Pés
A técnica de Relaxamento designada por Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) foi criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo, consiste em fixar a Atenção num objeto ou imagem de objeto abaixo dos pés, serve para regular a Ansiedade e Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse, porém, não se recomenda aos que sofrem de Hipotensão Arterial porque diminui consideravelmente a pressão sanguínea.
Você pode empurrar a culpa pra frente,
pode fingir que não sente,
pode se distrair com outra pessoa, com bebida, com amigos…
mas quando o mundo fica quieto,
quando a velhice chega,
quando as lembranças aparecem…
a consciência cobra com juros.
E cobra caro.
Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) como técnica de Relaxamento: Conceito, origem, utilidade e Contraindicação
1. Conceito
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa que se baseia no sentido da visão e que consiste em fixar o sentido de visão num determinado objeto ou numa determinada imagem de objeto abaixo dos pés.
2. Origem
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo e deriva do método de desenvolvimento da Autoconsciência designado método FADPAILFA que se encontra descrito no Artigo intitulado "A Alma Humana: Uma caracterização reflexiva e um modo de existência".
3. Utilidade
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa com efeito rápido contra Ansiedade, Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse.
4. Contraindicação
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento que pode causar a Hipotensão Arterial, por isso, não pode ser recomendada para os que sofrem de Hipotensão Arterial!
Hoje pela manhã acordei e senti o mundo desabar: nada prendia meus pés ao chão, apenas a sensação de flutuar. Você não estava aqui para esperar meu retorno — ficou um vazio tão profundo e silencioso que preencher a casa vazia.
Quando a vida te fizer cair, não chores o tombo — agradece aos céus por ainda ter pés firmes para recomeçar o caminho..
Se for pra cair, que seja aos pés de Deus.
Se for pra andar, que seja pelo caminho
desenhado e abençoado por Ele. E se
for pra viver, e alcançar a vida eterna,
que sejam os Planos de Deus, pois é Ele
que me levanta todos os dias!
(Priscilla Rodighiero)
As pessoas se boicotam por dois motivos, por medo ou egoísmo, no medo a mente domina e impede a pessoa de enfrentar novas situações, no egoísmo a pessoa acha que vai beneficiar terceiros mais do que a si mesmo.
Sou alguém que necessita mergulhar em oceanos profundos; não apenas molhar meus pés em poças d'água...
Há lugares que não se atravessam com os pés, mas com as fissuras da alma. A praia, quando aceita como rito, não lava o corpo: dessalga a dor, toca as feridas sem pergunta e devolve ao ser aquilo que o mundo tomou — a leveza silenciosa de existir sem grades.
Amor: semelhanças e contrastes no trabalho ( parte II )
O segundo, nem por algum instante as pessoas o ver como um cidadão de bem, com boas perspectivas profissionais. Mas este, podes crê; Já obteve sonhos misturado ao medo e a ilusão. Um sonho visto bem à linha do horizonte. O medo bem real, na qual aniquila a ilusão e torna-se fato consumado. Já não existe mais medo, não existe mais mãe , não existe mais segredos, muito menos mais sonhos. Se um é o melhor profissional, e tem a consciência que poderia ter alçado voos mais altos. O outro, também executa bem o seu trabalho, e é grato ao destino pelo que se tornou, porque as
possibilidades de escolhas por caminhos obscuros, eram bem mais evidentes do que alternativas dentro da legalidade.
100822II
Com os pés de menino
tentei correr a distância do vento
o chão brasileiro é meu amigo
terra que nasce verso feito grão.
Foi então que naquele instante, o chão cedeu sob meus pés, e a escuridão pareceu me engolir. Todas as certezas, todo o conhecimento que eu julgava possuir sobre o amor e sobre nós, desmoronaram. Não foi o bastante, percebi com a amargura da verdade. Não fui o bastante, ou talvez, o bastante simplesmente não era o que você buscava. As ruínas do que fomos se ergueram ao meu redor, um monumento silencioso a um amor que não resistiu ao tempo e a própria natureza rezou antes do adeus.
Nem tudo que desapareceu vai reaparecer um dia.
Há coisas que se perdem para sempre: momentos, pessoas, oportunidades, sentimentos.
O tempo não devolve o que levou, ele apenas ensina a viver com o vazio que ficou.
É duro aceitar, mas necessário: não existe volta para tudo.
Algumas ausências são definitivas, e é justamente nelas que aprendemos o peso da realidade.
A vida não é feita de promessas de retorno, mas de coragem para seguir adiante sem garantias.
O que desapareceu pode ter deixado marcas, memórias, cicatrizes.
Essas sim permanecem, e nos lembram que não somos feitos apenas de conquistas, mas também de perdas.
E talvez seja aí que mora a verdade: crescer é aprender a caminhar mesmo quando nada volta.
NOVOS PÉS
Esfriei o teu canto nas minhas entranhas,
Pois perdeste o sentido no meu sentimento,
Foi um vento sutil que me arejou pra vida
E limpou este pátio para um novo ciclo...
Não insista que pense numa reciclagem,
Relação como a nossa nem é sustentável,
Desmatamos demais o nosso fundo ambiente;
Fomos algo intragável para qualquer tempo...
Resolvi declarar esta vaga em aberto,
Sem cair nas lacunas que já me fecharam;
Vou a busca do incerto; não quero remakes...
Joguei fora o café que não vou requentar,
Quero ter sob o mapa ou a planta do pé,
A leveza insondável de novas poeiras...
Não seja alienado: entre no Ano Novo com os dois pés firmes, calçando a sandália da humildade.
Benê Morais
