Plante uma árvore
É fácil ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. É difícil criar um filho, molhando uma árvore e lendo um livro.
Não nascemos arvore, nascemos terra, com a liberdade de asfaltar com praticidade ou plantar com muito trabalho.
O erro do ser humano é contar com as arvores frutíferas sem as semear.
Agradeço a todos que fizeram um mundo melhor. Desde plantar uma arvore até evitar uma guerra. pois meu filho quando nascer ira querer ver tudo o que vi na minha infância, e garanto que seu filho também.
Amar
Amar é como plantar uma árvore. Existe grande possibilidade de nem apreciarmos os frutos, porque o nosso amanhã e incerto. Mas mesmo que não saboreemos os frutos do amor, lembre-se que as folhas por menores que sejam com o tempo ao se multiplicarem oferecem abrigo aos que estão a sua volta. Assim é o amor. Pequenas atitudes com o passar dos anos faz com você seja abrigo para os que estão a sua volta. Como se planta uma árvore, plante o amor, vale a pena, onde há verde há vida, onde há vida há esperança, onde há esperança há fé e para os que tem fé, o impossível se torna possível. Não espere somente pelos frutos. A beleza de uma flor é como um gesto de amor, simples palavras não podem descrever. Mas pode fazer feliz uma vida.
Ezequias Reis
O melhor tempo de plantar uma árvore foi a vinte anos atrás…
Estou falando sobre empreender!
É! O tempo vai passar com a árvore plantada ou não…
Plantar uma árvore é um ato de fé no futuro; escrever um verso é um ato de imortalidade no presente.
1966 📜 " 'Fazer um Filho, Plantar uma Árvore, Escrever um Livro', disseram. Aí estão experiências muito prazerosas, digo eu!"
" 'Plantar a Árvore' é simples e dá algum prazer. 'Fazer o Filho' dá muito prazer, é marcante e resulta em algo maravilhoso. Já 'Escrever o Livro' pode ser o mais difícil, o mais oneroso e cujo resultado nem sempre é o esperado!"
TextoMeu 1214
📙
"Plantar uma Árvore e Fazer um Filho é 'facinho'. Quero ver é, nos dias de hoje, escrever um livro... A concorrencia é 'grande e forte'!"
TextoMeu 1399
1478
"O sujeito não conseguiu plantar uma árvore nem escrever um livro. Mas filhos já fez meia duzia. O Tal não está seguindo fielmente o que diz o ditado, Hum!"
TextoMeu 1478
PLANTANDO A ÁRVORE
"Onde haja uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde haja um erro para emendar, emenda-o tu. Sê aquele que afasta a pedra do caminho, O ódio dos corações e as dificuldades do caminho."
(Gabriela Mistral)
As metáforas da autora são preciosas para nós, educadores. Plantar a árvore, ideia sonante da trilogia clássica, que se soma a ter um filho e a escrever um livro, tem a limpidez perifrástica do despertar de consciência. Plantar a árvore tem toda a simbologia da construção do bem, de deitar semente à terra ou de aninhar uma ideia num cérebro, oferecendo terra tépida, água fresca, sopros de candura e diálogo constante. Envolve acompanhamento da germinação, proteção contra os ventos e contra as intempéries, o aconchego da tateante criatura. Significa desvelar-se em conduzir a solidificação do tronco, para que cresça ereto e justo, rumo ao céu, mas com a flexibilidade da fábula, para que resista à tormenta vergando- se apenas o necessário para não quebrar. Significa podar as folhas que o mau tempo secou, pensar as feridas causadas pelas pedras dos meninos desavisados e travessos, espantar os passarinhos danosos, ervas parasitas e outros intrusos. E significa enfim ensinar que a sombra não lhe pertence, mas pertence aos outros, que dela podem e devem fruir, como quem recebe bênçãos. Emendar erros não é das tarefas a mais fácil. A primeira exigência é que se reconheça exatamente o que é erro. Erro e acerto não são pilares cimentados, pintados de uma só cor. Há nuances na avaliação. Por isso, há que primeiro avaliar as circunstâncias em que ocorreu o erro. Como dizia Bertold Brecht: "Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem". Em segundo lugar, há que se avaliar a intenção que produziu o erro. Um menino que praticou uma ofensa involuntária, movido pelo mais nobre desejo de ajudar, não pode ser condenado sem que se conheça o que passava pelo seu pensamento e pelo seu coração. E afastar pedras do caminho não quer dizer poupar de todas as dificuldades, mas poupar das dificuldades desnecessárias, que não acrescentam à pessoa qualquer soma pedagógica. Afastar pedras do caminho também não significa eliminar dificuldades, mas tomá-las menos desproporcionais à força, ao tamanho e ao preparo da pessoa que estamos ensinando. Talvez, mesmo depois de afastada a pedra, o aluno precise saltar uma outra, ou bater nela com a marreta até que se esboroe e ceda passagem. Talvez o aluno precise retroceder, esperar que chova e que o terreno ceda, que a pedra se acomode no fundo do lodo e assim seja possível seguir avante, apenas usando a pedra como tapete. Neste dia 15 de outubro, a verve de Gabriela Mistral nos clama a afastar o ódio dos corações e as dificuldades do caminho. Ela sabia, ao compor o poema, como é difícil - e ao mesmo tempo belo! - educar. Fê-lo por toda a vida, inclusive entre nós, brasileiros, quando viveu em Petrópolis, na serra fluminense, atuando como cônsul do Chile. A educadora Gabriela Mistral conhecia todos os desafios. Por isso mesmo sua mensagem não é banal. Ao contrário, é profunda em sua simplicidade. Assim gostaríamos de cumprimentar os educadores paulistas, na data de hoje. Com simplicidade. E com muita ternura. Parabéns!
Cachimbo de domingo
Cadê o gado?
Buscar na Índia.
E o pasto?
Derrubar árvore, plantar capim.
E o capim?
Braquiária: buscar na África.
E a fome?
Come carne, toma leite.
Vila verde
fome saciada.
Escorre água,
mareja areia.
Pasto pisado de gado.
Casa de capim.
Rio doce assoreado.
Calores!
