Pessoas Alegres
É fácil você ser sincero, tentar compreender as pessoas e tratá-las bem, o difícil é entender por que elas não são assim com você.
Procure lugares bons, energias boas, pessoas legais.
Muitas vezes não fazemos enfim o que há dentro de nós mesmo que conheço como essência, porque vivemos de acordo com o que a própria sociedade nos dita o que devemos ou não fazer, e muitas das vezes nos pegamos envolvidos com essa ideia e lentamente sem perceber criamos uma barreira dentro de nós mesmos, dificultando a volta a nossa origem. Bom tudo isso, quer dizer, que a vida é nossa, e assim sendo nossa, temos todo direito de fazermos dela o que quisermos, deixar que nos ditem estaremos sendo traidores com nossa própria vida, pois a vida se denomina num ciclo, só você sabe o que faz dela, só você sente o que quer de fato realmente fazer, os problemas passam a acontecer, quando nos rotulamos, quando deixamos de ouvir o interior para ouvir o exterior.
Libere seu sentimento.
Ele sabe exatamente o que você quer.
Se arrisque de vez em quando.
Faça teste com você mesmo, e no final percebera que se arriscar é se permitir ser feliz, é permitir sentir emoções inexplicáveis.
Tudo esta dentro de você.
Para se encontrar é preciso se perder.
Rótulos Incertos.
As pessoas te rotulam sem ao menos ouvir um simples oi de ti.
É impressionante a incapacidade que as pessoas têm de procurar te conhecer.
Se fossemos julgar tudo o que vemos sem procurar saber ao menos um pouquinho disso.
Rotularíamos tudo e a verdade que acharíamos de tudo, não passaria de uma simples mentira.
Porque a verdade que vemos é a que conhecemos não a que julgamos e achamos conhecer.
Pois nem tudo o que parece é.
As coisas têm às vezes duplo sentido, ou um sentido único,
Que não somos capazes de entender, distinguir, ou captar.
Então devemos apenas julgar o que conhecemos,
E o que não conhecemos procurar conhecer.
Quando só existe o ódio. Quando as coisas tem mais valor que as pessoas. Quando tudo se perde e o vazio é insuportável. Quando as palavras ferem mais do que as atitudes. Quando o nada é mais do que um vazio e te lacera por dentro. Quando a sombra é mais confortável que a luz. Quando sonhos se destroem, causando um aperto no peito. Te sobra o pó, as cinzas e as lágrimas escorrendo pelo rosto. Nessa hora vc se pergunta qual o sentido de tudo isso...
As vezes vejo coisas que ninguém vê!
As pessoas até me dizem que estou fantasiando, tentam me mostrar, mas as vezes nem meus olhos conseguem mudar o que meu coração enxerga...
É como ver flores em um vaso vazio...
Invenções de um coração cansado dos vasos sem flores...
É como se voltasse a ter 12 anos e visse um cavalo branco parando embaixo da minha janela...
Mas o cavalo sempre para pra descansar...e não porque o príncipe chegou onde queria!
Difícil deixar que os olhos enxerguem no lugar do coração!
Eu não quero mais ver nada disso, prefiro ver o lado feio das coisas e das pessoas!
Prefiro ver o que há de ruim, prefiro não sofrer!
Prefiro enxergar o vaso vazio, e não achar utilidade pra ele!
E quando o coração vê errado, o tempo ensina!
Anda tudo tão claro agora! Caiu a ficha, caí na real, acordei pra vida, e agora enxergo o que todo mundo vê!
Não vejo mais flores em você!
Se eu pudesse apertar um botão para desligar e me desconectar de todas as emoções, pessoas e coisas desse mundo, eu juro que faria sem medo. Eu não pensaria duas vezes em me desligar um pouco disso tudo, e poder descansar em um local onde nada mais importasse, além de mim mesma. Queria pelo menos uma vez, poder pensar em mim, sem me relacionar a outras pessoas. Sem pensar no que sinto, ou no que tenho vontade. Na verdade, queria um tempo onde “pensar” fosse uma palavra fora de meu vocabulário. Queria ficar em “off”, onde eu pudesse me calar, e me manter assim, sem me preocupar com pessoas, com sentimentos, com atrasos.. sem precisar viver. A coisa às vezes chega a um ponto supersaturado.... a ponto de explodir. Chega uma hora em que ouvir intrigas, fofocas, e coisas sem o menor sentido real cansa. Cansa ouvir gente reclamando enquanto tem tudo, e me cansa ter que ver pessoas morrerem de fome por não terem o que comer. Não é ser hipócrita, mas muita gente tem que se ligar, e começar a colocar a mão na consciência antes de reclamar de barriga cheia da vida que tem. Tem que deixar de ser idiota, e tem que parar de achar o fim do mundo não ter o tênis, ou a roupa da moda. Tem que entender que nem tudo é como a gente quer, e de uma vez por todas, precisam cair na real, e sair dos seus mundinhos medícores, onde o próximo não significa mais nada, e tudo basta se tiverem o que desejam em suas mãos.
