Pessoas Inocentes

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Quanto mais inocente a mente é, mais confia;
Quanto mais maliciosa a mente é, mais desconfia.

Como seriam considerados pela História, os assassinos de inocentes do século XXI? Aos olhos dos futuros cronistas, só poderia restar um único veredicto - uma humanidade miserável!

Essa gente que traz cores,alegrias e risos. Que aprontam inocentemente surpresas inesperadas. Essa gente-criança ,cheia de encanto e emoção, mostrando e dizendo ao coração que sempre é tempo de ser FELIZ.!*

FranXimenes
30*10*2013

Doce foi o veneno experimentado inocentemente,


A água bate na rocha e ela não corresponde, mas sente,


A neve cai, o tapete na floresta é branco, o lobo ruiva sagaz na escuridão, mas a fogueira continua acesa,


A lua ficou escura por breves minutos deixando o mar agitado, depois voltou a iluminar o céu e tudo se acalmou, o rio corre solto levando os troncos secos e os podres, a coruja vigia a noite, alguns pássaros dormem, a natureza sabe se organizar,


O amor não é algo a temer escuto estes ruídos por aí, então me ensinem a viver sem medo de amar.

Os adultos não são inocentes. Mas alguns adultos podem ser ingênuos, pondendo confiar cegamente em aliciadores e caindo em presepatadas. Logo, não devemos ser paranoicos, mas devemos ter atenção e mais cuidado.

Não há nada pior que um Estado possa fazer do que punir um inocente.

Glenn Greenwald
Caso Orelha: Indignação nobre e o julgamento pela internet. Folha de S.Paulo, 1 fev. 2026.

O Nirvana é a visão inocente. Sem medo, sem culpa, sem julgamento.

Ingênuo é aquele que não sabe que tem pecados. Inocente é o que não os tem. Para ser inocente é preciso ser ingênuo.

... penso que
uma Verdade não se torna
crível,porque um homem,inocente, morreupor ela. Mas por sua essência,
por Ele,exemplarmente vivida que,
superando toda e qualquer
resistência ou martírio,
aeternizou!

A folha de papel é o único tribunal onde sou inocente, onde posso desabar sem julgamentos e ser fraco sem ser corrigido.

A espada da verdade deve ser usada para cortar o engano, não para ferir o inocente ou o vulnerável.

O paradoxo da justiça: culpados compram inocência; inocentes são vendidos como culpados.

Disse o Sábio: Em Brasília todos são inocentes e todos são culpados.

⁠Deus Não Julga Inocentes Pois Ele é Justo.

Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.⁠

⁠Os que não vivem de Verdades Fabricadas para arregimentar Inocentes, não precisam subir o Tom, nem se valer de Citações Bíblicas para impactar Fanáticos.


O Abraço da Serenidade


Porque a verdade, quando é vivida — e não fabricada —, fala baixo, mas ecoa na eternidade.


Vivemos tempos em que a força da voz e o volume do discurso parecem ter se tornado sinônimos de autoridade.


Mas a verdadeira autoridade — aquela que não exige gritaria nem dogma — nasce da integridade.


Quem não se assenta sobre “verdades fabricadas” — aquelas construídas para mobilizar plateias, conquistar devotos ou erguer trincheiras — não precisa de plateia, nem de holofotes, nem de frases decoradas prontas para ecoar.


Quando nosso discurso se sustenta sobre fatos claros, sobre o respeito mais que devido à dúvida e à complexidade, ele já traz consigo uma leveza silenciosa.


Não exige acréscimos para soar forte, porque sua força reside justamente em não manipular — em não buscar “inocentes” para transformar em massa, nem “fanáticos” para impressionar.


O impacto autêntico não é obtido elevando o tom ou acumulando citações célebres.


Ele se gera quando as ideias sussurram e reverberam, em vez de berrar.


E há algo de muito profundo nessa serenidade: o que se diz com calma e clareza não entra em guerra com a consciência; ele a convida a despertar.


Ele se abre para o outro, e não o fecha.


Normalmente, ele pergunta mais do que afirma.


Ele permite que a dúvida, em vez de ser inimiga, seja aliada — o terreno fértil em que nascem a liberdade e o pensamento próprio.


Em suma: a integridade do discurso não depende de espetáculo.


Depende de verdade — não da que se monta para impressionar, mas da que se vive para transformar.


A Serenidade sempre abraça os que não precisam gritar.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

O homem destrói a vida derramando sangue em nome da paz, cuspindo fogo nos inocentes (11/10/2011).

Inserida por Gilneipoeta

Quero que minha barba cresça, mas sem meu olhar perder o dom de ser inocente, quero que meus ouvidos sejam eterno aprendizes, para poder ouvir a voz cansada dos experientes.

Inserida por danilogutofeli