Pessoas Pobres
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"Os gastos daqueles que estão no poder, fica em "SIGILO",
mas aos pobres trabalhadores,
"VIGILÂNCIA ".
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(A verdade é que a injustiça e corrupção andam juntas)
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Nos cemitérios:
Feios
Bonitos
Grandes
Pequenos
Ricos
Pobres
A única certeza será a cova que te acolherá após o último suspiro!
Num ambiente socialista democrático, todos são igualmente pobres, logo, entre socialistas e democratas, sempre um típico governo que decide qual é esse limite. De forma geral, o populismo é a modernização da miséria e a elegância dos ignorantes - outros, intelectualizados por utopias, presos a um passado catastrófico.
Não se engane com as ideias da esquerda política brasileira em aumentar a renda dos mais pobres: essa promessa sempre se cumpre com taxas de juros alta — o que você recebe é para pagar, o que paga fica cada vez mais caro e corre o risco de inadimplência.
Carlos Alberto Blanc
As ideias mais pobres são aquelas que os menos inteligentes entendem. Você observa isso nas letras das músicas, na desarmonia dos instrumentos, na falta da literatura e do conhecimento geral, no vocabulário pouco extenso, na propaganda industrial e, numa forte, politizada favelização sob o conceito da discriminação.
Carlos Alberto Blanc
As Nações pobres são o resultado evidente da inação do seu povo, pois, a prosperidade dos Estados não depende apenas dos seus bons governos, depende de igual modo do tipo de povo que detém.
Os Estados qualificados como pobres, são na verdade Estados, cujos Governos não são suficientemente capazes de explorar com eficácia as riquezas existentes nos seus solos, sub-solos, mares ou outros sectores estruturantes ou fraturantes dos seus territórios.
Celebrar o dia dos pobres, me parece mais um acto voltado a consensializar os desafortunados a admitirem a sua condição e, os afortunados a não se culpabilizarem ou admitirem o peso de consciência pela miséria da generalidade das pessoas no mundo.
“Política é a arte de conseguir o voto dos pobres e o dinheiro dos ricos, prometendo protegê-los uns dos outros.”
A Nova Moeda!
Criaram uma nova moeda,
dero-lhe o nome de real,
Para os pobres é uma miséria,
mas para os ricos é genial.
Dizem que somos livres,
livres da escravidão.
Nós somos livres das correntes e
escravos da Inflação.
Todos os dias aumentam o óleo,
manteiga arroz e o pão,
só não aumentam o salário,
pra combater a inflação.
De quatro, em quatro anos, eles
voltam.
Mas o povo brasileiros, ainda não aprenderam, que políticos não nos dão valor, enquantoeles andam de aviões, nós andamos de metrô.
Nossos salários, é uma vergonha, pra ninguém isso é mistério, pois todos os dias, tem o um eleitor, levado pra o cimiterio.
Uns por falta de pão, outros por falta de moradia, enquanto isso, eles vivem em
plena mordomia.
Até quando meu Deus,
teremos que suportar ?
Essa falta de respeito, que
reina em todo lugar.
Nas vinte e sete regiões,
e no Distrito Federal,
Eles perderam o amor,
Pois, são muito cara de pão.
Os políticos.
Os pobres vendem seu voto,
pra candidato a eleição
Depois que são eleitos
botam todos na prisão.
Criam leis abosivas
Não respeitam ao eleitor
Uns ganham para prefeitos
Outros pra governador
Uns vão para Brasília
Como deputado federal
Outros ficam no Estado
Como deputado estadual.
Alguns vão para o Senado
E um a presidente da República
Depois de diplomados
pelo supremo tribunal
se apoção da caneta
para nos fazer, o mau.
Criam leis abosivas,
Se esquecem doseu eleitor
Que os tirou da miséria
E os fez governador.
EM MIM
Cai tanto nevoeiro em mim...
Enregela,
Amortiça,
Sem justiça,
Os pobres ossos.
Até os pardais se riem de mim...
Dos destroços
Que o nevoeiro
Traiçoeiro,
Deixa nos meus ossos.
Não é nevoeiro do ar
Aquele que me atormenta,
É mais aquele pesar
Pelo que me fazem passar
E mata de forma lenta.
Em mim, há fonte sedenta
De amor, paz e alegria,
Quer de noite quer de dia,
Verdade que não se inventa.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 15-10-2023)
Para Que Vieste
Levai vossos Cantos
Minhas pobres mágoas
Na melancolia de teus olhos
Nos frios espaços de seus braços
No anseio de teu misterioso seio
Com meu cardume de anseios
Náufrago entregue ao fluxo forte
Da morte
Teu silêncio
Teu trêmulo sossego
Da minha poesia extraordinária
Esse riso
Que
É tosse de ternura
Quanto mais tarde for
Mais cedo a calma
É o último suspiro da poesia
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Que a grandeza de seu coração, atinja a outros pobres corações,
Que a sua luz tão radiante deixe cair uma fagulha sobre os que estão nas mais profunda tristeza...
E que o amor sempre vença todos os obstáculos.
§
confundi
a catedral dos pobres
com minha parede de oratória
joguei os livros ao chão
e parei de domesticar
a liturgia.
