeiros bens, aquele que manda em tudo é escravo de todos, o que de corpo é grande não é grande homem, aquele que é grosso tem pouca substância, o que se faz de surdo ouve mais do que queria, o que observa espantado é cego ou ficará cego, o que cheira muito cheira mal a todos, aquele que fala muito não diz nada, o que ri repreende, o que murmura condena-se, o que come muito come menos, aquele que aos outros engana talvez se confesse, o que diz mal da mercadoria é porque a pretende, o que se faz de simples é porque sabe mais;aquele a quem nada lhe falta ele se falta a si mesmo, ao avarento tanto lhe serve o que tem como o que não tem, o que tenta argumentar com mais razões é aquele que as tem de menos, o mais sábio costuma ser o menos compreendido, ter uma boa vida é acabar com ela; aquele que a ama aborrece-a, o que te unta os cascos dá-te cabo deles, o que te faz festas quer se livrar de ti; a estupidez encontra-se muitas vezes nas boas aparências; aquele que é muito direito é torto, muito bem faz mal, o que evita dar certos passos na vida dá mais;para não se perder um bocado perdem-se cem; o que gasta pouco gasta a dobrar, o que te faz chorar quer-te bem, e por fim, o que um aparenta e quer parecer, isso é o que menos ele é.
uma mulher muito pobre liga para uma radio cristã e diz:
-preciso de doaçoes porfavor
o diabo soube e falou aos seus empresarios que comprassem alimentos e dessem para a mulher e quando pergunta-se quem mandou falasse que foi o diabo
a mulher quando recebeu ficou feliz e foi guardando no armário e os empresarios obedecendo a ordem entao falarao:
- vc nao quer saber quem te mandou?
e a senhora respondeu:
_quando deus manda ate o diabo obedece
"Pobre de quem tem medo de correr os riscos...talvez não se decepcione nunca, nem sofra como aqueles que tem um sonho a seguir...quando olhar para traz...vai escutar seu coraçao dizendo...desperdiçaste tua vida...!"
Mas o pobre vê nas estrada
O orvaio beijando as flores
Vê de perto o galo campina
Que quando canta muda de cor
Vai moiando os pés no riacho
Que água fresca, nosso Senhor
Vai moiando coisa a grané
Coisas que, para mode vê
O cristão tem que andar a pé
Nenhum homem é rico o bastante para comprar seu passado, nem tão pobre que precise vender seu futuro.
Feliz Natal...
Ao preto, ao branco, ao rico, ao pobre, ao feio, ao bonito... somos todos iguais. Que todos possam ter um Natal muito feliz.
A Orgulhosa
Num Baile
Ainda há pouco pedi-te,
Pedi-te para valsar...
Disseste - és pobre, és plebeu;
Não me quiseste aceitar!
No entretanto ignoras
Que aquele a quem tanto adoras,
Que te conquista e seduz,
Embora seja da "nata",
É plena figura chata,
É fósforo que não dá luz!
Deixa-te disso, criança,
Deixa de orgulho, sossega,
Olha que o mundo é um oceano
Por onde o acaso navega.
Hoje, ostentas nas salas
As tuas pomposas galas,
Os teus brasões de rainha;
Amanhã, talvez, quem sabe?
Esse teu orgulho se acabe,
Seja-te a sorte mesquinha.
Deixa-te disso, olha bem!
A sorte dá, nega e tira;
Sangue azul, avós fidalgos,
Já neste século é mentira.
Todos nós somos iguais;
Os grandes, os imortais;
Foram plebeus como eu sou.
Ouve mais esta lição:
Grande foi Napoleão,
Grande foi Victor Hugo.
Que serve nobre família,
Linhagem pura de avós?
Se o sangue dos reis é o mesmo,
O mesmo que corre em nós!
O que é belo e sempre novo
É ver-se um filho do povo
Saber lutar e subir,
De braços dados com a glória,
Pra o Pantheon da História,
Pra conquista do porvir.
De nada vale o que tens
Que não me podes comprar;
Ainda que possuísses
Todas as pérolas do mar!
És fidalga? - Sou poeta!
Tens dinheiro? - Eu a completa
Riqueza no coração;
Não troco uma estrofe minha
Por um colar de rainha
Nem por troféus de latão.
Agora sim, já é tempo
De te dizer quem sou eu,
Um moço de vinte anos
Que se orgulha em ser plebeu,
Um lutador que não cansa,
Que ainda tem esperança
De ser mais do que hoje é,
Lutando pelo direito,
Pra esmagar o preconceito
Da fidalguia sem fé!
Por isso quando me falas,
Com esse desdém e altivez,
Rio-me tanto de ti,
Chego a chorar muita vez.
Chorar sim, porque calculo,
Nada pode haver mais nulo,
Mais degradante e sem sal
Do que uma mulher presumida,
Tola, vaidosa, atrevida.
Soberba, inculta e banal.
A minha literatura não é pra massa nem pra elite, mas sim pra quem a sentir. Não é pra pobre nem pra rico, mas sim pra quem sabe o valor do ser humano. Enfim: minha literatura é sua, pois só foi feita por você.
"A despedida dói, é de partir a alma.
Logo ela. Pobre alma!
Se fosse um outra coisa partida seria tão fácil.
Um dedo partido a cada partida.
Perderíamos um mês de algumas tarefas e logo estaríamos prontos.
Mas não, é a alma que se parte com a tua partida"
Aquela pobre flor de cortiço, escapando à estupidez do meio em que desabotoou, tinha de ser fatalmente vítima da própria inteligência. À mingua de educação, seu espiríto trabalho à revelia, e atraiçoou-a, obrigando-a a tirar da substância caprichosa da sua fantasia de moça ignorante e viva a explicação de tudo que lhe não ensinaram a ver e sentir.
Ai, pobre pátria!
Mal ousa conhecer-se. Nem podemos
Chamar-lhe mãe, que é, antes, sepultura;
Onde ninguém se vê sorrir, exceto
Quem não sabe o que faz…
