Pessoas Hipócritas

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Hipocrisia é um prato que o homem saboreia na calada da noite.

"Solidariedade não é caridade. Caridade é a hipocrisia de quem oferece o cobertor depois de ter roubado a casa"

Hipócritas


Quando você já experimentou os dois lados da moeda,
‎você percebe o quão hipócrita é.
‎Em um dia sendo oprimido, no outro, opressor.
‎Em um dia te olham torto, no outro, quem olha é você.

‎De um lado da moeda,
‎te deixam de lado, formam suas panelas, e o intrometido é você.
‎Quando senti esse sentimento tão vazio,
‎parecia o fim do mundo.
‎Só torcia para que alguém olhasse, sorrisse e puxasse algum assunto.
‎Pensei comigo mesmo: “Será que estou tão errada em tentar interagir?”

‎Mas daí nós vemos, de repente, do outro lado da moeda,
‎e percebemos que o que mais temi, cometi,
‎e vi tarde demais que excluí uma das várias pessoas
‎que passaram por mim.

"A maior hipocrisia das intervenções em que o 'Pato Donald' se envolveu nunca foi a intenção de libertar os povos oprimidos da Venezuela ou do Irã, mas sim tomar o controle do petróleo e manipular a economia global."

"O nobre cumpre sua palavra com integridade; o hipócrita, com mentira."

"Não sou antissocial, é que ofende ao meu fígado misturar hipocrisia com bestagem."
☆ Haredita Angel

Hipócrita diz uma coisa e faz outra, diz ajudar porém é contraditório na ação, vezes descarado. Sabem que o que comanda é o que se diz não o que de fato acontece.

🌳 O grito da Floresta à Hipocrisia dos Verdes de Gravata ...

Chamam de investimento
aquilo que fede a culpa.
Três bilhões de dólares, dizem,
para “salvar o planeta”.
Mas o planeta, cansado,
já sabe contar mentiras humanas.
Não há salvação quando o dinheiro
vem do mesmo punho
que derrubou as árvores,
serrou as raízes,
e agora quer plantar discursos.
A Noruega,
essa dama do Norte de gelo e lucros,
vem banhar de verde a própria consciência,
enquanto a Amazônia sangra em silêncio
sob a mineração que carrega seu nome.
Pagam.
Pagam para lavar as mãos.
Pagam para comprar perdão.
Pagam e posam sorridentes,
como quem doa,
quando na verdade devolve migalhas
do que arrancou da terra.
E o mundo aplaude.
Aplaude porque é mais fácil
bater palmas do que abrir os olhos.
Enquanto isso,
a floresta grita sem microfone,
chora sem manchete,
arde sem hashtag.
E o nome disso,
que ecoa entre as copas das árvores e o aço das máquinas,
é um só:
HIPOCRISIA.
✍©️@MiriamDaCosta
#COP30 #Belém #Amazônia #CriseClimática #TFFF #Noruega

🌍 Manifesto à Hipocrisia Verde 🌳


Chamam de investimento
o que é, na verdade,
um perdão comprado.


Três bilhões de dólares
para silenciar o som das motosserras
que ecoam desde suas fábricas,
onde a madeira da Amazônia
vira móvel de luxo europeu.


Pagam
e se lavam das próprias culpas.
Pagam
e posam de santos do planeta.
Pagam
e o mundo aplaude,
porque o marketing é mais verde
do que qualquer floresta viva.


Não é benevolência,
é disfarce.
Não é investimento,
é penitência paga em dólar.


Enquanto isso,
há uma mineradora com bandeira norueguesa
cravando o chão da floresta,
bebendo o sangue da terra,
enquanto falam em sustentabilidade.


O nome disso?
HIPOCRISIA.
✍©️@MiriamDaCosta
#COP30 #Belém #MeioAmbiente
#CriseClimática #Noruega #TFFF

A COP30 de Belém?!
A hipocrisia apelidada de :


1° Gestão Sustentável de Florestas
2° Oceanos e Biodiversidade
3° Transformação da Agricultura e Sistemas Alimentares
4° Construção de Resiliência em Cidades, Infraestrutura e Água
5° Promoção do Desenvolvimento Humano e Social


Mas, na realidade, uma verdadeira bancada de oportunidades de negócios... uma feira, onde quem, financeiramente,
contribui mais ... leva (explora) mais.
✍©️@MiriamDaCosta

A mentira


O que é a mentira?


A mentira
é a nutrição da hipocrisia.


O pão diário
de quem precisa fingir virtudes.


Sem ela,
muitas máscaras
morreriam de fome.


Sem esse alimento,
muitas consciências
ficariam nuas.


Sem esse subterfúgio,
muitos candidatos a cargos vários
seriam eliminados.


Sem essa artimanha,
muitos jornalistas
perderiam suas ricas carreiras.


Sem ela,
muitos influenciadores
não teriam seguidores
nem lucros promissores.


Afinal...
a mentira parece ser
um prato bem preparado
para os famintos do nada de tudo,
(vazios de tudo e inflados do nada)
que devoram o menu proporcional
do momento sem perceber
que o barato, quase sempre,
sai muito caro.
✍©️MiriamDaCosta

A hipocrisia das datas comemorativas!


No dia 19 de Abril
o Brasil
comemora o Índio,


nos outros 364 dias do ano
colabora á 360°
para a sua extinção.
✍@MiriamDaCosta

Autenticidade é você tirar as vestes da hipocrisia e ficar nu, se entregar ao ser humano tal qual você é.

