Pessoas que Jamais Serao Esquecidas

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As pessoas mais felizes desse mundo são aquelas que estavam presentes no mesmo caminho onde estavam eu e você.

Duas pessoas não podem ter o mesmo coração, mas podem sentir a mesma dor.

Duas pessoas não compartilham o mesmo coração, mas podem se perder pelo mesmo amor.

Duas pessoas não têm o mesmo coração, mas às vezes batem na mesma saudade.

Todas as pessoas mortas dentro de mim ainda vivem hoje, em silêncio.

Diversas vezes pensei que meu lugar era com pessoas que eu sabia que nunca daria certo. Fui cega e idiota o bastante pra não perceber que, no momento em que nossos olhos se cruzaram, meu lugar era com ele. O que resta agora é esperar o destino nos unir completamente!
Isabela Nogueira

⁠Só sabemos sobre as pessoas aquilo que elas dizem de si mesmas.

Agatha Christie
CHRISTIE, Agatha. Convite para um homicídio. Porto Alegre: L&PM, 2012

"A vida é difícil, mas ela se torna mais leve ao lado de pessoas que amamos."

⁠Vou encerrar esse ano entendendo o quanto
é saudável me afastar
de pessoas e lugares
que não me cabem mais.

⁠Tão engraçado ver pessoas que criam regras que não cumprem, que impõem comportamentos que não têm, que esperam o respeito que não dão, e ditam princípios que jamais ousaram seguir.

O maior medo das pessoas é o de não dar certo. Eu nunca pensei assim.Porque quem teme o fracasso já está preso antes mesmo de tentar. O impossível só existe na mente de quem duvida do próprio poder.

As pessoas que vivem tentando provar algo aos outros ainda não compreenderam o próprio valor. Buscam aprovação em olhares que nunca enxergarão a essência. Tentam ser notadas quando, na verdade, precisavam ser encontradas por dentro.

As pessoas não buscam o justo, buscam o belo. Vivemos num tempo em que a aparência vale mais que a essência, em que a virtude virou máscara e o vício ganhou charme. Ninguém quer a verdade, querem o socialmente aceito, o que não incomoda, o que cabe nas frases prontas Chamam de bem o que agrada, e de mal o que revela. Porque a verdade expõe, o belo disfarça. E quase todos preferem continuar bonitos, a ter que encarar o quanto estão vazios.

João estava cercado de pessoas, mas algumas dores continuam silenciosas mesmo quando ninguém nos deixa sozinhos. Porque existem cansaços que não vêm da falta de companhia. Vêm da sensação de que ninguém realmente consegue nos entender. E às vezes somos nós, aprendendo a sorrir por fora enquanto a mente desmorona em silêncio.

O líder admirado inspira pessoas a darem o seu melhor; o líder temido apenas as faz fingir que dão

Só quero distância de pessoas que só sabem criticar, ofender e que se acham melhores que os outros.

Por que as pessoas se sentem perdidas nestes últimos tempos?


