Perder Pessoas
Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.
Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.
E então vem a voz dela na minha cabeça.
Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?
Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.
Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B
Queria ganhar de você.
Odeio perder pra você
em meio aos olhares.
Tu olha pra mim,
eu pra você,
e nesse tempo onde tudo paralisa,
você já sabe quem vai vencer.
Por isso, odeio perder pra você.
Será que um dia vou vencer?
Não há tempo a perder para amar...
Temos uma escolha a fazer: seguir o nosso caminho, ou deixar que a vida nos leve por onde ela quiser.
Então, se você ama, viva esse amor ao máximo. Pois amar e ser amado é a dádiva mais preciosa que podemos sentir e viver. 💜✨
No fim, o Direito é a pergunta permanente sobre quanto poder podemos exercer sem perder nossa humanidade.
Talvez o futuro pertença menos aos que sabem prever mudanças e mais aos que sabem mudar sem perder seus princípios.
A literatura conserva aquilo que a história costuma perder: a experiência interior dos acontecimentos.
“A pior derrota do Direito não é perder uma causa, mas ensinar alguém a não esperar mais pela justiça.”
O Direito começa a perder sua humanidade quando considera a pessoa apenas como titular de obrigações.
Resiliência institucional é a capacidade de mudar sem perder aquilo que torna uma instituição legítima.
O Direito alcança sua maturidade quando consegue evoluir sem perder sua finalidade: proteger a dignidade humana em um mundo que nunca para de mudar.
Uma democracia sem cidadãos intelectualmente autônomos pode conservar eleições e perder o espírito democrático.
O Direito começa a perder sua neutralidade quando passa a exigir adesão a uma metafísica particular.
Quando a religião pretende governar o Estado, a liberdade de consciência começa a perder seu território, sobretudo para aqueles que não conseguem afirmar como certo aquilo que outros afirmam como revelado.
O tempo passa depressa demais. Às vezes, é preciso parar e olhar ao redor para não perder aquilo que o tempo leva consigo.