Dr. Jacob Pinheiro Goldberg

Nota: Trecho de entrevista para o programa "De olho na cidade", em 2025.

A hipocrisia evangélica adora pregar sobre o amor ao próximo, desde que o próximo vote igual, pense igual e não questione a liderança.

Minha Verdade não se Negocia


Para sermos nós mesmos, é necessário deixar de lado as hipocrisias e ir direto ao ponto. Não é porque sou escritora e trabalho meu lado espiritual que preciso agradar a todos e engolir seco tudo o que vem pela frente.
Ser escritora ou buscar a espiritualidade para ser melhor não significa que eu tenha que ser boazinha e permitir que as pessoas pisem em mim, ou aceitar aquilo querem que eu seja. Não.
Ser nós mesmos e buscar o crescimento espiritual, é reconhecer que existem leis e direitos. Que existem regras. Que precisamos ser justos, bons de coração. Que as coisas precisam ser boas para ambas as partes, e não apenas para um lado.
Quero deixar registrado que não é porque escrevo sobre a vida – seus percalços, suas incógnitas, seus mistérios – que devo deixar de lado a minha verdade, os meus desejos e as minhas emoções.
Buscar evolução não significa aceitar desrespeito.
Bondade não é fraqueza.
Compreensão não é submissão.
Existem limites.
Existem direitos.
Existe verdade.
E eu não deixo a minha de lado para caber nas expectativas dos outros.


Rita Padoin

Hipocrisia é a mentira que conta pra si mesmo.

⁠Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.


Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência.


É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário.


A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.


Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio.


Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação.


Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação.


Não é à toa que ela é tão rara.


O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais.


Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência.


E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.


Libertar-se da hipocrisia não é só um gesto grandioso, é um exercício muito incômodo.


Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo.


Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.


Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos.


Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa.


Menos julgamento, mais autocrítica.


Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.


No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável.


É sobre deixar de fingir que não erramos.


Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.


Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.

Ah! Se por um breve descuido da hipocrisia, fosse possível crer que todos os dedos que apontam o Bandido Assumido — ou o Estado e seu Braço Armado — deslizassem em telas compradas com inocência.

⁠Nas terras férteis da Polarização recheada com Hipocrisia, muito pouca coisa é tão comercial quanto a Agressividade.


Ela vende rápido, circula fácil e encontra sempre um público disposto a comprá-la.


A Guerra Palavrosa tem a vantagem de dispensar reflexão: basta reagir.


Não exige estudo, apenas indignação.


Nem pede argumentos, apenas volume.


Por isso, prospera tão bem onde a polarização prepara o solo e a hipocrisia delimita descaradamente o terreno.


Nesse mercado ruidoso de tanta (Cão)fusão, a fúria costuma ser confundida com coragem e o ataque com convicção.


Quem grita mais alto parece mais comprometido com a verdade, quando muitas vezes está apenas comprometido com a plateia.


Afinal, a agressividade tem algo que a lucidez raramente possui: a medonha capacidade de viralizar.


Curiosamente, muitos dos que condenam a violência nas palavras são os primeiros a alugá-las quando a ocasião lhes favorece.


Trocam princípios por conveniência e chamam isso de posicionamento.


Assim, a hipocrisia cumpre seu papel silencioso: legitima o excesso enquanto finge deplorá-lo.


E enquanto a agressividade continua sendo tratada como moeda corrente no debate público, a serenidade passa a parecer fraqueza e a dúvida, quase sempre uma traição.


Talvez porque reconhecer complexidades seja muito menos lucrativo do que vender certezas embaladas no vácuo do ódio.


No fim, a polarização não precisa apenas de lados opostos para sobreviver — precisa também de comerciantes habilidosos da irritação.


São eles que mantêm o mercado aquecido, transformando o conflito em espetáculo e a agressividade em produto de grande circulação.

A polarização conseguiu expor o que há de pior no Comportamento Desumano: a Hipócrita Ferida Aberta.


Nela, o Sujo nem se constrange em falar do Mal Lavado, e ambos alisam suas próprias mazelas.


Quando as convicções deixam de ser pontes e passam a ser trincheiras, o debate se transforma em Espetáculo Moral.


Cada lado passa a enxergar no outro não um Adversário de Ideias, mas um Inimigo de Existência.


E, nesse cenário, a coerência deixa de ser virtude — torna-se obstáculo.


A hipocrisia prospera justamente aí: no terreno onde a crítica é seletiva e a indignação quase sempre tem dono.


O erro do outro é prova definitiva de sua perversidade; o próprio erro, quando aparece, vira detalhe, contexto, exceção ou silêncio.


Assim, as consciências vão sendo anestesiadas pelo conforto de pertencer a um lado.


O curioso é que, quanto mais se denuncia a sujeira alheia, mais se normaliza a própria lama.


A acusação vira perfume moral: quem acusa se sente automaticamente absolvido.


E, pouco a pouco, já não importa mais a verdade do que se diz, mas apenas a utilidade do que se aponta.


Talvez seja por isso que a polarização produza tantos juízes e tão poucos examinadores de si mesmos.


É mais fácil carregar a lanterna para iluminar o rosto do outro do que suportar a claridade sobre o próprio.


No fim, o que se vê não é uma disputa entre virtudes, mas um espelho quebrado onde cada lado enxerga apenas os estilhaços que lhe convêm.


E enquanto todos se ocupam em provar quem está mais limpo, a hipocrisia — essa velha senhora muito bem adaptada — continua reinando tranquila, vestida com as cores de todos os lados.⁠