Pessoas Legais

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... cansa-nos,
não as pessoas;
masa rotina presa a vagas
entregas, martirizando futuros...
Rotinas cansadas, por regra ou
infeliz desalinho, corroem
valores e afetos!

Sinto muito,mas eu não sei lidar
com pessoas, que só conhecem...
palavrões,como resposta.

Incrível...
como tem pessoas meigas,
gentis, delicadas,atenciosas...
e para elas, eu tiro meu chapéu.
Psiu!...estou falando de você.

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas ajudam uma às outras;

Vamos imaginar um lugar, onde a religião não separa as pessoas;

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas estão sempre sorrindo;

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas choram, mas só de alegria;

Vamos imaginar um lugar, onde um não quer tomar o que é do outro;

Vamos imaginar um lugar, onde a política não é usada para fazer o mal;

Vamos imaginar um lugar, onde as instituições não são maiores que as pessoas;

Vamos imaginar um lugar, onde o dinheiro supre as necessidades de todos;

Vamos imaginar um lugar, onde há separação entre Religião e Estado;

Vamos imaginar um lugar, onde não usam o nome de Deus para proveito próprio;

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas são civilizadas e por isso se entendem;

Vamos imaginar um lugar, onde o feio também é bonito e aceito por todos;

Vamos imaginar um lugar, onde o ser humano tem o seu devido valor;

Vamos imaginar um lugar, onde as crianças podem brincar longe das armas;

Vamos imaginar um lugar, onde países grandes não exterminam países pequenos;

Vamos imaginar um lugar, onde os seres humanos têm comida, água, educação, e local digno para morar;

Vamos imaginar um lugar, onde a injustiça não opera por causa da ganância;

Vamos imaginar um lugar, onde não existe ditadores mas verdadeiros representantes do povo;

Vamos imaginar um lugar, onde os médicos cuidam dos pacientes porque amam o que fazem;

Vamos imaginar um lugar, onde as crianças não morrem nos hospitais por causa da imperícia, negligência e imprudência;

Vamos imaginar um lugar, onde a polícia não é corrupta e as pessoas confiam nela;

Vamos imaginar um lugar, onde não existe ladrão, mas sim, distribuição de renda;

Vamos imaginar um lugar, onde a máquina do governo não escraviza o contribuinte;

Vamos imaginar um lugar, onde não há terrorismo porque ninguém faz mal a ninguém;

Vamos imaginar um lugar, onde a gente se preocupa com as crianças nossas e também com as crianças dos outros;

Vamos imaginar um lugar, onde toda loucura e esquizofrenia são devidamente curadas;

Vamos imaginar um lugar, onde os psicólogo, psicanalistas e psiquiatras, não aparecem na TV, só para ganhar dinheiro, mas também, para darem suas honestas contribuições à sociedade;

Vamos imaginar um lugar, onde se quer liberdade para si e também para os outros;

Vamos imaginar um lugar, onde os hipócritas e avarentos não estão no poder;

Vamos imaginar um lugar, onde se errarmos, nos arrependemos, e obtemos perdão;

Vamos imaginar um lugar, onde se condenado, a condenação é justa, e digno o cumprimento da pena;

Vamos imaginar um lugar, onde não há espaço para os sádicos, cujos tais, gostam de torturar;

Vamos imaginar um lugar, onde não tenha que ocorrer catástrofes para que os povos se unam;

Vamos imaginar um lugar, onde o maior e o melhor é aquele que mais serve os outros;

Vamos imaginar um lugar, onde as diferenças são respeitadas, e por isso, há diálogo, e não bombas;

Vamos imaginar um lugar, onde os fabricantes e vendedores de armas mudaram de profissão;

Vamos imaginar um lugar, onde não há pirataria de produtos porque os impostos são baixos (justos);

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas aprendem umas com as outras porque se amam;

Vamos imaginar um lugar, onde não há presunção, arrogância, e nem vaidade dos homens;

Vamos imaginar um lugar, onde viver a vida é mais importante do que matar as pessoas;

Vamos imaginar um lugar, onde as pessoas mais velhas têm o que ensinar às mais jovens;

Vamos imaginar um lugar, onde eu, você, e todos os outros, podemos construí-lo, e terminá-lo;

Vamos imaginar um lugar, onde a amizade é permanente e damos a vida uns pelos outros;

Vamos imaginar um lugar, onde podemos enxugar nossas lágrimas e vivermos uma vida melhor;

Vamos imaginar um lugar, onde o dinheiro seja usado e não os seres humanos usados pelo dinheiro;

Vamos imaginar um lugar, onde todos nós possamos nos amar além das religiões e das seitas;

Vamos imaginar um lugar, onde querer é poder, e assim, possamos valorizar o ser, e não o ter;

Vamos imaginar um lugar, onde existe vida em todos os sentidos, e a morte, a morte morreu.