Há tempos escolhi esperar.
E às vezes as pessoas confundem a minha espera. Pensam que é ausência de desejo. Que é medo. Que é excesso de cuidado. Que é uma renúncia amarga feita por quem desistiu de viver.
Mas não.
Eu espero justamente porque sinto. Talvez mais do que deveria. Talvez porque tudo em mim sempre tenha sido intenso demais para caber nas superficialidades que o mundo oferece.
Eu não sinto falta de qualquer abraço. Não desejo qualquer presença. Não anseio por qualquer toque. O que me falta não é um corpo ao lado do meu. É uma alma que saiba permanecer.
Porque o toque, sozinho, nunca foi suficiente para mim. Meu coração sempre desejou aquilo que vem antes dele: a conversa que atravessa a madrugada, o interesse genuíno, a admiração silenciosa, a paz de poder ser quem sou sem precisar diminuir minhas profundezas para caber nos espaços de alguém.
Eu quis alguém que me encontrasse por inteiro. Alguém que compreendesse que meu corpo faz parte de mim, mas não é tudo o que sou. Que enxergasse a mulher por trás dos sorrisos, das fotografias, dos textos e das fortalezas que construí ao longo da vida.
Por isso me guardei.
Não porque me considero forte o tempo todo. Há dias em que a solidão pesa. Há noites em que a espera parece longa demais. Há momentos em que meus desejos me lembram que sou humana, que sinto, que sonho, que também gostaria de ter alguém para dividir os silêncios e repousar a cabeça depois de um dia difícil.
Mas, ainda assim, permaneço. Porque descobri que algumas esperas não são castigos. São cuidados.
E Deus sabe quantas vezes escolhi preservar aquilo que existe de mais precioso em mim, mesmo quando ninguém estava olhando. Quantas vezes troquei a facilidade de um momento pela esperança de uma história. Quantas vezes recusei o vazio disfarçado de companhia.
Eu não espero por perfeição. Não espero por um conto de fadas. Espero por verdade. Por uma conexão capaz de alcançar lugares que nenhuma aparência consegue tocar. Espero por alguém que compreenda que amor não é urgência. É construção. É presença. É escolha.
E se a minha espera tem sido longa, talvez seja porque meu coração nunca procurou qualquer pessoa. Ele sempre procurou lar.
E lares não são encontrados às pressas.
São reconhecidos.
29 de Janeiro de 2024
Muitas pessoas me perguntam o que eu estou esperando. Dizem que eu preciso sair mais, conhecer gente nova, me permitir viver experiências. Algumas acreditam que o amor é algo que se encontra pela insistência, pela exposição ou pela quantidade de portas que se abre ao longo do caminho. Talvez seja por isso que se surpreendam quando percebem que eu não procuro ninguém.
A verdade é que eu nunca procurei.
Não porque tenha desistido do amor, mas porque aprendi a diferenciar carência de conexão. Aprendi que a minha paz vale mais do que qualquer companhia e que nem toda presença é capaz de preencher aquilo que realmente importa.
Durante muito tempo, ouvi que eu precisava me mostrar mais ao mundo para ser encontrada. Como se o amor estivesse escondido em algum lugar e dependesse apenas de eu circular pelos ambientes certos para finalmente acontecer.
Mas o que meu coração espera nunca foi alguém qualquer. Nunca foi um encontro que servisse apenas para aliviar a solidão ou ocupar um espaço vazio.
Talvez seja justamente por isso que a minha espera tenha se tornado tão incompreendida.
