Perdi meu Melhor Amigo

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Quando a minha mente se afasta, nem o meu coração consegue encontrá-lo.

Difícil é como exprimir ou explicar o que há na minha mente e expressar o que há no meu coração.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Às vezes o meu coração toma decisões erradas e influencia o corpo a comete-lós e no final de tudo é a mente que resolve tudo.

É impossível ser possível eu não quer em acreditar no Paulino Ngoio Macaia, meu irmão, irmão de sangue, meu menor, irmão maior da Alfonsina Ngoio Macaia, minha irmã, irmã de sangue, irmã maior da Francisca Gomes Ngoio Macaia, minha irmã, irmã de sangue minha cassula, nossa cassula, chara do meu pai, da minha mãe, da minha avó( mãe do meu pai) e de dois irmãos do meu pai. Meus irmãos: Paulino, Alfonsina e Francisca. Vocês nunca saíram jamais no meu coração e jamais serão apagados na minha mente. Amo-vos muito muito muito e mais.

De manhã cedo, eu cedo meu lugar, mas não cedo meus sonhos.

Traço meu risco, corro risco mas fico firme. Bato meta na obra, bato palma para a vida e faço aplausos aos outros, esperando a devolução.

A meu ver, não existem pessoas tristes ou felizes. Esses são estados de humor e, como tal, são voláteis. Ninguém é 100% uma coisa só o tempo todo. As pessoas sustentam ou não esses estados emocionais, conscientes disso ou não. Uma desilusão não superada faz a tristeza permanecer por mais tempo; um relacionamento em sua melhor fase faz a felicidade permanecer por mais tempo. Mas isso passa. - Rob Sings

No limbo,
sem inspiração,
tua voz, chamando meu nome,
me trouxe de volta:
POESIA!

Esperei secar na gamela a rapadura aquarela feita da pintura do meu Deus onde o verde da cana se mistura na formosura dos olhos meus.
Como é rico meu lugar
Ver o campina mudar de cor, os riachos se encherem, as cisternas estalarem d'água.
Acompanhante na voz de Deus, som de muitas águas, ai que alegria é chover no sertão meu.
A terra dura é árdua onde vento é seco, osol reina, o carcará se esconde, bodó iberna, só esperando ressuscitar na voz de meu Deus.
Terra que emana leite e mel, mel da jandaíra, leite da vaca flor,
carne do boi fubá e ovos da carijó...
Como é rico o sertão meu!

Não compactuo com a morte. Meu pacto é com a vida.

Meus irmãos e irmãs têm todo o meu amor e apoio. Nós com certeza dividimos muitas experiências ótimas, mas no momento eu não tenho planos de gravar ou fazer uma turnê com eles.

Do que ficou para trás
não quero saber,
Apenas quero no meu
abraço te acolher.

Dia 11 - O que meu desejo pede hoje para despertar?


- Eu permito que o desejo acenda em mim uma luz que guia.
- O desejo afia a vontade e abre portas.
- O desejo me move como mar que avança.
- O desejo transforma espera em caminho.
- O desejo me chama para o primeiro passo.
- O desejo traz coragem com doçura.
- O desejo me torna inteiro e vivo.

O Mundo Dentro do Meu Mundo

Eu sei.

Eu sei o que está escrito no manuscrito.
É longo e agridoce.
Mas quem vai escrever o seu nome?
Quem vai dizer o que houve nos momentos maravilhosos e nos tempos sombrios?

Só um momento, por favor…

Eu sei sorrir.
Eu sei amar.
Mas não sei dizer adeus.

Tudo se torna diferente quando as falhas do tempo são preenchidas por remendos de lembranças.
Os outros não conhecem os erros, mas você conheceria.
Sorri… porque sabe que eu sei exatamente onde as falhas se instalaram.

Eu me esforcei, e tudo era profundo.
Era para ser um livro, mas achei melhor dividir em pedaços:
fragmentos em poesias.
Porque assim posso revivê-las em meus vários olhares, em meus múltiplos suspiros.

Seu nome era o meu slogan.
Nossa vida, uma crônica maravilhosa.
Somente eu para entender aquele mundo dentro do meu mundo.

Só um momento, por favor…

Eu sei sorrir.
Eu sei amar.
Mas não sei dizer adeus.

A Crueldade da Poesia


A poesia me abriu o peito
e pediu meu sangue.
Quando a entreguei,
ela leu em silêncio, sorriu
e foi embora.


Fiquei ali,
com o coração pingando,
verbo amputado, sem sentido,
entendendo — tarde demais —
que a poesia não consola,
nem o poeta, nem a musa.
Poeta não é herói:
ela o consome,
o destrói.

Geralmente, o último gole de vinho não é meu.
Ele pertence aos que suportaram pensar até o fim.


A Oscar Wilde, pela inteligência como arma contra a hipocrisia.
A Hemingway, pela ética seca diante do absurdo.
A Rimbaud, pela violência precoce do gênio e pelo abandono.
A Flaubert, pela disciplina quase cruel da forma.
A Voltaire, pela lucidez ferina,
por ter combatido a estupidez com ironia
quando a coragem ainda era possível.


E o último dos últimos,
quando o vinho já não promete nada,
vai para Baudelaire.
Porque ele soube que a beleza não nasce da pureza,
mas do atrito entre o tédio e o abismo.


Depois disso,
o copo vazio.
O silêncio.
E a noite continua,
como sempre.

Ao chegar em casa em um dia torrencial – faz parte do meu trabalho – o meu filho me perguntou: papai o que o Sr. Faz? Sempre gostei de responder essa pergunta, mas agora era diferente. Poderia decidir a escolha dele para o futuro. O medo e a alegria tomaram conta de mim, eu disse:
Preservo e mantenho a ordem. Dirimo contendas, Oriento as pessoas, evito tragédias, conduzo culpados, tranqüilizo vítimas. Dou-me a todos que precisam de ajuda. Prego a paz.
Ele fixou os olhos em mim e disse: quando eu crescer serei mais que o senhor, meu pai, serei um POLICIAL MILITAR

O meu dia começou mais cedo, acordei pensando em você. Esse teu jeito meigo e descontraído que eu jamais vou esquecer.


"Complicada e perfeitinha você apareceu ..." surgiu como um feixe de luz numa caverna escura. Irradiante você veio ofuscando os meus olhos, fez meu dia ficar mais lindo.