Perdesse
Como se te perdesse nos trens, nas estações
Ou contornando um círculo de águas
Removente ave, assim te somo a mim:
De redes e de anseios inundada
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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Entrar no canal do WhatsappOlhando a extrema beleza dos pássaros amarelos calculo o que seria se eu perdesse totalmente o medo. O conforto da prisão burguesa tantas vezes me bate no rosto. E, antes de aprender a ser livre, tudo eu aguentava – só para não ser livre.
Justo eu, que sempre dizia,que uma das coisas que não suportaria,
seria quando eu perdesse meu abrigo em você.
Enfim,demorei tanto pra arrumar esse lugar.
Dias e dias,ampliando,arejando,criando rebocos,
retirando seus destroços, pra que assim fizessemos nosso mundo.
Eu te dizia,lembra?
E você ouviu?Você guardou?
Você ao menos pensou,
quando via em mim tanto esforço?
Eu também joguei fora muita coisa minha,
pra que aí dentro,só houvesse espaço pra nós dois.
Ah!Seria tão diferente se você tivesse me ajudado...
Porque ao invés de trancar,você não abriu?Porque?
Eu estaria com você,com amor,na rede,no vento,no relento....(livre)
Brincava com minha simplicidade,lembra?
E sabe agora como estou?
Como quem anda pela primeira vez de salto alto,sozinha,
numa avenida esburacada,
escura,com um monte de pessoas te olhando
e esperando um tombo logo adiante.
É visível minha fragilidade,minha insegurança.
É difícil olhar a distancia que tenho que percorrer assim.
Mas quem foi que me mandou acreditar tanto?
Quem foi que me disse, que pra viver,
bastaria apenas um abrigo tão fechado dentro de alguém?
Não,ninguém.
Fui eu quem me "podei" pra caber em você.
(Mas não morri pra mim)
Talvez por isso...
Por eu estar tão viva,num lugar tão morto,
é que o "seu tão pouco",
se tornou insuficiênte pra mim.
-Calma...deixa eu analizar:
Então não fui eu quem perdi...né?
TEM ALGO MAIOR ME ESPERANDO POR AÍ.
Devaneios
E se o amor me perdesse
Toda vez que pudesse sair?
E se o amor me entendesse
Toda vez que pudesse me ouvir?
E se o amor me calasse
Toda vez que pudesse sorrir?
E se o amor me adentrasse?
De mim poderia fugir?
Se eu fosse uma empresa, iria à falência se eu perdesse quem amo, lucraria a cada amor correspondido e mandaria embora por justa causa quem não sabe amar.
É estranho se afastar de alguém que você pensava nunca se afastar. É como se você perdesse um rim, você vive sem ele mas sabe que sempre irá fazer falta.
QUISERA EU...
Quisera eu que perdesse o pudor
Que enlouquecesse de amor
Que não mais esperasse
E nada mais importasse
Quisera eu contornar o seu corpo
Não conter os desejos
Que são meus e são seus
Não saber os limites
A razão esquecer
Quisera eu, você!
Agora...
Nossos corpos grudados,
Suados. Molhados
Adormecer de prazer
No berço de seus braços. Largos.
Fogueira que se acende nas noites de frio.
Sonhar-te. Amando-te sem razão de prazer,
Sem culpa e sem medo do futuro,
Com força e celeridade.
Então m’alma exalta ao deleite,
Glorioso estado do desejo.
Quisera morrer nos teus abraços.
Quantas PEDRINHAS eu deixei para que você não perdesse o caminho e não esquecesse á base e a estrutura do qual sua família te ensinou.
Quantos ELÁSTICOS eu usei para esticar o limite de minha paciência em todas as vezes que fui contrariada ou desobedecida
Quantas BALAS usei para adoçar a vida e para lembrar que meu filho me trouxe muitas alegrias e orgulho
Usei BORRACHA para apagar os erros e falhas cometidas e o que sobrou foi os farelos, me mostraram que todos nós somos dignos de erros, mas para que possa evoluir meu filho, não tenho que limpar os farelos e sim ensinar que cada ação tem uma reação.