Eu não estou esperando um relacionamento. Estou esperando uma conexão genuína. Algo que não possa ser forçado, fabricado ou apressado. Algo que alcance lugares que nenhum toque vazio é capaz de alcançar.
E não, isso não significa que eu não tenha desejos. Sou humana. Tenho saudades do que ainda não vivi. Tenho sonhos, expectativas e, por vezes, sinto o peso da ausência de alguém com quem compartilhar a vida.
Mas aprendi que sentir falta de uma conexão verdadeira não é motivo para aceitar qualquer aproximação.
Houve um tempo em que escolhi me guardar. E essa escolha me ensinou muito mais sobre mim do que sobre o amor. Aprendi a ouvir meus próprios silêncios, a compreender meus desejos sem me tornar refém deles e a reconhecer o valor daquilo que entrego quando decido permitir que alguém se aproxime.
Por isso não abro as portas apenas porque alguém bate. Não porque me considero difícil. Não porque me sinto superior. Mas porque algumas coisas dentro de mim custaram caro demais para serem entregues sem significado.
Se um dia acontecer, que seja verdadeiro. Que não nasça da pressa, da conveniência ou do medo de estar só. Que venha carregado de propósito, reciprocidade, admiração e permanência.
E se não acontecer, ainda assim estarei em paz.
Porque eu não construí a minha vida em torno da falta de alguém.
Mas continuo esperando.
Não por necessidade.
Por esperança.
Porque ainda acredito que algumas conexões não são encontradas por quem as procura desesperadamente. Elas chegam quando duas almas se reconhecem e, sem esforço, entendem que finalmente encontraram um lugar onde podem permanecer.
2 de fevereiro 2024
As pessoas nem sempre se lembram do que você diz, mas elas sempre se lembram de como se sentiram quando você disse.
A sedução proporciona a ilusão, no entanto às vezes estimamos mais, são pessoas sonhadoras, possuidoras de crenças na insanidade
As pessoas passam por nossas vidas. Algumas viram lembranças, mas algumas se tornam parte de quem somos.
"As pessoas esperam que eu faça tudo por elas, mas não percebem que elas têm o poder. Você quer um milagre? Seja um milagre"
Quem Eu Sou?
Eu às vezes não entendo!
as pessoas têm um jeito
de falar de todo mundo
que não deve ser direito.
Em cada lugar que eu vou,
na escola, na rua também,
ouço dizerem assim,
quando se fala de alguém:
- Você conhece Fulano,
que chegou de uma viagem?
- O pai dele é muito rico,
tem dois carros na garagem!
- E o Maneco, lá do clube?
Pensa que é rico também?
Precisa ver que horrível
é o tênis que ele tem!
Aí eu fico pensando
que isso não está bem.
As pessoas são quem são,
ou são o que elas têm?
Eu queria que comigo
fosse tudo diferente.
Se alguém pensasse em mim,
soubesse que eu sou gente.
Falasse do que eu penso,
lembrasse do que eu falo,
pensasse no que eu faço,
soubesse por que me calo!
Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que eu tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou!
As pessoas entram na minha vida inesperadamente, muitas das vezes acabam por me magoar, deixando plantada em meu coraçao a semente da tristeza. Entram sem eu nem poder das as minhas condiçoe para que entrem.
Se eu pudesse fazer exigências as pessoas que estão por vir, pediria que não me contassem mentiras planejadas. que fossem honestas, que enchergassem meu coraçao antes de magoa-lo, que me vissem com um ser humano que ama, mas também sofre. Pediria isso pois estou indefeso contra a injustiça e a maldade dos corações. A única arma que eu tenho pra lutar contra isso é o silêncio...
O paraíso é onde estou, minha alegria depende de mim, não foco minha felicidade em outras pessoas, muito menos espero muita coisa de ninguém, assim praticamente desconheço a decepção.
Faço porque me faz bem fazer, faço porque não importa se terei reconhecimento.
Quando sou reconhecido pelo que fiz, isso me faz "valorizado e satisfeito".
E quando não sou valorizado, eu Valorizo meus atos e isso me deixa satisfeito.
Faço sem esperar um retorno.
Não espero a felicidade chegar, eu a crio todos os dias.
É importante prestas atenção nas pessoas que parecem rosas. Elas podem ser na verdade plantas carnívoras que atraem sua presa e depois as comem.
