Perder

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Eu tenho tanto medo de perder você, 100%, que dói, e aí eu me desespero, eu não sei como te fazer me ouvir, eu já fiz tudo ao nosso redor, mas você não me escuta, nem como fonte nem como eros, e eu quero tanto curar seu coração, quero tanto te fazer ver que eu estou aqui, que eu sou real, ver que você merece alguém real, amor real, que se preocupa, cuida, que mal deixa vc atravessar a rua sozinha, que ruge como um leão para O mundo respeitar você, meu amor é gritante eu sei, mas não é por mal, se você soubesse quem é, entenderia o por que eu sou tão tormento para ti, lembre quem é e eu prometo que permito que vá para onde quiser ir, ou fico ou vou pra sempre.
Diana, deusa lunar.

⁠Se a sua coca cola perder o gás, não se abata, abra outra...

Não é sobre refrigerante...

Sonhar...viver o sonho...se deixar levar....se perder e se encontrar....a vida é um instante....

Jamais aposte o que você não pode perder.

As pessoas erram, mas não querem perder o atestado de pureza.

Perder um amigo por querer sustentar uma mentira sem fundamento é tolice.

Perder o chão é o vício de quem não valoriza o que tem.

Não sou perfeito, e talvez nunca seja. Mas meu maior medo sempre foi te perder, porque você é a melhor parte de mim.

Deixar-se dominar por algo ou alguém, é perder a própria identidade. Igualar-se ao outro é um nítido sinal de fraqueza.

Flávia Abib

⁠Ame como se fosse a última vez.
Só quem Ama, sabe a dor que é perder aquele que esteve em momentos únicos e especiais.

Mulher forte não é a que nunca cai, é a que se levanta sem perder a ternura.

Ficar em silêncio
também é escolher
não se perder.

Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.

⁠Às vezes, o amor precisa se perder para ser verdadeiramente encontrado. É nas ausências que percebemos a real importância de quem esteve ao nosso lado. O verdadeiro amor não se mede pelo tempo, mas pela intensidade com que toca a alma.

Viver Sem Perder Tempo é o Que Temos pra Hoje.

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

"Perca o medo de perder o que você nunca teve."

A Ataraxia me blinda.
Como perder o controle se quem me ataca é uma pessoa fragil emocionalmente?
Só eu mesmo posso me atingir.
Os outros? Só opiniões e achismos

"Perder o sentido das coisas é um alerta de que devemos alterar o ritmo da vida, para que a existência recupere sua coerência e propósito"

Ser borderline é amar demais
e, no mesmo instante,
morrer de medo de perder.
É sentir tudo em volume máximo:
o carinho que salva,
o silêncio que machuca,
o olhar que acolhe
e o abandono que nem aconteceu
mas já dói.
Sou casa em chamas
e abrigo ao mesmo tempo.
Lobo que ataca para não sangrar,
criança que grita só para não ficar só.
Prometo ir embora,
imploro para ficar.
Construo pontes com o coração
e as explodo com o medo.
Ser borderline é pedir amor
sem saber recebê-lo,
é ferir enquanto tenta se proteger,
é ser o autor do caos
e, às vezes, a própria vítima.
Mas também é sentir bonito,
intenso, verdadeiro.
É amar com a alma inteira,
mesmo quando ela treme.
Não sou excesso por escolha.
Sou profundidade sem filtro.
E se sobrevivo a mim todos os dias,
é porque, apesar de tudo,
ainda acredito
que amar vale o risco.