Perdão Pai
**(Intro – Teclado com melodia melancólica e guitarra suave)**
O coração pesa, a culpa me consome,
Se eu pudesse voltar atrás, te chamaria pelo nome.
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**(Primeira Parte)**
Foi um descuido, uma fraqueza de moleque,
Naquele frio sem você, a distância que me deu.
Você desconfiava, eu jurava que não,
Mas dessa vez, eu não aguentei a solidão
Agora tudo que restou foi saudade tua,
Eu tô pagando caro por essa saída na rua
Se eu pudesse apagar o que aconteceu,
Te provaria que meu coração ainda é seu.
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**(Refrão – Parte 1)**
Será que você vai me perdoar?
Será que esse amor vai voltar a brilhar?
Eu sei que errei, mas tô aqui pra dizer,
Que nada vale a pena se eu não tiver você.
**(Refrão – Parte 2)**
Que aquela solidão era tão pequena,
Perto dessa dor que em mim dá pena
A solidão que eu senti lá não tem fim,
Mas é menor que essa de não ter você aqui.
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**(Segunda Parte)**
Eu sei que você pensa: "Era só questão de tempo",
Tudo que eu negava virou argumento.
Mas se olhar nos meus olhos, vai ver que é verdade,
Meu arrependimento é maior que a saudade.
Você era meu lar, meu porto, meu chão,
E eu joguei tudo fora por um momento em vão.
Sei que palavras não vão te convencer,
Mas só Deus sabe o quanto eu preciso de você.
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**(Ponte 1)**
Quando penso na frieza que me afastou,
Vejo que era nada perto do amor que acabou.
Agora essa casa tá vazia de você,
E o silêncio grita o quanto eu quero te ter.
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**(Refrão – Parte 1)**
Será que você vai me perdoar?
Será que esse amor vai voltar a brilhar?
Eu sei que errei, mas tô aqui pra dizer,
Que nada vale a pena se eu não tiver você.
**(Refrão – Parte 2)**
Que aquela solidão era tão pequena,
Perto dessa dor que em mim dá pena
A solidão que eu senti lá não tem fim,
Mas é menor que essa de não ter você aqui.
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**(Terceira Parte)**
Já tentei te ligar, mas você não atende,
Meu coração tá sofrendo, minha mente não entende.
Será que acabou? Será que é tarde demais?
Me diga, amor, como é que eu volto atrás?
A culpa corrói, mas a esperança não morre,
O que eu sinto por você é maior que qualquer corre.
Deixa eu te mostrar que ainda posso mudar,
Dá uma chance, deixa eu me redimir e te amar.
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**(Ponte 2)**
Sei que o tempo vai curar sua dor,
Mas eu só peço, amor, que não feche essa porta.
Se meu erro te afastou do meu calor,
Hoje sei que sem você minha vida não importa.
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**(Refrão – Final)**
Será que você vai me perdoar?
Será que esse amor vai voltar a brilhar?
Eu sei que errei, mas tô aqui pra dizer,
Que nada vale a pena se eu não tiver você.
**Que aquela solidão era tão pequena,
Perto dessa dor que em mim dá pena
A solidão que eu senti lá não tem fim,
Mas é menor que essa de não ter você aqui.**
**(Final – Instrumental intenso com teclados e guitarra emocional)**
Se você ouvir meu coração, vai saber,
Que ele só bate pra te ter de volta...
Só pra você.
Afrouxando o nó da gravata e refrescando por debaixo dos vestidos, o "nada a ver" começa como doce brisa; rápido, avança para envolvente bola de neve, rolando até terminar num lago de fogo.
Se uma pessoa pede desculpas, mas não revê os paradigmas que deram origem ao problema, a tendência é de que ele se repita.
O TEMPO POR NADA ESPERA
Mal vemos o desabrochar da flor e tão rápido ela perde sua cor.
Quase não vemos o sol nascer, tampouco ele se pôr.
Quanto tempo será que ainda temos pra sentir amor?
Mal derrama-se a lágrima da felicidade e muitas vezes chega a que vem com a dor.
Quanto tempo mais, vamos esperar pra sentir amor?
A gratidão que me emociona é aquela que consegue superar todo o Mal que contra nós um dia foi dia lançado.
Como tal resplandeço na Luz do amanhecer em todas as mãos que se erguem, e faço tatuagens eternas em silêncio, numa enseada de Amor, elevando meus braços ao céu, firmando e confirmando minhas preces por todos os meus Irmãos.
Perdoar é Esquecer?
Não sei quantas vezes ouvi durante este ano, a frase rasa e sem sentido – “Deixa pra lá!”
"Deixa pra lá"... como se "lá" fosse uma lixeira da calçada do vizinho, fora dos domínios seguros e limpos do “Eu iluminado”.
O que ninguém me explicou é “Onde é lá?”
Lá é embaixo do tapete? É aquele lugar no nosso porão, onde depositamos nossas mágoas, revolta, medos, vergonha, tristeza, raiva... bem distante do meu mundinho perfeito e adequado.
Não!
