Pessoa Tentando se Auto Afirmar
Frustração, tristeza e anseios, dentro de mim corrói como ferrugem,sem saber onde vou tentando esquecer o inesquecível!
Nasci pra despertar curiosidade nas pessoas, você me olha tentando me entender mas enquanto você me olha já sei mais de 80% sobre você
O feminismo não existe. Apenas o machismo.
Feminismo é apenas fêmeas tentando exercer um papel de macho na sociedade.
Sim , eu adoro meus inimigos ,adoro ver eles tentando me derrotar e serem derrotatos por eles mesmos sabe e tão divertido!!
Sou o que sou,com meus erros e defeitos,mas também tenho muitas virtudes.Tentando sempre dar o melhor de mim para as pessoas que precisam de meu apoio.Já não me importa o que digam de mim,porque sei que normalmente erram no que pensam.A minha história de vida só pertence ao criador e não aos criados.
"Não desperdice sua energia tentando imaginar o que os outros pensam de você, na maioria das vezes, eles nem percebem sua existência. No fim, o que realmente importa é quem você é, e não o que os outros acham que você deveria ser."
"Me perdi tentando agradar… me encontrei na solitude."
Te juro… eu quase me perdi tentando ser tudo o que esperavam de mim.
Quase esqueci quem eu era, tentando caber em espaços que me diminuíam.
Me calei por medo, por cansaço, por amor.
Mas sabe o que mais doeu?
Perceber que, mesmo dando tudo, eu ainda era tratada como se fosse nada.
Foi aí que a solitude me encontrou.
No começo, doeu.
O silêncio gritava, as lembranças machucavam.
Mas aos poucos… fui me reconstruindo.
Sozinho, sim. Mas inteiro.
Hoje entendo: quem aprende a se bastar não se curva por migalhas.
Superar não é esquecer.
É lembrar sem sangrar.
É olhar para trás com coragem e seguir em frente com amor-próprio.
E que fique claro: a dor me ensinou,
mas foi a solitude que me salvou.
"Passamos a vida inteira tentando controla o mundo externo e não percebemos que a única coisa que temos controle é a nossa própria mente".
O Poema e o Poeta
Por: Gilvan Olliveira
Estou tentando me convencer de que sou poeta.
Mas a luta é árdua, pois o meu EU sempre busca a porta aberta.
A arte, em si, requer do artista um sinal de alerta.
Para escrever o que sente, a mente há de ser desperta.
Na escrita da arte, sempre há a palavra certa.
Na dança da caneta,
O pensar se manifesta.
Toma forma e faz sentido, mesmo sendo bem modesta.
Diante dos desafios, a escrita é o que nos resta.
Para nascer um poema, tem que nascer um poeta.
A grande dúvida é: ser sem arte, ser quem sou ou ser poeta?
Reflexos Vazios
Sinto pena de você,
não por maldade — por saber.
Você anda por aí tentando me achar
em risos que não sabem me imitar.
Olha para outras como quem procura
o eco de uma voz que era ternura.
Toca outras mãos esperando sentir
a firmeza da minha que soube partir.
Mas eu?
Eu não volto por lembrança torta,
nem me refaço em alma que não me comporta.
Sou única — e isso te dói,
porque agora entende o que destrói.
Você diz que seguiu, que esqueceu,
mas cada beijo seu me desmente sem querer.
Você só quer alguém
que te faça esquecer… de me perder.
E sabe o que mais me dá tristeza?
Ver você tentando moldar beleza
em moldes que eram só meus —
e fracassando… vez após vez.
Então siga.
Procure em rostos, copos, conversas.
Mas já aviso: o que é real não se dispersa.
E você vai viver buscando, sem saber por quê,
um pedaço de mim… que só existia em você.
O tolo perde tempo tentando decifrar o enigma entre humildade e ignorância, sabedoria e arrogância. Para ele, tudo parece a mesma coisa.
Se você não está fracassando, é porque não está tentando nada novo. Se não está tentando nada novo, não está sendo criticado. Se não está sendo criticado, é porque não está incomodando. E se não está incomodando, então é quase certo: você também não será lembrado.
