Pessoas Parvas e Idiotas
O primeiro encontro entre duas pessoas que se amam não se dá através da troca de palavras ou de abraços, se dá através da troca de olhares.
Os olhares se desviam e buscam o chão, os céus, o vazio. E, de repente, se enchem com o olhar do outro.
Enchem-se de chão buscando os caminhos do outro. Enchem-se de céus buscando os sonhos do outro. E nesse cruzamento entre olhares nasce essa mistura de caminhos e sonhos, nasce a realidade: o encontro.
Um simples olhar diz tudo o que está escondido nos corações, o olhar apressa as palavras e antecipa os abraços.
E nessa encruzilhada entre abraços, palavras e olhares é que as pessoas se perdem e entram nesse beco sem saída do coração, que se chama amor
Eu olho para nós e sabem o que vejo? Perdedores. Quer dizer, tipo pessoas que perderam coisas. Mas a vida está nos dando uma chance e eu não vou ficar parado vendo ela passar.
(Peter Quill)
Nunca gostei de pessoas. Nunca gostei de conversar com elas. Mas não porque sou arrogante, e sim por medo. Tenho medo de me apegar a elas, me tornar dependente delas e depois vê-las ir embora e me deixando sofrer sozinha.
Sorriso no rosto, hoje em dia, é sinônimo de felicidade para as pessoas. Mal sabe elas que, atrás de um único sorriso, pode existir as piores dores.
Eu me tornei médico para salvar as vidas das pessoas. É tudo que eu sempre quis fazer. Não tenho um segundo plano nem uma paixão escondida. Isso é tudo para mim. Mas ninguém me falou que existiriam tantas perdas.
Pessoas irão falar sobre você ao redor do mundo porque você nasceu para ser notícia, sua presença é um evento.
Sou estranha. Me apego fácil às pessoas. Odeio funk, mas já cheguei a ficar mais de uma semana com algum na cabeça. Reclamo o tempo inteiro que estou gorda, mas como o dia inteiro. Digo que odeio o meu cabelo, mas não viveria sem ele. Já chorei por coisas bobas, e já dei risada de coisas que me mataram por dentro. Sou a criatura mais ciumenta que existe. Sou egoísta, impaciente, e como todos dizem: ”Louca”
Algumas pessoas vivem nas profundezas de sua superficialidade e quando encontram alguém com valores e princípios genuínos fogem de maneira covarde e egoísta... isso me dá mais pena do que raiva...
"As pessoas podem até se afastar, as vezes se manter distantes ou simplesmente precisar de espaço. Quando isso acontecer, respeite, se o que vos une é verdadeiro o retorno será ainda mais intenso, recompensador e gratificante. Todo mundo precisa repensar a vida e suas atitudes as vezes e só o tempo vai mostrar que quem realmente se importa com você, pode se afastar as vezes, mas sempre volta para sua vida da forma mais especial possível."
As pessoas éticas têm amigos e os canalhas têm cúmplices e os cúmplices fazem delações premiadas. O prêmio que a vida oferece a uma pessoa com ética é ela ter amigos, o castigo do canalha é que ele só encontra gente como ele que um dia vai gravá-lo e vai guardar para usar na ocasião adequada.
Às vezes me pergunto se o mundo está sendo governado por pessoas inteligentes que estão nos enganando ou por imbecis que realmente acreditam que estão fazendo certo.
Um livro não se torna real até as pessoas o lerem. E ele se torna real de novo cada vez que alguém o lê.
Não se preocupe tanto com o que as pessoas falam de você.
Você nunca conseguirá agradar a todos.
O que importa é você nunca abandonar seus valores morais, o resto é o resto.
Não se iguale àqueles que nada te adicionam, siga em frente e saiba reconhecer o que você é.
Aqueles que te rotulam ou te injuriam o fazem por saber o valor que você tem.
Então não se importe com o nada.
Pessoas são como músicas: Algumas, nós gostamos desde o início, outras gostamos depois de um tempo. São feitas para serem ouvidas e compreendidas. Algumas tocam a nossa vida, mas tem uma, aquela mais especial, que é a nossa trilha sonora.
O mundo está repleto de pessoas importantes, sem importância. Que vivem na arrogância dos seus próprios mundos.
