Perdi uma grande Amiga
Mais um corpo de um morto estendido na calçada, atrapalhando a manhã da grande cidade. Quem foi não sabemos enfim, onde foi o começo e este breve fim. Quem sabe sera mais um afortunado de uma vida inteira de enormes buscas e alguns encontrares por diversos lugares, onde foi confundido como filosofo social e permitido ver com profundos olhares e incendiados efusivos sentimentos. Por tudo isto, agora não é mais nada, não tem documento vai como indigente, um corpo perdido que se expõe ao tempo, pelo mau cheiro fétido de carniça que espalha o vento.
Quando estamos diante de um relativo grande poder percebemos que grande parte dos primeiros cem pedidos por auxilio e intervenção urgente se resolvem distante de nos, na primeira semana por si mesmo.
O grande desafio social na contemporânea democracia é fomentar o civismo, a cidadania, o patriotismo cultural e a identidade incomum dos diferentes em pleno gozo legal e constitucional da liberdade.
A grande doença na sociedade contemporânea do século XX e XXI aparece quando fazemos contrariados o que não temos a menor vontade e empenho em fazer.
Grande parte da miséria humana é a parte punitiva de um auto-flagelo condenatório que nunca teve perdão e um justo julgamento.
Maravilhosas as esculturas vegetalistas em aço dos jardins de Caio Mourão....a Arte Joia em grande formato com a sutileza da criação em movimento de um artista plastico e visual, joalheiro que navegava entre varias plataformas....Meu amigo e parceiro Caio Mourão era assim um jardineiro de pétalas, flores e espinhos... inquieto e curioso, e ao mesmo tempo objetivo e generoso...mas sempre sonhador....em um único movimento de buril resolvia o fato, de fato...ainda me lembro como se fosse ontem, Caio me ligando para me falar empolgado sobre novas esculturas que tinha feito...e falávamos das gemas, de coisas e das formas que Di Cavalcanti pensava, indo para o cearense Antonio Bandeira em Paris e do Ado Bonadei.....Carlos Martins e de tantos outros.....a arte para nos sempre foi uma colcha de fuxico coloridos com as lembranças de quem tinha partido, na frente..mas grande parte dos sonhos que sempre ficaram, afinal nunca que cria com emoção, nunca morrem...persiste.... de certa forma fica aguardando no ar até outro alcançar e continuar.
Grande parte de minha vida e pensamento é inspirada na sabedoria familiar, também de pessoas comuns, simples e humildes que fazem um show diariamente anonimamente no grande palco da existência. Por si é um laboratório teatral cotidiano do simples, como me alertou durante vários anos o querido "Zimba" - Zbigniew Marian Ziembiński, mais conhecido como Ziembinski, o magnifico ator e diretor de teatro, cinema e televisão, na década de 1970 com quem tive a alegria de conviver no RJ. Parece mesmo que no mais erudito e no mais simples são que circulam naturalmente as melhores respostas pois diferente do intermediário presunçoso do que é e não é e talvez possa ser, só vivem as sombras descrentes das perguntas sem sentido e as alegações infrutíferas e sem objetiva solução. A divina generosidade é a grande maré que nos movimenta pela brisa constante e continua do Oceano dos Humildes.
A grande diferença de quem abraça em verdade o trabalho nas esferas criativas, educacionais, artísticas e culturais é que independente do retorno financeiro, das regras do mercado e do engajamento em emprego, o trabalho não para. Não é possível estacionar nem por poucas horas a sensibilidade constante que movimenta em ação, hiper-atividade e sede de experimento o pensamento. De certa forma por isto que cada qual em sua direção, interesse e plataforma sem dizer diz que o trabalho passa a ser o principal regente do trabalhador.
Diante de qualquer grande sofrimento, se houver tempo pedimos perdão mesmo que não nos julguemos culpados. A dor de quem sofre, encobre os limites da humildade, da razão e da sanidade sendo assim cabe a quem se aproxima, por compaixão exercer uma dose bem maior de generosidade. Não existe certo ou errado e sim abandono, solidão e cumplicidade. Todos nos precisamos um dos outros, indivisivelmente, para que tenhamos a certeza que vale a pena, viver.
O grande problema da idiotice digital contemporânea é que tudo que ouve, mesmo não sabendo nada sobre o assunto, julga merecer retoques, deflagrando idiotas e insensatas burrices.
O mundo que tenho mais próximo a minha volta é em grande parte expressão de meus pensamentos, muitas das minhas perguntas e algumas poucas de minhas meias respostas que se completam por amor, perdão e compaixão a vida, todos os dias.
Entre o grande amor. Felizes são aqueles que por medo e sanidade conseguem administrar o gostar entre os seguros limites.
Em tempos de grande sofrimento mundial, bondade e generosidades surgem do nada e as maldades, os egoísmos e as torpes vaidades, também. O melhor e o pior de cada afloram rapidamente.
A grande sabedoria da vida é saber que a cada amanhecer vem um novo dia que não sabemos exatamente, nada de novo.
Sou um ser divino, filho do Grande Pai celestial em espirito e verdade. Não cai com o pecado original, vivo da generosidade e da abundancia, sendo assim tudo que propõe o "religare" a mim não conecta, por que nunca estive e estarei longe da divindade que é a vida. Minha cultura espiritualista advém da natureza e do meio ambiente, próprio da vida e da mãos de Deus, que dialogam comigo o tempo todo, pelo vento, pelas águas, pelo Sol, pela Lua e pelas estrelas. Onde habita eternamente o meu sagrado.
O grande cientista, profeta mecânico e visionário na defesa do ocidente para este século é Nikola Tesla, que os inimigos imperialistas orientais não conheceram e não acreditou.
A grande virtude de viver, ser e crescer é saber que na vida a cada dia, não estamos seguramente preparados para nada
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