Perdi quem Amava
Já me perdi nas palavras
Já me destilei nas lágrimas
Procuro-me e encontro-me
Nos espaços vazios dos silêncios!
Não acredito mais nas pessoas. Perdi a fé que nunca tive. De hoje em diante, serei só palavras. Quando todos vão embora, lá estão elas: as palavras. Só restam elas.
Perdi as contas de quantas vezes morri com minhas paixões. Quantas vezes morri sem volta... e voltei.
Não. Eu não o perdi apenas ontem. Eu o perdo hoje, amanhã e em todos os dias que me restarem. Esta é uma dor que não tem idade. Esta é uma dor que jamais irá passa
(20 contos inspirados em músicas da Legião Urbana)
...Eu fui feliz ao seu lado. Perdi, ganhei, sorri, chorei, passei frio e fome, mas fui amigo. Muitas vezes eu me esqueci, e quando lembrei já era tarde. Saudade da verdade, pureza, inocência e lealdade...
Já perdi a conta de quantas vezes olhei para cima, suspirei, tentei me acalmar em palavras dizendo que tudo daria certo, e, não deu.
Dos muitos homens que sou, e nós somos,
não podemos nos assentar em apenas um.
Eles estão perdidos para mim dentro das capas das roupas,
eles tomaram o rumo de outra cidade.
Quando tudo parece estar bem
para que eu me mostre como um homem inteligente,
o louco que eu mantinha encerrado em minha pessoa toma minha
fala e ocupa minha boca.
Em outras ocasiões, quando estou perdido
entre pessoas distintas
e chamo meu eu corajoso
um covarde completamente desconhecido vem sacudir meu pobre
esqueleto
com mil pequenas reservas
Quando uma casa digna explode em chamas,
ao invés do bombeiro que eu chamo,
irrompe em cena um incendiário
E ele sou eu. Não há nada que eu possa fazer.
O que posso fazer para escolher a mim mesmo?
Como posso me compor?
Todos os livros que li
idealizam figuras de heróis brilhantes.
Sempre cheios de auto-confiança.
Eu morro de inveja deles e;
em filmes em que balas voam ao vento,
Sinto inveja dos cowboys,
Admiro até os cavalos.
Mas quando eu chamo meu eu corajoso,
lá vem meu velho ser preguiçoso,
e assim, nunca sei quem eu sou,
ou quantos eu sou, ou quem estará sendo.
Eu gostaria de ser capaz de tocar um sino
e chamar meu ser real, o verdadeiro eu,
pois se eu realmente preciso do meu ser próprio,
não posso deixá-lo desaparecer.
Quando estou escrevendo, estou longe
quando retorno, já me fui.
Eu gostaria de ver a mesma coisa acontecer
a outras pessoas como ocorre comigo,
para ver se tantos são como eu,
e quantos deles sentem-se da mesma forma consigo mesmos.
Quando este problema for totalmente explorado
vou me treinar tão bem nessas coisas que
quando eu tentar explicar meus problemas,
falarei não de um ser, mas de uma geografia.
Já perdi as contas de quantos caras se decepcionaram por achar que eu era a mulher da vida deles. Eu sou a mulher da minha vida, preciso me entender, me decifrar, destruir minhas barreiras. Eu sou uma bagunça que não quer ser arrumada, não agora. Então, por favor, desistam de tentar consertar quem não quer ser consertada.
Era acima de tudo tedioso e perdi tudo. Não quero dizer estar perdido, quero dizer ter perdido... Em certos momentos achei que fosse enlouquecer.
digo de coraçao que hoje estou triste pois perdi a coisa mas inportante da minha vida que era a esperança a esperança em uma vida melhor em ser feliz em amar e ser corespondido tudu que tenho e a minha lembrança dos montos felizes que passamos juntos e um pouco e esperança de repeti-los
Denso como o mel, cada momento,
Raiando como o âmbar.
Há muito perdi a noção do tempo
E exilei o calendário.
Odeio a contagem do que for
E a idéia de poupança!
Meu anual crédito de amor
Dissipo numa andança.
