Perdoar e Esquecer
A parte mais difícil é não esquecer o passado, a parte mais difícil é esquecer o futuro que você tinha imaginado.
Nao sei porqu¨º ainda te amo se ja tentei te esquecer. So quero que saibas que gosto de te amar e amarei-te ainda mais
O que dizer sobre você...
Você é luz por onde passa, é alguém marcante e difícil de esquecer. Menino do sorriso bobo e que arranca um sorriso até dos maus humorados. Apesar de parecer brabo ou chato para aqueles que não o conhecem, pra quem tem intimidade sabe o ser humano doce que você é. As vezes parece um veinho rabugento, mas sabemos que é a sua forma de dizer que ama e quer o bem de todos ao seu redor. Você é um ser humano incrível e que nunca nega a sua ajuda quando alguém precisa. Um homem altruísta, que pensa mais nos outros do que em si mesmo. Não mede esforços para ver a quem ama bem, se sacrifica todos os dias, principalmente pelos seus filhos. Você é um homem honroso, honesto, dedicado e amado.
E eu sei que até o fim da vida você será muito melhor do que já é.
Desejo que os seus filhos se inspirem em você para que possa ser um homem de honra e respeito, e que a sua filha nunca se esqueça da forma que foi tratada por você e use o seu exemplo para ter um homem maravilhoso ao lado.
"O coração só cicatriza quando sangra consciente.
Esquecer seria trair minha própria sombra.
Então eu fico.
Fico com a dor, com o eco da perda, com o gosto do fim.
Aprendi a respirar no escuro.
Porque a morte que não mata… transforma."
— Fram Lima —
Coisa linda, não posso te esquecer.
Teu sorriso acende meu peito, viraste saudade antes de ser lembrança,
morando em mim como uma doce canção que toca no silêncio do meu coração. Teu olhar mora em mim...
— Fram Lima —
"Já tentei esquecer. Fingi que era só fase, distração, exagero da alma carente. Mas toda vez que respiro fundo, teu nome volta junto com o ar..."
— Fram Lima —
“A saudade que inventei para não esquecer você” — Análise de um poema de Leandro Flores
“Senti saudade do que nunca existiu.
Beijei bocas que sabiam seu sabor.
Num entardecer calado, fui canção sem ouvinte.
Era amor, mas era ausência — e eu provei.
O vento trouxe teu nome, mas não tua voz.
E a tarde morreu com um verso engasgado.”
Fonte: Leandro Flores – site Pensador e canal Café com Flores
Sobre mim
Oi, eu sou a Valkíria, professora e pesquisadora, e hoje trago um poema de Leandro Flores com um título belíssimo, original e poético:
“A saudade que inventei para não esquecer você | Te amando antes da primeira página...”
Agora minha análise
O poema de Leandro Flores é uma confissão breve, mas intensa, construída sobre a ausência. Logo no início, o paradoxo “Senti saudade do que nunca existiu” traduz a falta como presença imaginada, diálogo direto com Cecília Meireles: “Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença...” (Crônicas de Educação, 1954).
Cada verso revela a impossibilidade do amor: beijos que não preenchem, a canção sem ouvinte, a dor provada como sabor. O desfecho, com o nome sem voz e o verso engasgado, sela a incompletude — o amor que não pôde nascer.
É um poema curto, mas que carrega a densidade de um romance inteiro. Ele mostra que a poesia pode surgir do que não se viveu, transformando o vazio em palavra. Afinal, quem nunca sentiu saudade do que não viveu?
Eu tinha medo de esquecer quem eu era sem você, mas a verdade é que eu lembro exatamente quem eu era. Eu era infeliz.
"Fixar os olhos na tempestade é esquecer que Jesus nunca deixou de estar à frente, pronto para nos levantar no momento certo."
Esquecemos ou fingimos esquecer que abandonar o que nos faz sofrer não garante autoimunidade e nem impede que voltemos a lidar com os reveses de outrora, que se atualizam e se intensificam, apesar da tentativa de impingirmos a nós mesmos uma pretensa amnésia salvadora.
Aquele que ascende a culpa e o erro dos outros pode estar tentando esquecer os seus próprios, mas não por meio da autocorreção, e sim por meio de cegar as pessoas para que não vejam como está doente.
Nunca vou esquecer de todos que me ajudaram, mas também não vou esquecer de quem tentou me atrasar e atrasa até hoje.
Não esquecer: ninguém é o centro do universo. Assim é maior o prazer.
"Amor não é sobre prometer e esquecer, é sobre agir e respeitar. Algumas pessoas precisam ser 'deixadas em paz' para perceberem o valor do que tinham. Em relacionamentos saudáveis, a confiança se constrói com ações, não com palavras vazias. Se você precisa de várias conversas sobre o mesmo assunto, talvez seja hora de questionar se o amor é realmente verdadeiro. Em um amor maduro, a escuta é ativa e o ajuste é constante. Vamos escolher amar com respeito, confiança e ações que falam mais alto que palavras."
Queria esquecer.
Mas esquecer de verdade.
Queria não lembrar mesmo.
Não por raiva.
Mas por sobrevivência.
Porque lembrar de ti me prende num tempo que você já deixou pra trás.
Queria apagar teus olhos da minha mente.
Esses olhos que atravessavam os meus
como se me decifrassem por dentro,
como se prometessem algo a mais que nunca veio.
Teus olhos me diziam coisas que tua boca nunca teve coragem de confirmar.
E como doem essas palavras não ditas.
Fico pensando se, em algum momento, você quis dizer mas não disse porque eu não te deixei espaço.
Ou porque já era tarde demais pra nós.
Queria esquecer tua boca.
Não só os beijos, mas o jeito que ela sorria fácil, me desmontando inteira num segundo.
O gosto dos teus lábios ainda vive nos meus, que cruel foi te beijar sabendo que seria a última vez.
A forma como você me beijava…
como se o mundo inteiro parasse pra assistir.
E eu deixava parar.
Porque era ali que eu queria morar.
E hoje me pergunto se, um dia, você também quis morar ali, mas eu não entendi.
Queria esquecer o toque.
Teu corpo no meu.
O amor que a gente fez com pressa e desejo,
como se nossos corpos dissessem "enfim",
com uma entrega que, da minha parte,
era tudo.
E, da sua…
talvez fosse só o agora. Ou talvez não.
Ainda sinto o arrepio na pele
quando te vejo passando por mim.
É automático.
É instintivo.
Como se meu corpo tivesse sido programado
pra reagir à tua presença.
Como se meus olhos estivessem programados pra olhar no teu olhar.
E agora que você já não olha mais como antes, eles continuam esperando…
como um hábito ruim que eu não consigo largar.
Mas o que mais machuca, não é lembrar de ti.
É lembrar do futuro que sonhei contigo.
O “quase” que nunca chegou.
Os planos que fiz sem você saber e talvez você também tivesse feito sem me contar.
A vontade que eu tinha de deixar o mundo todo saber quando e se eu fosse sua.
Mas, afinal, nossa história viveu em pedaços escondidos do dia,
momentos em que talvez fossem invisíveis para os outros. E talvez até pra nós mesmos. Esse talvez agoniante que me aprisiona e sufoca, que me mantém acorrentada na incerteza do nosso "quase". Mas foi tudo que nos restou, além das lembranças que ainda vivem em mim.
Nossas madrugadas de sábados e domingos,
as aulas que trocamos para estarmos juntos,
tantos papéis levados de propósito, só pra cruzarmos nosso olhar.
As mãos entrelaçadas em silêncio enquanto deitava no seu peito que batia forte.
Naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
As pequenas felicidades que eu via em nós.