⁠⁠“Quem entende e sabe conviver com as pessoas do seu universo certamente tem dentro de si um universo de sabedoria feito de respeito, atenção, zelo, altruísmo, caridade e paciência”
Ney P. Batista
Apr/27/2021

⁠O perdão é sempre, a melhor saída!
É comum para as pessoas se declararem decepcionadas com alguém. Só não é comum as pessoas olharem para dentro de si mesmas e refletirem sobre que critérios elas estão usando para poder dar lugar a essa decepção.
Primeiro ponto a ser considerado: é uma perfeita interpretação do que você viu e/ou ouviu dessa pessoa, sem jamais desprezar o benefício da dúvida.
Segundo ponto, considerar as condições emocionais da pessoa no momento em que ocorreu o fato, objeto da sua decepção.
Terceiro, usar de empatia, colocando-se no lugar dela, diante da situação.
Se depois de tudo isso você ainda continuar decepcionado(a), então é necessário fazer uma introspecção para que seja possível uma melhor compreensão e avaliação desse seu sentimento:
-Comece por se perguntar onde você está ou como você está em relação a causa da sua decepção - você tem certeza que jamais faria o que aquela pessoa fez ou disse, independentemente das circunstâncias do fato?
Se ainda assim você continuar decepcionado(a) com a pessoa - perdoe-a! Porque ninguém é perfeito e cada um tem seus desafios, mesmo fraquezas, a serem vencidas. Se for possível converse com essa pessoa e tente ajudá-la.
Só desta maneira você se libertará desse sentimento de decepção, que certamente causa mal para você mesmo.
Ney Paula B.

Muitas pessoas não procuram a verdade; procuram uma versão da verdade em que consigam continuar sendo elas mesmas.

Quando você é uma pessoa boa você não perde pessoas, elas é que perdem você.

Escolha competir com o sol, pessoas oscilam o brilho.

Pessoas efêmeras nunca vão faltar, pessoas duradouras são difíceis de encontrar!

Como ser justo com um mundo tão injusto, copiar e colar é o que as pessoas fazem, mas ninguém cola com Jesus.

zelo verde.

Existem pessoas que a gente aprende a guardar sem nunca ter assinado esse compromisso. Não existe promessa, não existe cerimônia, ninguém entrega nada nas nossas mãos dizendo “agora é sua responsabilidade”. Acontece antes. Num olhar pequeno demais para entender o mundo, num par de olhos verdes que ainda não conheciam a crueldade das coisas, e de repente alguma parte da gente decide que aquilo precisa chegar inteiro até a vida adulta.

Foi assim.

Antes de saber o que era proteger alguém, eu já queria protegê-la.

Talvez porque eu tenha visto cedo demais que nem todo lugar chamado de casa sabe ser abrigo. Enquanto algumas crianças aprendiam que os adultos eram aqueles que resolviam as coisas, ali se aprendia o contrário. Aprendia-se a reconhecer o peso de uma discussão pelo jeito que o silêncio vinha depois. A perceber quando alguma coisa estava errada antes mesmo de alguém dizer. A amadurecer não porque queria, mas porque certas coisas não deixam escolha.

E ela amadureceu cedo.

Talvez cedo demais.

Carregou coisas que não deveriam caber em alguém tão nova e, ainda assim, conseguiu conservar uma das coisas mais bonitas que alguém pode conservar depois de conhecer o lado difícil da vida: a doçura.

Isso sempre me impressionou.

Porque seria fácil endurecer. Seria compreensível fechar as portas, perder a delicadeza, deixar o mundo ensinar que sentir demais é uma fraqueza. Mas não foi isso que aconteceu. Ainda existe nela esse jeito doce, essa capacidade de se importar, de amar os animais quase como se eles fossem pequenos pedaços de um mundo que ainda vale a pena, de olhar para quem ama e se entregar de verdade.

E existe esse amor pelos irmãos também.

Talvez ela nem perceba o tamanho que isso tem.

Mas eu percebo.

Eu sempre percebi.

Talvez seja por isso que exista dentro de mim esse instinto quase absurdo de proteção. Tive que aprender a ter olhos de pai sem ser pai, cuidado de mãe sem ser mãe, e aquela vigilância silenciosa de quem sabe que alguma coisa preciosa está atravessando um lugar que nem sempre é gentil.

Eu não podia impedir tudo.

Mas queria.

Queria colocar meu corpo na frente de qualquer coisa que pudesse feri-la. Queria que certas palavras nunca chegassem até ela. Queria que certas noites não existissem. Queria que ela pudesse crescer sem precisar entender tão cedo coisas que ninguém deveria precisar entender cedo.

Só que o mundo não pede licença.

E talvez uma das coisas mais difíceis de assistir seja justamente perceber que alguém que você ama possui suas próprias tempestades.

Existem altas e baixas.

Dias em que tudo parece respirar melhor e dias em que a própria cabeça parece um lugar difícil de morar. Momentos em que aquela doçura aparece com força, em que ela se ilumina pelas pequenas coisas, pelos animais, pelas pessoas que ama, pela própria vontade de continuar sendo quem é. E existem momentos em que tudo parece perder o tamanho certo, em que sentimentos chegam como ondas grandes demais e levam consigo aquilo que parecia estável.

