Platao - Apologia de Socrates

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Nos perigos graves, atropela-se toda a razão.

O amor começa pelo amor; não se pode passar de uma forte amizade senão para um amor fraco.

Somos tão responsáveis por amar sempre como o somos por nunca amar.

Não haverá, entre um espírito que abarrota de invenções alheias e outro que inventa por si próprio, a mesma diferença que vai de um recipiente que se enche de água à fonte que a fornece?

A ambição individual é uma paixão infantil..

Não pode haver graça onde não há discrição.

É, por vezes, mais difícil governar um só homem do que um grande povo.

Raramente nos consolamos das grandes humilhações; esquecemo-las.

O homem de juízo aproveita, o tolo desaproveita a experiência própria.

A virtude é coisa deveras inútil e frívola, caso apenas tenha a recomendá-la a glória.

Não é raro aborrecermos aquelas mesmas pessoas que mais admiramos.

Perante um auditório de tolos, os velhacos tornam-se fecundos, e os doutos silenciosos.

É falta de habilidade governar com tirania.

Não poder suportar todos os maus carácteres de que a sociedade está cheia não revela bom carácter: e isso é indispensável no comércio das peças de ouro e da moeda.

A criatividade de uma nação está ligada à capacidade de pensar e teorizar, o que requer uma boa educação e, daí, partir para o inventar e, depois, ir até as últimas consequências no fazer.

Disse algum mal de ti? Não o digas tu dele, quanto mais não seja para que a ele não te assemelhes, imitando-o.

Os homens, tão enfadonhos quando se trata das manobras da ambição, são atraentes ao agirem por uma grande causa..

Não há poder. Há um abuso do poder, nada mais.

Entre todas as diferentes expressões que podem reproduzir um único dos nossos pensamentos só há uma que seja a boa. Nem sempre a encontramos ao falar ou escrever; entretanto, o fato é que ela existe, que tudo o que não é ela é fraco e não satisfaz a um homem de espírito que deseja fazer-se entender.

Quase ninguém se apercebe, por si próprio, do mérito de outra pessoa.