"Lá" está dentro, na sala, no quarto, na cozinha, no coração, na memória, no estômago, no útero... "Lá" é a incubadora onde meu monstros estão sendo gerados e alimentados com o medo, ódio reprimido, vergonha, ira, lembranças doloridas, humilhação...
"Lá" é onde são fecundadas as minhas doenças, fracassos, culpa, raiva, frustração...
"Lá" é o fundo da gaveta; é dentro da mala esquecida em cima do guarda-roupa; o meio da agenda antiga que caiu por detrás da estante; o bilhete guardado no bolso da calça que nunca mais serviu... "Lá" existe e mantém registrado tudo aquilo que imaginei apagar, com minha compreensão e sabedoria mentirosas, é o lugar perigoso onde escondi o meu pior e coloquei a etiqueta – PERDOEI!
Perdoar não é esquecer, aliás é impossível esquecer algumas coisas, mas é possível se libertar da emoção que envenena e alimenta os monstros que guardam as portas do “lá”.
Escancara essas portas, olha nos olhos desse monstro, não com raiva, mas com respeito, pois esse é meu filho. Deixa o sol entrar e iluminar cada canto, cada lembrança amarga que a memória tentou apagar e eu fingi que acreditei.
Ninguém consegue apagar a emoções e histórias que escreveu, mas reinterpretar essa história, para amenizar a dor e a revolta, é talvez, nosso ofício mais difícil.
Perdoar não é sobre quem me feriu, é sobre o que eu me permito fazer, com o que a vida fez de mim.
Perdoar não é abrir as portas para quem me feriu, essas portas estarão fechadas para sempre, mas é minha responsabilidade deixar do lado de fora, a mágoa, a raiva e a revolta e fechar tudo isso para sempre."
Não seja uma pessoa
EXCESSIVAMENTE perdoadora,
gentil e principalmente
prestativa.
As pessoas são ingratas
e exploradoras!
Para os ingratos reforce as ações que o beneficiam, para os mentirosos credite à eles verdades não negociáveis, para os interesseiros morra em favor deles como demonstração da verdade recebida na forma de perdão que resgata, cura, liberta e transforma
O que passou, passou sim!
Mas é bom recordar de vez em quando para que não se corra o risco de tropeçar nas mesmas questões e pessoas. A memória desses episódios não deve ser um gatilho, mas pode ser um alarme de segurança quando preciso.
Perdoe-me. Perdoe-me, pois sou um ser confuso e ingrato. Tanto amor recebi de quem amo e ainda assim tenho dificuldades em demonstrar esse amor para quem tanto fez por mim.
Não é só perdoar.
Há que se mostrar os porquês, e fazer ver os motivos, de quem incitou o ódio.
E, corrigir ambos os algoritmos (Seres).
“ “Quando abraçamos alguém amado, um amigo verdadeiro, sentimos o coração do outro em sintonia com o nosso.
Por isso, não tenha medo ou vergonha de demonstrar afeto, pois ele é capaz de curar!
Abraços de lado, com que escapando do abraço, não significam nada, não tem força nenhuma, são abraços sem sentido!
Quando for abraçar alguém permita que seu coração chegue ao coração que abraça. Isso sim cura e liberta!”
Deus é o único capaz de quebrar muralhas na nossa mente que nos impedem de perdoar, mudar e seguir em frente.
Provavelmente você chegou neste texto pois pesquisava algo sobre mim, já que chegou aqui, ore por nós, somos perfeitamente imperfeitos! E meu nome carrega apenas lutas e sorrisos!
Original é quem se origina de si mesmo...
Que encara o abismo que o chama...
Que sendo de toda a parte
não é de lugar algum...
Que planta e colhe a própria sorte...
Que faz do choro o riso...
Que amplia seus horizontes...
Tendo o céu como limite...
Não se cansa...
E se cansa...
Segura o peso e segue adiante...
Original é quem enche os copos...
Sem perder o juízo...
Que tal como um gato possui sete vidas...
Não desprezando nenhuma em qualquer esquina...
Original é aquele...
Que foi expulso do paraíso...
Que lavra o coração...
Fortalece os sentidos...
Que acima de tudo não esquece...
Mas se compraz no perdão...
Original é aquele...
Que desce às ruas...
Como se fizesse amor...
Que em madrugadas solitárias e frias...
Encontra em si mesmo o próprio calor...
Original é aquele...
Que percebe as mentiras...
Mas que com elas não se deita...
Que enfrenta os medos e as dores...
Que não perde as rédeas da vida...
Que mesmo sendo sofrida...
Cultiva o amor...
Sandro Paschoal Nogueira
Quando olho pra cruz percebo que fui perdoado mesmo condenado,
Quando eu olho para o túmulo vazio eu percebo que sou amado e que é hora de reagir!
"Arrepender-se é quando um nó aperta o coração num laço forte, contorcendo os pensamentos, a ponto de ficar de joelhos pela dor do remorso. Só assim, o perdão se faz."
Discipline a sua língua para falar palavras de amor. Quando estiver em dúvida, diga a coisa mais amorosa que puder, e você não estará errado.