Eu gostaria de poder estar presente em todos.

Mas não posso.

Hoje existe distância.

Goiânia está longe. A vida mudou. Cada um está vivendo seus próprios dias, carregando seus próprios problemas, e eu não consigo mais estar perto de cada silêncio estranho, cada noite difícil, cada momento em que alguma coisa parece sair do lugar.

Mas a preocupação não diminuiu.

Ela só aprendeu a viajar.

Agora ela aparece numa mensagem.

Num “saudade ga”.

Num pensamento que surge do nada no meio do dia.

Na vontade de saber como está, mesmo quando ninguém disse que havia alguma coisa errada.

Porque certas responsabilidades não obedecem a quilômetros.

E talvez seja isso que a distância tenha me ensinado: eu não preciso conseguir salvá-la de tudo para continuar cuidando.

Existem batalhas que ninguém consegue lutar pelo outro. Existem dores que não desaparecem porque alguém ama muito. Existem momentos em que tudo o que eu posso fazer é permanecer disponível, lembrar que existe um lugar para voltar, uma voz que não vai julgar, alguém que não vai transformar uma fase ruim na definição de uma pessoa inteira.

Eu não quero que ela seja reduzida às partes difíceis.

Não quero que as baixas apaguem as altas.

Porque eu conheço a pessoa que existe entre uma tempestade e outra.

Conheço a menina que gosta de animais, que ama os irmãos, que ainda consegue ser doce depois de tudo. Conheço aquela parte que sente muito, talvez até mais do que deveria, mas que justamente por isso consegue oferecer um tipo de carinho que pouca gente sabe oferecer.

E talvez seja isso que eu queira proteger de verdade.

Não uma versão perfeita.

Não uma versão sem remédios, sem crises, sem dias ruins.

Quero proteger a essência.

Aquela capacidade de amar.

Aquela delicadeza que sobreviveu ao caos.

Porque algumas pessoas passam pelo inferno e voltam diferentes.

Ela passou por coisas que poderiam ter feito dela alguém frio, mas ainda existe ternura ali.

E isso, para mim, sempre foi uma vitória.

Às vezes eu volto naquela lembrança antiga. Uma criança pequena, aqueles olhos verdes, sem saber que alguém já tinha decidido silenciosamente que ela seria cuidada.

E talvez ela nunca tenha percebido o tamanho disso.

Tudo bem.

Algumas formas de amor funcionam melhor quando não fazem barulho.

Eu não preciso estar ao lado o tempo inteiro para continuar sendo abrigo. Não preciso aparecer em todas as fases para continuar fazendo parte daquilo que permanece. Existe uma parte de mim que continua em vigília, mesmo de longe, mesmo quando estou ocupado, mesmo quando tenho meus próprios demônios batendo na porta.

Porque existe coisa que a gente não abandona só porque cresceu.

Existe coisa que a gente não deixa de guardar só porque aprendeu que não pode controlar o mundo.

E talvez esse seja o verdadeiro espírito de quem nasceu primeiro: carregar uma espécie de radar permanente para aquilo que ama. Querer enfrentar monstros que nem existem ainda. Imaginar perigos antes deles aparecerem. E, mesmo sabendo que não pode impedir todas as quedas, continuar disposto a correr quando ouvir o barulho de alguma coisa quebrando.

Eu não posso blindá-la do mundo.

Ninguém pode.

Mas posso ser uma das poucas coisas que o mundo nunca precisará ensinar a ela:

que existe amor que não depende de distância, de fase, de humor ou de circunstância.

Amor que observa de longe.

Amor que espera.

Amor que não exige nada.

Amor que sabe que existem altas e baixas, dias claros e dias em que tudo pesa, e ainda assim permanece.

Porque, no fim, proteger alguém talvez nunca tenha sido impedir que a vida a machuque.

Talvez tenha sido apenas garantir que, depois de tudo, ela ainda tenha alguém olhando para aqueles olhos verdes e enxergando muito mais do que as cicatrizes.

Enxergando a doçura.

A força.

A menina que amadureceu cedo demais.

A pessoa que ama os animais, que ama os irmãos, que sente o mundo de um jeito próprio e que, apesar de tudo, continua aqui.

E talvez seja por isso que, mesmo de tão longe, uma parte de mim ainda permaneça exatamente onde sempre esteve:

de guarda

*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)

⁠Faça o que puder pelas pessoas, e um dia, poderá dizer, eu fiz a diferença!

“Há pessoas que envelhecem; outras apenas acumulam versões cansadas de si mesmas.”

“As pessoas mais perigosas raramente gritam; normalmente organizam o caos em voz baixa.”

Muitas vezes, o maior conflito da vida nasce no encontro com outras pessoas.

Idiocracia: quem ama coisas mais que pessoas 🤪💔

É um erro acreditar que todas as respostas estão nos livros; elas também se encontram nas pessoas. 👥

Para saber o que as pessoas realmente pensam, observe o que fazem, não o que dizem.