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Pessoas Importantes do Passado Ate hoje

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Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída, desesperançada e até cínica. Saudade de alguma coisa ou de alguém, não sei.

O belo é tão útil quanto o útil. Talvez até mais.

A quem tem bons sentimentos a beleza,
o perfume e até a vida.
Em tudo uma rosa é pura e benevolente
Apenas para defender-se é que ela usa os seus espinhos.

Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia.

A cidade pode crescer até o ponto em que conserva sua unidade, mas nunca além disso.

Seja como um selo dos correios, cole-se a uma coisa até chegar ao seu destino.

Até mesmo belezas podem ser pouco atraentes. Se você pega uma beleza na luz errada na hora certa, esqueça.

Talvez eu não vença o tempo todo e ainda posso até cair, só quero manter minha alma forte, erguer a cabeça e seguir.

Eu era feliz antes, quando tinha que contar até 10 para dar tempo de todos meus amigos se esconderem. Hoje, conto até 10 quando quero me acalmar para não quebrar a cara de alguns idiotas que me fazem perder a cabeça.

(...) assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável.

Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar. Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? (...)

Não sei o que fazer da aterradora liberdade que pode me destruir. (...) havia, aquela coisa latejando, a que eu estava tão habituada que pensava que latejar era ser uma pessoa.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Dance-me até o fim do amor

Dance-me até sua beleza com um violino ardente
Dance-me através do pânico até eu estar em segurança
Eleve-me como uma oliveira e seja a pomba fazendo ninho em mim

Dance-me até o fim do amor
Dance me até o fim do amor

Deixe-me ver sua beleza quando as testemunhas se forem
Deixe-me sentir você se mover, como fazem na Babilônia
Mostre-me lentamente aquilo de que eu só conheço os limites

Dance-me até o fim do amor
Dance-me até o fim do amor

Dance-me ao casamento agora
Dance-me, outra vez e outra vez
Dance-me mansamente e me dance por muito tempo

Nós dois estamos abaixo do nosso amor
Nós dois estamos acima
Dance-me até o fim do amor

Dance-me até as crianças pedindo para nascer
Dance-me até as cortinas que nossos beijos desgastam
Monte uma barraca de abrigo agora, embora toda linha esteja rasgada.

Dance-me até o fim do amor
Dance-me até o fim do amor

Dance-me até sua beleza com um violino ardente
Dance-me através do panico até eu estar em segurança
Toque-me com sua mão nua ou me toque com sua luva

Dance-me até o fim do amor
Dance-me até o fim do amor
Dance-me até o fim do amor

E até se você fosse totalmente perfeita, iriam arrumar algum motivo pra fazer você se sentir ma

Eu sempre tive duas vidas. A que eu vivo e a que só existe nos meus sonhos. E eu não sei até que ponto é bom. Me alimentar de pequenos momentos que nunca acontecem, de pessoas imaginárias, coisas superficiais. Talvez sejam apenas coisas que ninguém pode me dar.

Ás vezes eu sinto falta até de dizer pra você que senti sua falta.

Estar sozinha não muda nada, conheço bem esse estado e, de verdade, sei lidar até melhor com ele.

Eu fico acordado até tarde. Não porque frequento festas, mas porque essa é a única hora do dia em que eu fico sozinho e posso ser eu mesmo.

Não amadureça demais, lembre-se: Até mesmo a fruta quando muito madura acaba por estragar. Tenha sempre seu lado criança de viver a vida.

Eu não sei de que os sonhos são feitos ou de onde eles vêm, mas eu sei até onde eles podem nos levar e o que eles podem fazer por nós se colocarmos um pouco mais de fé.

ERA UMA VEZ

o sol nascente
me fecha os olhos
até eu virar japonês

Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto / E há um certo prazer até no cansaço que isto me dá / Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.