Perdi uma grande Amiga

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OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

"Cada consciência é uma janela aberta para um fragmento do infinito."

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

" Após o ímpeto juvenil das estações iniciais do ano, no ser instala-se uma espécie de recolhimento da alma, como se o espírito humano, cansado de ilusões precipitadas, começa enfim a contemplar com mais sobriedade os contornos da realidade. "

" A desilusão é uma conquista fortuita sem comparação. "

Minha gravata não tem cinqüenta tons de cinza, porém meu céu tem mil e uma noites.

Deitado em mais uma madrugada vazia,
Meus pensamentos vagam e minha mente por ti ânsia.

Lembro do belo sorriso doce e inocente,
Que desperta o meu e me faz tão contente.

O que falar dos olhos cor de mel tão reluzentes?
Iluminando meus caminhos e meus horizontes.

Me levando a uma vida cheia de amor e muitos carinhos,
Onde teremos um ao outro e nunca ficaremos sozinhos.

Incessantes erros e dificuldades ão de aparecer,
Cabe aos corações decidir o que fazer.

Mas uma coisa eu quero sempre ao acordar,
Saber que ao meu lado você vai estar.

Meus olhos se fecham e anunciam meu adormecer,
E desejoso fico por sua ligação ao amanhecer.

Fico imaginando o momento de beijar sua boca,
Te levar para onde posso tirar sua roupa.

Sentir calorosamente o toque de sua pele sedosa,
Ouvindo meu nome em sua voz manhosa.

Ah! Eu quero você ao meu lado todos os dias,
Para por um fim nas minhas madrugadas vazias.


- Madrugada Vazia -

eu disse eu te amo pra tantas pessoas
uma delas foi embora
outra morreu
outra está à beira da morte
dentre todas essas a que mais me amou
fui eu.

Sabe... às vezes tenho saudade de uma vida que não vivi. Sinto falta do que faltou viver.

Somente hoje podemos ser feliz, amanhã é apenas uma promessa.
Somente hoje temos a chance de acertar, e errar, porque nossa vida não é precisa.
Somente hoje podemos viver, porque já não existe mais tempo para viver o que ocorreu ontem.
Somente deixando a magoas de ontem e os medos do amanhã , estaremos próximo da felicidade.
Somente acreditando nos sonhos, é que vencemos sempre o dia de hoje.
E assim no final de cada dia, dizer a si mesmo: eu vivi, eu amei, e amanhã serei novamente feliz.

Simplicidade é ter todas as estrelas e querer apenas uma, é ter o mar e querer apenas uma gota, é ter o mundo e querer apenas uma pessoa, você

uma palavrinha sobre os fazedores de poemas rápidos e modernos

(Tradução: Jorge Wanderley)

é muito fácil parecer moderno
enquanto se é o maior idiota jamais nascido;
eu sei; eu joguei fora um material horrível
mas não tão horrível como o que leio nas revistas;
eu tenho uma honestidade interior nascida de putas e hospitais
que não me deixará fingir que sou
uma coisa que não sou —
o que seria um duplo fracasso: o fracasso de uma pessoa
na poesia
e o fracasso de uma pessoa
na vida.
e quando você falha na poesia
você erra a vida,
e quando você falha na vida
você nunca nasceu
não importa o nome que sua mãe lhe deu.
as arquibancadas estão cheias de mortos
aclamando um vencedor
esperando um número que os carregue de volta
para a vida,
mas não é tão fácil assim—
tal como no poema
se você está morto
você podia também ser enterrado
e jogar fora a máquina de escrever
e parar de se enganar com
poemas cavalos mulheres a vida:
você está entulhando a saída — portanto saia logo
e desista das
poucas preciosas
páginas.

" O preconceito é fútil fruto de uma vã e limitada visão"

Gostava de sonhar que era uma princesa e que estava perdida e de repente, o princepe vinha salvar-me . Mas por favor , eu sei que não vai acontecer . Hoje em dia, gosto de inventar nomes, sei que quando os usar, ninguém irá perceber . Isto vai acontecer !

A magia é sagrada, usá-la para se exibir é uma ideia extremamente estúpida.

“Uma vez possuído, você cederá à tentação. Você nem vai se opor a cruzar fronteiras que nunca devem ser cruzadas. E o que espera por você lá ... é o prazer de viver o inferno. ”

As pessoas com rostos doces e alegres, na verdade, levam uma profunda obscuridade em seu coração.

Sou uma mulher APAIXONADA em todos os sentidos e talvez por isso não tenha medo do ridículo. Quando há paixão em nossas vidas nem notamos o mundo lá fora.

Leitura real

O poeta é louco
lê quatro livros
todos de uma vez.

Acaso a gente vive
uma história
a cada mês?

Tenha uma
semana com muita Luz,
que a sua vida
e os seus planos
sejam abençoados
por Deus!