Quantas BOLAS DE CRISTAL eu usei, em cada previsão era um estouro, ah esse extinto materno, onde podemos sentir e adivinhar cada coisa, tendo que ter as palavras certas e jogo de cintura pra não errar nos conselhos. Pois á vida não vem com manual...é kkkk
Quantos ESCUDOS DE DEUS eu usei para te defender e te proteger e ao ver que estava seguro, me dava força para seguir adianta.
Usei um BARBANTE para segurar as pontas e para mostrar que sempre teremos esse elo por mais que ele se rompa eu estarei aqui, pois sou sua MÃE e não sua dona. Criei-te para o mundo e não para mim, quero que se lembre, para cada não, teve uma explicação do porque do mesmo, não poderá culpar ninguém por suas escolhas, mãe de verdade ensina teu filho, á ter personalidade sem perder o caráter, a conquistar pelo seu esforço, ensina que vida não é um mar de rosas que é feita de lutas, assim alcançando as vitórias e sentindo orgulho das mesmas.
A palavra mãe é um substantivo concreto, mas deveria se um verbo. Mãe é cuidar, brigar, chorar, brincar, sorrir, ajudar, mudar, se preocupar, se irritar... Mãe é saber amar!
E eu te amo meu filho....
Quando acaba é como se você perdesse uma parte do seu corpo. É difícil, faz falta, deixa vazio.
Mas enquanto o coração bater, tudo o que precisamos fazer é aguentar e seguir em frente, e buscar um futuro diferente.
A idiotice do meu ser, fez com que eu perdesse vc, não sei mais o que fazer.
Triste saber, que eu não sou a pessoa certa para você
Amo cada toque seu,que sinto que morreria se perdesse esse contato;
Amo seu olhar,com ele posso voar pra onde eu quiser,mas não preciso,pois,o único lugar que quer estar é ao seu lado;
Amo seu rosto,ele é tão belo e reluzente,que iacria admirando pra sempre,é como uma ímã,puxa meu olhar não se desvia de tão maravilhoso que é;
Amo seu corpo,é tão perfeito,que cruza a linha de meus pensamentos entre a razão e o obsceno,suas curvas,me deixam louco,é como ter o paraíso só pra mim,exclusivo;
Amo seu jeito de me amar,e isso me faz te amar muito mais,me faz querer demostrar,é tão puro esse sentimento,e foi graças à você que pude sentí-lo,somente por vc me amar;
Quero te ter em meus braços,para te proteger,ser seu porto seguro,sentir o teu calor,sentir o teu carinho,e não há nada que possa me fazer mudar esse sentimento;
Posso escrever o dia inteiro,elogiar,e abrir meu coração de todas as maneiras possíveis,mas mesmo assim,não seria suficiente,de tão perfeita que você é,palavras não bastam;
Qual era a palavra que vc costuma me dizer? Há,sim:
-Inefável,é isso que representa o nosso amor,o nosso sentimento;
Usarei de todas as minhas forças para te fazer feliz,darei até meu último suspiro de vida em dedicação ao teu nome,pois,se é pra viver,então que seja de mãos dadas contigo até o fim,e eu sei que,é de mãos dadas que vamos vencer as dificuldades e os obstáculos da vida,pois assim,caminhando neste mundo,testemunharei a felicidade e o sorriso do teu rosto, e isso é algo que daria a minha vida para continuar tendo,nunca se esqueça de que eu sou teu,assim como você é minha,e que estou do seu lado,em tudo,por você e pra você,isso é uma promessa;
Há,e nunca se esqueça também:
-Você é minha mulher e nunca será diferente,até o dia que nos casarmos e concretizarmos esse sonho.
Eu dedico esse texto ao amor da minha vida,que me trouxe luz e paz, e felicidade:Vitória Juliene(minha futura esposa e futura Madariaga).
Se não perdesse-mos muito tempo tentando agradar os outros, nós viveríamos felizes todos os santos dias, mas infelizmente vivemos em mundo onde é mais fácil agradar os outros do que a nós mesmos, logo nos tornamos pessoas com dependência emocional de outras pessoas, e acredita, isso é fod@ demais.
“Marchei resoluto em direção ao abismo, para evitar que aquela apetitosa fruta se perdesse em seu vazio.”