Afinal, é isso que nos somos: monstros tentando ser bons, rodeados de idiotas e tentadores, jogando contra nossa propria natureza monstruosa e delicada.
Outro dia, me peguei tentando adivinhar o futuro. Tentando antecipar as curvas da estrada, me perguntei: será que vai dar certo? Será que é para mim? Será que estou indo na direção certa? E então percebi o óbvio — estava tentando controlar o que nunca esteve ao meu alcance. A gente se apega às certezas como se fossem boias em alto-mar. Queremos garantias, sinais claros, promessas de que não vamos nos afogar. Mas a vida não trabalha dessa forma. Não existe previsibilidade. O vento muda, a maré sobe.
Eu não posso controlar tudo. Não posso controlar quem fica, quem vai, quem escolhe me amar e quem escolhe partir. Não posso prever cada reviravolta, cada acerto e cada fracasso. Mas posso escolher não me perder dentro das minhas próprias incertezas.
O que posso fazer? Apenas me comprometer a ser inteiro no presente. A viver o agora. A me entregar às experiências sem a obsessão por desfechos. A me permitir sentir sem medo do que vem depois. Porque a única coisa que posso controlar é a forma como vivo cada instante.
O que estiver reservado para mim chegará. O que precisar partir, partirá. Não há nada que eu possa fazer além de me manter fiel ao que faz sentido, ao que acalma meu coração, ao que me mantém em paz.
Meu poder não está no que posso prever, mas no que posso sentir. No que escolho cultivar dentro de mim. Na maneira como aceito o fluxo da vida sem me desesperar pelo que ainda não veio.
Cuidar de si mesmo é isso também: aprender.
Não foi você quem errou. Nem eu. Fomos nós dois. Fomos dois imaturos tentando nos encaixar sem manual de instruções. E eu não sei se existe certo ou errado quando duas pessoas estão tentando amar com o coração cheio de passado e a bagagem tão cheia que mal conseguimos fechar direito. A gente aconteceu. E isso já diz muito. Aconteceu quando dava, como dava, até onde conseguimos. E, se não durou, não é porque não foi verdadeiro. É porque talvez o amor, só ele, não seja sempre o suficiente. Às vezes, falta tempo. Maturidade. Calma. Coragem. Eu não soube lidar direito com o que senti. Me confundi entre te querer perto e não saber como permanecer. Me afastei tentando me proteger e acabei te perdendo no caminho. E eu sei, você deve estar bem. Seguiu em frente como quem finalmente respirou depois de um nó que te apertava. Mas eu sigo aqui. Tentando. E falhando. Falhando em te esquecer. Falhando em me perdoar. Porque não dói só perder alguém. Dói se perder no meio disso tudo. Dói saber que talvez pudesse ter sido diferente, se eu tivesse sido também. A gente não se machucou por mal. Foi tentando amar que erramos. E, por mais contraditório que pareça, ainda carrego carinho por você. Ainda torço para que, onde quer que você esteja, você esteja bem. De verdade. Edgard Abbehusen
Já fui caos. Já me perdi tentando me encontrar em braços errados, tentando caber em silêncios que nunca me disseram nada. Já entreguei demais para quem não sabia nem o que fazer com metade. E foi aí que a vida me ensinou, no susto, na dor e no vazio: eu precisava voltar para mim. Hoje, é diferente. Estou num salpicar de vida nova onde tudo é mais leve, mais meu. Onde não preciso me explicar para ser inteiro. Me reconectei com o que me move, com o que me eleva. A simplicidade de um café quente, um som que me toca, um silêncio que me abraça. A solitude deixou de ser ausência e virou casa. E nessa fase, a responsabilidade afetiva virou filtro. Não é sobre prometer o mundo. É sobre ser real, respeitar o tempo do outro, e principalmente: não bagunçar o que você não quer cuidar. É sobre falar claro, sentir-se limpo e viver leve. Agora eu amo com mais presença e menos ilusão. Eu fico onde faz bem. E só me entrego onde sei que posso florescer. Porque hoje, a paz vale mais que qualquer companhia forçada. E a minha conexão mais sagrada… É comigo.
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