Para responder a essa pergunta, é necessário saber a resposta de outra: O que perdemos?
Se não sabemos o que procuramos, não reconheceremos quando encontrarmos.
A sensação de estar imerso em um labirinto existencial, sobrevivendo pela repetição de hábitos dia após dia, é algo inerente à nossa espécie. Pensamos, raciocinamos e criamos cenários mentais diversos, cada um com suas consequências.
Essas consequências surgem porque nos perdemos durante o processo, pois nossas necessidades de manutenção nos levam a uma vida de hábitos sociais enraizados em um solo frágil, já que a sociedade é mutável dentro de suas próprias criações.
Vivemos de cenários: trabalho, estudo, família, relacionamentos, entre outros. Interpretamos diferentes papéis no teatro da vida, e a cada situação, somos um personagem. Agimos de forma esperada diante da sociedade, e embora sejamos "honestos" com o que apresentamos, isso não passa de uma máscara, pois o verdadeiro "eu" está imerso, perdido entre tantas aparências e projeções de quem realmente somos.
Para aumentar esse abismo existencial, quanto mais dinâmico o contexto social, mais máscaras precisamos usar para sobreviver socialmente. Palavras, gestos, opiniões precisam estar alinhados ao modelo social vigente para que sejamos aceitos. Conflitos de gerações são comuns, pois não há uma transição linear de uma fase da vida para outra. Um dia somos crianças, no outro, adultos, e nesse salto, crianças querem agir como adultos, enquanto adultos desejam resgatar a criança interior. O ser humano foi arremessado rumo a um mundo de vitrines, onde a aceitação é regra, e não moldar-se a esses padrões mutáveis nos deixa à margem.
Se a sociedade carrega toda essa pluralidade, é fácil perder-se ou agarrar-se a um personagem que, ao final, não representa a essência verdadeira de alguém.
Desde a infância, somos doutrinados a sobreviver neste mundo, e uma das regras de inserção é ser agradável às pessoas ao redor. Ser agradável evita conflitos e facilita a aceitação no meio desejado. Crianças, ao brincarem de serem adultas, testam seus papéis sociais, ganhando autoconfiança, vínculo e empatia, pois, assim, se conectam emocionalmente, sentindo-se parte do grupo. Esse mimetismo, parte da construção da identidade, copia até aspectos desnecessários, carregando-os pela vida.
Somos ensinados a agradar ao meio, mas quase nunca a sermos agradáveis conosco. Se fizermos um balanço da vida, perceberemos que quase toda ela foi dedicada a satisfazer necessidades alheias. Ser um bom filho, marido, funcionário, aluno, são julgamentos externos atribuídos às nossas ações, que clamam por aprovação. A ausência dessa aprovação causa sofrimento.
Somos escravos do julgo social, e, como a sociedade muda constantemente com novas metas, formas de pensar e agir, e concepções de vida, dificilmente estaremos em paz conosco. O julgamento funciona como um chicote que aceitamos como objetivo a ser atingido, e, ao final, sofremos sorrindo. A sociedade nos empurra, e nós, muitas vezes, colocamos o chicote em suas mãos.
Retirar esses grilhões autocolocados não é tarefa fácil, e talvez, no fundo, você não queira. Talvez tenha medo de descobrir o que lhe restará se todas as máscaras forem removidas, e encontrar seu verdadeiro "eu", aquele que ainda está em sua forma bruta, não moldada, não apresentada, por falta de tempo para moldá-la. Quando enfrentamos nossas fraquezas, a fragilidade nos leva a buscar segurança na autopiedade, justificando os "sofrimentos" da vida, e retornamos a um ciclo vicioso de esconder defeitos e a falta de reconhecimento de si mesmo, com máscaras que apenas tentam encobrir uma verdade: estou perdido porque não quero me encontrar.
A regra para se encontrar é simples: conheça-se a ti mesmo e aceite-se pelo que é.
Quer se encontrar? Se não, não sofra!


Pense e reflita!
Paz e bem.
Massako.

Como eu te via.

--

"Não existe amor impossível, apenas pessoas incapazes de amar."


— Sakura Haruno (Naruto)


Amor?


Para quem é incapaz de amar,


não existe amor.


Só ao eu se promete


amor incondicional.


Já a outro,


essa promessa


seria uma farsa.


E jamais seria amor.


Nunca, em verdade,


se pode afirmar sempre.


Nunca, em verdade,


se pode afirmar nunca.


Em verdade,


existindo amor,


não se mente.


Amar?


Que doce mentira.

--

Como eu te vejo.

As pessoas costumam respeitar aquilo que admiram ou aquilo que temem.
Amar, porém, é diferente: é confiar.
E confiar é acreditar que o respeito existe sem que seja necessário o medo.
No amor há o receio da perda, não por imposição, mas pelo valor que se atribui ao outro.
Já a paixão talvez seja o desafio do desejo, o prazer da conquista, a inquietação do querer.
No fim, talvez todos esses sentimentos sejam apenas diferentes formas de admirar e de temer — seja a grandeza do outro, seja a possibilidade de perdê-lo.

"Se os sonhos que Deus plantou em seu coração não forem prioridade para as pessoas que estão à sua volta, certamente isso pode ser um sinal de que Deus quer levá-lo a outro lugar, para que esses sonhos se tornem realidade."
— Anderson Silva