Perdao e Confianca

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Eu pequei e te peço perdão, pequei ao te olhar sem me julgar, pequei quando não entendi e me amargurei, pequei quando o sentimento eu culpei.

Me perdoe, perdoe-me em te julgar, em não validar o que sentia, em fragmentar tudo que vinha.

Talvez eu seja a insana e tola, talvez eu veja sensatez onde não há, talvez eu digo, talvez com certeza eu não saíba amar.

Sou covarde pra não ser forte, sigo firme contando com a sorte. Em meus sonhos de “dia feliz“, um dia eu te quis.

O perdão é uma ponte que derrubam sem saber que é o acesso da sua própria passagem.

O perdão não é o fim, é o começo da ação para reparação do que foi feito errado.

Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi⁠.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.

Eu falhei e isso me fez refletir muito, então pedi perdão pra você e como já era de se esperar você fez o mesmo.

Senhor, meu Deus, quero-te pedir perdão pelo meu esquecimento. Sei que o Senhor existe e confio em ti. Mas, muitas vezes, no calor do meu desespero, esqueço-me de intensificar ainda mais a minha fé e elevar o pensamento a ti. Esqueço que tu conheces o meu coração e sabes das minhas necessidades. Tu sabes do que preciso, até mesmo antes de mim. Então, por deslize da minha alma imperfeita, não recorro a tua divina proteção e ao inigualável amor que tens por mim. Peço-te, Senhor, perdão pelos momentos que não ergo os olhos para o céu e pelos dias que não me ajoelhei pra agradecer-te, louvar-te e entregar plenamente a minha vida a ti; de me lançar ao sofrimento e não dá ouvido ao teu chamado: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. E o Senhor me alivia, repõe as minhas energias, cuida de mim com tanto amor e cuidado, que me sinto estar em teu santo colo. É nesse instante que tudo volta a ter paz dentro de mim, a ter os meus caminhos perfumados por tantas flores que jogas, só para encantar e adornar os meus passos, só para me ver feliz. É por isso que, Senhor meu Deus, humildemente, venho-te, através destas sinceras palavras, dizer que errei quanto do esquecimento de trabalhar em prol da minha própria felicidade, não dando minha vida a ti, quando o desespero me assola e ele consegue me tirar da razão e me coloca diante de uma momentânea falta de fé.

Meu perdão

Eu me perdoo porque não tive quando criança a estrutura necessária.
Eu me perdoo porque culpei por muito tempo pessoas que achava ser necessário quando na verdade não eram.
Eu me perdoo porque por um tempo não conseguia ver a beleza da vida nos detalhes.
Eu me perdoo porque me isolei achando que seria o melhor.
Eu me perdoo porque me vesti com uma capa de fúria achando que era a solução.
Eu me perdoo porque amei pessoas mas do que a mim mesma.
Eu me perdoo porque falhei com a minha essência.

O perdão é uma ponte silenciosa que conecta corações feridos à liberdade interior. Ele não apaga a dor nem justifica erros, mas liberta quem perdoa do peso do rancor e da amargura que aprisionam a alma. Perdoar é escolher a paz em vez do conflito, é entender que carregar mágoas apenas prolonga o sofrimento.

O ato de perdoar exige coragem, porque nos força a encarar nossas próprias vulnerabilidades e aceitar que nem tudo está sob nosso controle. É uma decisão de se colocar acima da dor, de transformar feridas em aprendizado, e de abrir espaço para que a vida flua de maneira mais leve.

Perdoar não significa retornar a situações que nos fazem mal; significa olhar para o passado sem permitir que ele dite nosso presente. É libertar-se da prisão invisível que a mágoa cria, recuperando a serenidade e o equilíbrio que merecemos.

Quando perdoamos, floresce dentro de nós uma força silenciosa e transformadora. Uma força que nos permite amar de forma mais plena, viver com mais leveza e caminhar adiante sem bagagem desnecessária.

O perdão é, acima de tudo, um presente que damos a nós mesmos — e é nele que encontramos o verdadeiro alívio da alma.

Tem que ter fé meu irmão e acreditar, Pra DEUS PEDIR
Perdão teus Pecados Perdoar.
Desculpa em te falar mais isso dai não é vida,
vários anos na cadeia com saudades da família.
Ti sair do crime guerreiro vai sofrer o tempo inteiro.
Jesus cristo é salvação o interno e verdadeiro.
Agressão te sufoca um detento ante botou, mesmo
dentro do presídio ouvi falar do senhor.
Quantas vezes você falou, pra sua mãe você jurou
Disse que se arrependeu mais só era sua cor.
O crime alimentou saia dessa intrusão, os que não
morrem cedo vão para lá na prisão.
Amante da ostentação marionete do mundão, o amor
ao dinheiro é a raiz da Perdição.
Se vicia facilmente esse caso é muito sério, no Piscar-
de olho é tarde foi, morar no cemitério.
Entrai pela porta estreita porta larga não é o caminho
Ti conduz a Perdição e te leva Pro abismo.
[trecho rasurado/ilegível] e o seu ferro,
não poder livrar sua alma do inferno.
Perdeu tudo que tinha o advogado que levou,
mais ainda restou Ti deposita no senhor.
ele quer salvar você o inimigo sem entender, quem já
tinha como morto passou a reviver.
Jesus ama você ele ti traz alegria, tira esse sofrimento
e também essa agonia.
O crime te faz sofrer de valor a sua pessoa, o sofrimento
é estampado no rosto das coroa.
Sua alma não anseia ir morar lá no [rasurado] interno,
ELA anseia ir morar no paraíso mais Belo.
essa vida atrás das grades juras que ti libertar,
Só ele é o CAMINHO PARA NOS salvar.

