Perdão Amor
A verdade cega é feita de razão e dor, sem coração, mas se tiver luz e amor, a vitória é do perdão.
O perdão é insustentável se só for ofertado por um dos lados, mas se torna seguro com o amor mútuo e sincero
O ódio é o Amor
Quando está adoentado
E que só se recupera
Quando o Perdão lhe é dado.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
E num último suspiro se pode obter a redenção, o arrependimento, o amor e o perdão. Muitos são os que julgam e poucos os que compreendem, muitos apenas pensam que são enquanto outros apenas são de verdade. LGBS
Somos mais que vencedores
Quando permitimos que o amor maior
Que a paz infinita
Que o perdão
A gratidão
E a misericórdia
Façam parte das nossas vidas
Paz❤️
O verdadeiro relacionamento conjugal sadio libera o perdão, onde o amor retira a raiva, sara a dor do coração e vive
a reconciliação de Deus.
Canção de Amor-Vida
Não te peço perdão por te amar!
Se te amo, é porque te amo e pronto.
É um privilégio ser amado.
Não esquecerei nossos momentos,
Mas que sombra? Eu vivo na luz do sol!
A palidez não me cai bem neném.
Cadê a doçura? Tem doçura e amargura.
Mas sossego, não tem não.
Sou mulher furacão.
Amiga e inimiga.
Faço bem e o mal também.
Isso é a vida!
O paraíso com certeza não é aqui.
Mas aqui é boooooom!
A canção é nossa sim!
Vou ouvir e chorar muitas vezes.
Mas vou rir depois. Rir porque vivemos.
Não foi bom? Sim sofremos.
Mas isso, confessa, deixa tudo ainda melhor.
Sem dor não se valoriza o prazer.
E não se faz poesia.
Te deixo aqui as promessas,
Cumpridas e quebradas.
As lágrimas de saudade
De dor e de paixão.
Te deixo a recordação.
Mas o coração é meu!
E levo inteiro!
Sem fatalidade!
A nossa canção é assim.
Guarujá, 19/06/2011
Inspirada na poesia do Grande Vinícius de Moraes - Ternura
Ah o amor...
Que tanto constrói
Que liberta a alma,
Que não pede perdão,
Mas que tira a calma
E tanto dói!
Milagre ou maldição?
Pura ilusão!
Mas se sente o calor
Quer mesmo saber?
Melhor morrer de amor,
Do quem sem ele viver.
VIVENDO E SOBREVIVENDO NO PODER DO PERDÃO NA FORÇA DO AMOR.
Quantas vezes tive raiva ou vontade de socar, xingar alguém ?
As vezes na rua, no ônibus, metrô, alguém que de forma egoísta e mal educada te empurra ou pisa no teu pe!
Como anda cheio esse trem..
Que raiva !
È o ônibus que não para no ponto e pensamos: Que ódio ! Ah ! Se eu pego esse cara ?
È no shopping, no supermercado, na fila do banco, aonde você vai tem alguém pra te fazer passar raiva...
Até nas festas, um convidado arrogante, um funcionário mal educado que finge não te ver..
È assim o nosso dia de cada dia...
Mas percebi que toda vez que eu destilava essa raiva e ou ódio, eu não me sentia bem nos primeiros instantes, mas aos poucos eu ia tomando o controle dos meus sentimentos e a raiva se dissipava...como uma fumaça errante!
Percebi que o que me domina não é o ódio ou a raiva e desejo de vingança, mas sim o meu lado quebrantado e de amor : conciliador.
Deixei de lado essa história de : “ não levar desaforo pra casa!
Sei que sou chato as vezes, faço autocritica.
Mas de uma coisa eu sei: viver em paz é a melhor coisa do mundo,não preciso ser “ rei”!
Deixar a raiva e a intolerância de lado.
Aceitar quem pensa diferente de nós !
Deixar cada um cuidar da sua vida e de suas escolhas...
Sejam negros(as) brancos(as) índios ,homossexuais, homoafetivos, heterossexuais, transformistas, clubistas,políticos de direita ou do centro,socialistas ou comunistas, qual o problema ?Deixemos todos em paz ,viver !
Sejam africanos ou orientais ,também são seres humanos, com direitos e deveres,
Somos todos cidadãos !
Não quero agredir para não ser agredido.
Quero Ajudar e, se preciso for ,ser ajudado!
Respeitar para ser respeitado !
Cuidar para ser cuidado !
Amar para ser amado !
E ...Ufa !!!!
Não viver ,sobrevivendo por um triz...
Não quero ser encontrado por uma bala perdida,
e ter o meu direito de, finalmente ser um cara feliz !
Gilberto Braga,celebrante
Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.
Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.
O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.
E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.
O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.
Quando o perdão liberta antes do amor.
Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.
Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.
É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.
Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.
Dizem que é sobre amor,
Mas impõem cadeias invisíveis.
Falam de graça e perdão,
Mas julgam com mãos inflexíveis.