Todo mundo espera te ver sorrindo, mesmo quando dói. A vida cobra, as pessoas cobram, e a gente aprende a entregar sorrisos como se fossem escudos. Por dentro, porém, existe um limite silencioso — um instante em que o corpo não sustenta mais o disfarce. Então o sorriso se apaga, o brilho dos olhos se retrai, e aquele brilho que sempre existiu no olhar desaparece devagar, diante de todos… e ninguém percebe. Só quem sente sabe.
Nos Detalhes
Nos detalhes é onde as pessoas me ganham, e é nos detalhes que também me perdem. Não dá para exigir o que deveria ser simples, como reciprocidade, respeito e um tratamento básico. Forçar algo que desgasta não faz sentido, nem se prender a alguém que só traz peso e distância. Quando as relações nos machucam, é preciso parar de culpar o outro pelo que aceitamos delas. Elas sempre mostram, nos pequenos sinais, aquilo que, um dia, vai tirar nossa paz. Mas, muitas vezes, fechamos os olhos acreditando que o amor é capaz de sustentar tudo, que as pessoas vão mudar.
Não podemos exigir respeito, carinho ou atenção. O que realmente importa é saber o que sacia nossa alma e não negociar isso por menos do que merecemos. Precisamos manter ao nosso lado pessoas que nos tragam paz e prazer, sem precisar de lembretes para lembrar o que é essencial.
Quisera eu que as pessoas pudessem olhar para mim como eu olho para elas.
Que fossem capazes de me enxergar com os mesmos olhos com os quais as vejo.
Que olhassem para o mundo com a mesma profundidade e leveza que tento transmitir.
Ou, ao menos, que eu soubesse lidar com as palavras da mesma forma que meu olhar se expressa, de maneira equiparada e clara.
Que tivessem sensibilidade suficiente para me decifrar sem julgar.
Assim, entenderiam o que trago em meu olhar e perceberiam a importância de cada um deles.
Tem gente que me olha, mas não me vê.
E se não me vê, não me sente.
E se não me sente, não me compreende.
A Hipocrisia da Felicidade Forçada
As pessoas sempre perguntam como estamos, mas existe um jogo invisível de palavras que temos que jogar. Se você diz que não está bem, a resposta quase automática é: “Não, você tem que estar bem. Tem que sorrir, ser positivo, a energia vai mudar se você disser que está bem.” Como se, ao dizer a verdade, estivéssemos fazendo algo errado. Como se o simples fato de não esconder nossa dor fosse um convite ao fracasso.
Então, a solução é fingir. Colocar um sorriso no rosto, engolir o choro, e seguir em frente, como se a dor fosse apenas uma nuvem passageira que se dissipa com um simples esforço de vontade. A hipocrisia está em achar que só o sorriso falso vai curar o que está dentro de nós. E o pior: as pessoas acreditam. Elas olham para o nosso sorriso, não veem a dor, e pensam que está tudo bem.
A cobrança para estar sempre bem, sempre otimista, transforma a dor em um fardo oculto, algo que deve ser escondido, abafado, como se admitir que não estamos bem fosse um pecado. Mas, o que as pessoas não percebem é que, quando fingimos estar bem, estamos morrendo por dentro, desconectados de nossa verdade. Estamos cumprindo um papel, mas não estamos vivendo. Estamos sobrevivendo.
Como quebrar essa hipocrisia? Como fazer as pessoas entenderem que, às vezes, o maior sinal de coragem não é sorrir e seguir em frente, mas admitir que não estamos bem, que precisamos de ajuda, que a nossa dor é real e não deve ser varrida para debaixo do tapete da fachada de felicidade?
Eu, por vezes, escolho ser verdadeira, mesmo que isso me custe incompreensão, mesmo que eu tenha que lidar com o julgamento de quem prefere ver a imagem do sorriso do que a sinceridade do olhar cansado. A hipocrisia de exigir que a gente seja feliz, mesmo quando tudo dentro de nós pede por descanso, é o que realmente dói. E talvez, quem sabe, se a gente parasse de exigir uma felicidade forçada, poderia começar a enxergar as dores verdadeiras por trás dos sorrisos falsos.