Em teus olhos arde o fogo que me consome,
um incêndio sem trégua, sem perdão.
Sou prisioneiro das tuas garras invisíveis,
onde cada toque é sentença,
cada beijo é ferida que sangra prazer.
Teu corpo é templo profano,
altar de luxúria onde me prostro sem resistência.
Não há salvação, não há fuga,
apenas o abismo que se abre em tua presença.
E mesmo morto por dentro,
meu espírito rasteja até ti,
porque és veneno e remédio,
és pecado e redenção.
No cárcere do teu covil,
sou sombra e chama,
sou escravo e amante,
sou o eco da tua perversidade
que insiste em chamar de amor.

Perdão, meu Deus, eu nunca vou me arrepender de perder um carro, um dinheiro, uma mina ou um parceiro. Tudo passa, é passageiro. O que eu não podia perder foi a primeira coisa que perdi primeiro: o meu amor verdadeiro.

O momento do perdão vale mais que todo o tempo em que não se errou.

O amor e o ódio, a felicidade e a tristeza, a ilusão e a certeza, o tempo e o perdão.
De todo esse matiz, tudo passa, mas o perdão é o único que não deixará cicatriz.

Eu gostaria de pedir “Perdão” a todo o momento, mesmo sem errar com ninguém e com nada. Eu gostaria de pedir “Perdão” por você, por todos, sim pela nação de forma demasiada. Eu gostaria de pedir “Perdão” até pelos erros que foram cometidos perto de mim. Eu gostaria de pedir “Perdão” pelo erro de um amigo, pelo ódio de um irmão.
Eu gostaria de pedir “Perdão” pelas flores que não nasceram simplesmente pelas sementes que não foram entregues a terra. Eu gostaria de pedir “Perdão” quando eu e quando qualquer outro erra. Eu gostaria de pedir “Perdão”.
Eu gostaria de errar só um pouquinho, mas simplesmente pela noção de poder pedir “Perdão”.
Perdoe-me.

Que o silêncio diga o necessário
Calado estou
Calado ficarei
Que o necessário peça perdão
Que o perdão silencie tudo o que errei.

O pedido de perdão dissociado de uma proposta real de mudança é pura manipulação. Não passa de recurso de pessoas que se aproveitam da boa fé alheia para transformar seus benfeitores em vítimas de seus interesses mais egoístas. E perdão concedido a erros que se repetem indefinidamente deixa de ser virtude: é idiotice, pois é como idiotas que os vêem seus manipuladores, que acreditam poder alternar erro e perdão para fazer prevalecer sua vontade de ter os outros provendo tudo o que eles não se dão ao trabalho de buscar. É-lhes suficiente apenas usufruir dos resultados que outros produzem, muitas vezes de forma dolorosa e sofrida, exatamente como o fazem as flores parasitas que se alojam no tronco das árvores: enquanto estas, com enorme esforço, aprofundam suas raízes no seio da terra e lutam para dali extrair o alimento diário, as primeiras apenas esperam pela seiva preciosa que lhes sustenta a beleza, e ali permanecem até que a árvore, enfraquecida pelo esforço duplo, desiste da vida e sucumbe sob o jugo da flor manipuladora, que continuará ali enquanto restar a última gota de seiva que possa arrancar do tronco já morto.

Tanto quem concede o perdão quanto o perdoado firmam, no exato momento em que se expressam, um compromisso entre si: pelo perdoado, o de deixar no passado seus erros e partir para um novo começo; pelo que perdoa, o de valorizar a decisão como momento de mudança, não se dispondo a repeti-lo em outras ocasiões e se tornar conivente com o desvirtuamento de seu real propósito. Ao concedê-lo a Madalena, o próprio Cristo não afirmou que voltaria a faze-lo. Antes lhe disse: “Vai e não peques mais!”

Perdão concedido sucessivas vezes para os mesmos erros deixa de ser virtude, prestando-se a perenizar hábitos que alternam erro e perdão para se obter provisão de tudo o que não se quer buscar pelo próprio esforço. Como parasitas alojadas no tronco de frondosas árvores, tais pessoas esperam pela seiva preciosa que as sustente até que a hospedeira, enfraquecida pelo duplo esforço, sucumbe sob o jugo da parasita manipuladora.

O perdão liberta.

Esquecer o que foi feito é um gesto nobre, parabéns. Mas o perdão não é convite para reviver os mesmos erros, ele liberta, não aprisiona. Perdoar não é voltar, é seguir em paz sem repetir a dor.