Permanecer em Silencio
Eu não tenho uma estória, tenho uma verdade: "existem olhares que prometem algo em silêncio, mas depois se fecham"!
Rejeição dói, amor não dói; eu não consigo viver com talvez, se é como um pouso não programado!
Existe um velho ditado, um pouco sinistro até: "é melhor usar uma camisa usada, do que usar uma nova sem botões"!
Vou fazer um pedido, de coração para outro coração: algumas vezes e muitas até, aprendi a comemorar um final com um começo, mas às vezes o melhor começo pode não ser o primeiro começo!
Parece destinada ao silêncio e espanto, quando certas máscaras caem... "a plateia se emocionou e pedia mais, mas o ator some"!
Tem convites que é melhor recusar, para não tentar remendar o que alguém resolveu distorcer, e se igualar; o tempo mostra o que alguém colheu o que plantou!
Tem dias que doem mais que os outros e não revigora, mas com consciência humana o desamor some; toda emoção está guardada a espera de ser liberta, nos cuidados diários dos pequenos e grandes detalhes!
Um aplauso é uma oferenda que não deixa uma vida triste, mas poucos se repetem quando se cansam; posso ter na vida repetidamente a mesma causa, jamais o mesmo instante!
“A verdadeira liberdade não nasce do silêncio dos conformados, mas da coragem de quem ousa questionar o óbvio e expor o invisível.”
— Roberto Ikeda
Meu amor não é mochileiro,
Eu sou seu por inteiro,
Fico aqui, na tua voz,
No silêncio que há entre nós. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo
Um Mestre para a Eternidade.
Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.
No silêncio, encontramos a paz para mergulhar em nossos pensamentos, e na solidão, a serenidade para acalmar a mente agitada.
“Há dias em que o céu se fecha, tomado por nuvens carregadas.
Em silêncio, o vento as afasta e revela o sol que sempre esteve ali.
A tempestade é passageira; o sol, permanente.”
Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.
Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.
E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.
Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.
A minha maior tristeza não é o choro/grito dos filhos, mas o silêncio dos pais.
Esses filhos são crianças que têm fome da Palavra de Deus; e os pais são professores evangelistas que se calam com a Palavra de Deus.
Quando você for destratado com atitudes e palavras, só há uma saída:
sair em silêncio e nunca mais voltar.
Quase amor
Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.
Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.
Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.
O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.
SILENCE!... SILENCE!... SILENCE!... SILENCE!...
Será que o silêncio é o degrau mais difícil para o sucesso?
Quando pensamos em sucesso, o que nos vem à cabeça?
Não vou sugerir nada como isso e aquilo, mas simplesmente pense e repense... o que vem à sua cabeça?
Ah meu amigo silêncio, como posso ter ignorado tantos gritos que deu comigo?
Como fui eu tão severo assim contigo?
Te tratei mal, falei demais por aí com os amigos
Que castigo!
Por não te conhecer, já coloquei minha vida em perigo
Por falar na hora errada corri risco?
Ah velho silêncio, onde estava escondido?
Queria eu, sem falar, ter aprendido...
O silêncio é a culpa do arrependido?
É ele quem cura a dor do traído...
Sara as feridas de quem está ferido...
Faz lembrar das coisas dos antigos...
Tudo tem sua graça e com silêncio também é divertido
Ter silêncio é sabedoria e saber seguir, mesmo que não seja compreendido
E me perco nas falas porque enquanto uma fala, a outra está indo...
Me pego sorrindo, pois não há nada mais divino
Dividindo aquilo que não posso ensinar nesse momento,
Se minhas escritas são pérolas, pérolas se criam com tempo
Se for investir em algo, invista por dentro
Nada que está por fora pode curar o sofrimento
Será que estaríamos vivos sem esse sentimento?
São dúvidas que existem e a melhor resposta está no silêncio...
Quando ler este texto, reflita por favor, só um momento
Poeira cria pérolas, silêncio traz pensamentos... a criação se cria, fez barulho no vento
Sabe o que o vento trás de tão longe?
Uma energia forte do horizonte, que não se esconde... é você que não sabe buscar, não sabe aonde...
Fique em silêncio feito um monge... sinta essa energia do silêncio.... se conecte à fonte....
Sinta a calma do coração, o calor na palma das mãos, uma energia em sua volta, uma forte vibração
Esse é o poder da REFLEXÃO!
Está na palma da sua mente aquilo que estava nas palmas das suas mãos
Continue lendo coerente, aquilo que não fala, diz mais que muita gente
Sabedoria não é em vão
Lavar roupa suja em silêncio é o maior aprendizado desde então
Reflita tudo que há por dentro
Conheça o silêncio
Saiba o que realmente é bom.... e não é bombom