Capítulo — O amor que não pediu que eu me perdesse
Os dias foram passando, e eu comecei a sair cada vez mais. Não por carência, mas por retorno à vida. Foi no terreiro que eu o conheci — como se a espiritualidade, mais uma vez, soubesse exatamente onde me colocar.
Ele era tímido. Respeitoso. Trazia sempre um sorriso sereno no rosto, desses que não pedem nada, apenas oferecem calma. Alto, cabelos pretos como a noite, cheios de cachos, como se guardassem segredos. Meu coração dizia: vai em frente. Minha cabeça, ainda ferida, sussurrava: foge. Não vale a pena perder o rumo outra vez.
Dessa vez, eu queria. Mas fui devagar. Pé no freio, cinto de segurança, marcha lenta. Eu já sabia que amar não precisava ser queda — podia ser escolha.
Apresentei-o à minha filha como meu amigo. Ele se aproximou com cuidado, sem pressa, sem invadir. Ele e meu pai se tornaram amigos de imediato. Em pouco tempo, ele chamava meu pai de pai, minha mãe de mãe, como quem entende que família é vínculo, não contrato.
Eu gostava de tudo aquilo, mas mantinha o coração em retranca. O medo ainda morava ali, atento, desconfiado. Ainda assim, as atitudes dele falavam mais alto. Quando ia à minha casa, fazia de tudo para me agradar e agradar minha filha. Era carinho constante, cuidado natural, presença sem esforço.
Ele me levou para conhecer a mãe dele. Nos tornamos amigas com uma facilidade quase absurda. Tudo parecia encaixar. Era um sonho. E sonhos, eu sabia, também podiam doer.
Chegou o Carnaval. Ele não pôde viajar comigo — havia conseguido um trabalho. Ainda assim, me incentivou a ir, a me divertir. Na viagem estavam meus pais, minha irmã, minha comadre com seus dois filhos, minha filha e eu. Uma pequena multidão de afetos.
Fui.
E falávamos todos os dias por telefone.
Numa noite de folia, minha mãe nos deu um vale-night. Disse que ficaria com as crianças para que eu e minha comadre fôssemos curtir um pouco do Carnaval de Rio das Ostras. Fomos. Rimos. Sambamos. Bebemos. Bebemos demais.
Minha cabeça girava, mas meus pensamentos só tinham um endereço: ele. E, guiada pelo álcool e pela verdade, acabei contando para todo mundo o quanto eu gostava dele. Foi aquele porre em que a dignidade escapa, mas o sentimento decide aparecer.
Quando voltei para casa, ele estava no meu portão. Me esperando. Carregou as malas, entrou, fez almoço para mim e para minha filha. Como se aquilo fosse simples. Como se cuidar fosse seu idioma principal.
Naquela noite, a luz acabou. O calor era insuportável, e eu precisava trabalhar no dia seguinte. Ele passou a noite inteira me abanando com um leque, em silêncio, sem reclamar, sem dormir. Quando acordei pela manhã, ele ainda estava ali, repetindo o gesto.
Foi nesse instante que eu soube: ele me amava.
Não com promessas. Com presença.
Algum tempo depois, veio a notícia. Ele havia passado em um concurso para outro estado. Estava sendo convocado para tomar posse. O futuro o chamava.
Saímos juntos na noite seguinte. Foi uma noite linda. Intensa. Silenciosa. Nós dois sabíamos: era despedida. Não havia drama, nem cobrança. Só um amor adulto o suficiente para não pedir sacrifício.
Levei-o até o aeroporto. Ali, combinamos que viveríamos nossas vidas da melhor maneira possível. Que não ligaríamos. Que não escreveríamos. Porque às vezes, para não se perder, é preciso soltar. E insistir só criaria fantasmas.
Ele foi o maior amor que já vivi. Sem interesse. Sem cobrança. Sem dor. Só carinho, cuidado, alegria e amor.
Até hoje, de vez em quando, ainda penso nele.
E o pensamento vem manso, sem culpa.
Às vezes me pergunto:
e se ele não tivesse ido?
e se eu não tivesse cumprido o acordo de não ligar?
Mas aprendi que alguns amores não existem para durar.
Existem para ensinar.
E ele me ensinou que eu podia amar sem me perder.
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