Perda de um Amor por Orgulho
Mas precisou de um truque mágico para decolar. Um toque simples: naquele trabalho também estava o amor. Era um daqueles sentimentos mais fortes e que carregava ao longo de algumas existências ✨
Era um daqueles sentimentos mais fortes, que carregava ao longo de algumas existências. Por isso escutou novamente músicas marcantes e leu textos que haviam dado novo sentido à suas razões. Prestou atenção em detalhes que marcaram sua vida, como o barulho do ventilador, o brindar dos copos, o cheiro da chuva. Percebeu então que naquela selva amarga - onde a loucura era negada por aqueles que esqueciam os aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor.
Antigamente eu tinha um teatro: bonecos de pano presos por cordões pulavam minha cama controlados por meus dedos. Riam, choravam e até sofriam porque eu lhes dava movimento e alma. E, aos olhos de todos, eu era um grande artista. Aplaudiam-me. Um dia, não sei como explicar, dei alma demais a uma boneca miudinha que puxou os cordões de baixo para cima e passou a guiar meus instintos, meu cérebro. Com o tempo, empolgou também a minha alma. Hoje, no teatro da vida, sou um boneco de carne e osso controlado por uma boneca de sete aninhos que dirige agora minha vontade e já já a própria vida.
Jamais se permita sentir desamparado por você mesmo. Esse é o pior dos abandonos e um passo para você parar de reagir ao que te faz mal. Somente você é capaz de superar as dores que estão te matando. Mais ninguém. Procure então se manter unido a você mesmo. Qualquer doença é agravada pela omissão do amor próprio. O cérebro cansado e sem amor próprio turvara o seu pensamento. E o pensamento é a maior força criadora sobre a terra. E você tem isso.
Dedico este livro a minha linda filha, Valentina. A cada palavra, um balanço pelas franjas da sua sabedoria que, ao longo do seu crescimento, será como ventos a trocar estação pelas cortinas das suas janelas. Todo o meu amor.
Esse é mais um post em estado agatológico, brindando com este post e, dentro dele, vários posts não publicados isoladamente, como antologias de posts, onde nos fazemos porta-vozes de nós mesmos, nos louvando no emérito post, revelando por meio deles um retrato da nossa terra e da nossa gente, que reparando bem é mais ou menos como Schoppenhauer testemunharia as misérias e as dores do mundo. Milhões de posts inspirados nos saraus das nossas vidas, ou do que pensamos dela. Em dado momento o post já não cabe dentro desta janelinha, já quer romper as peias dos versos. E "público" como o post deve ser para também ser livre, canta também as saudades das coisas futuras. Um desfile de posts santos da nossa corte celestial particular. Se pudéssemos definir os posts, subtraindo do internauta o prazer de fazê-lo, diríamos ser este um repositório de censura. Os posts são de todos os tipos. Bons são os não laboratoriais. Ao contrário da afirmação do internauta, são posts espontâneos e coloridos, trazendo uns o crepe da dor, outros o violáceo das recordações saudosas, outros o róseo das primaveras saboreadas vida afora, sem nos esquecermos dos posts verdes, chamados espiritualistas (pensei nisso agora mas lembrei do meio ambiente, vai dar confusão). Indo mais longe, faremos dos posts, no fundo, retratos de nós mesmos, uma encarnação de posts, a materialização do colóquio, a história viva do nosso tempo, dos nossos contemporâneos, incluindo os pregões das nossas ruas, dos lugares onde vivemos, das coisas vistas e dos fatos testemunhados como um memorialista digno dos tempos atuais. Que tenham pena quando sumirem os posts, que sejam removidos ou aplacados em saudades que pese qualquer processo, por serem eles os meios que utilizamos para buscarmos, na profundeza dos nossos eus, aqueles tesouros lá escondidos. Posts que fazem aflorar aqueles complexos filosóficos e princípios religiosos que nem nossos posts têm consciência possuir. Basta ficar um mês sem internet, uma semana, um dia, para a maioria sentir a perda física da tecnologia e da comunicação para experimentar em seu espírito o efeito dessa mutilação e buscar, no próximo acesso ao Facebook, rsrs, o novo post à libertação digital, dando arras aos seus pendores de memorialista, de historiador, psicólogo, advogado, médico, jornalista, tem de tudo. Aqui cantam posts e despertam deuses, em pleno facebook... Sim, em pleno Facebook...
Minha avó uma vez pediu-me para comprar uma tesoura, um escorredor de macarrão e um vidro de azeite no mercado, em Niterói, quando eu tinha 12 anos. A rua era Cel. Gomes Machado. Quando eu saí de casa, lembro que também ficaram aguardando duas tias, que ajudavam ela naquele sábado, na cozinha. Esse pedido caía do céu para mim que estava de castigo. A casa ficava na Rua Coronel Senador Vergueiro da Cruz, ao lado do escadão que sobe para o morro do Cavalão. A razão do castigo já não lembro. Lembro-me, sim, que só poderia sair para comprar as coisas e voltar. Fiquei feliz com a tarefa libertadora. E mais feliz fiquei quando, ao dobrar a esquina da Rua São Pedro com Visconde de Itaboraí, verifiquei que se tirava “par ou ímpar” para jogar uma “pelada”, no trecho compreendido entre a Rua de São Pedro e a Cel. Gomes Machado, justo no caminho do mercado. Entrei no páreo e fui escolhido para jogar em um dos times. A galera era sempre a mesma; os amigos da rua que moravam por ali. Só quando a partida acabou lembrei-me da encomenda e fui correndo para o mercado. Lá chegando peguei as coisas e, ao procurar o dinheiro que vovó tinha deixado comigo não o encontrei no bolso. O dono do mercado, Milton Duarte de Castro, percebendo o meu embaraço, perguntou onde eu morava e de qual família eu pertencia. Por minha sorte, dispensou-me do pagamento, não sem antes puxar a minha orelha, com bom humor, para que eu tivesse noção da responsabilidade que um menino deveria ter na execução de um mandado. E que o bom negociante além de ser amigo da família, percebera, também, que suado como estava e com os pés imundos, só podia ser em razão dos folguedos da própria idade. O dinheiro, certamente, caíra na rua.
Agora, a história avança vinte anos...
O mercado já não existe mais. Há agora, na Rua José Clemente, uma loja de instrumentos musicais. Lembrei desses momentos quando era garoto e resolvi entrar naquele lugar fazendo uma pauta para O GLOBO-NITERÓI que foi capa daquela edição de sábado, e que falava sobre a diversidade musical da cidade. Ao olhar para o balcão, fiquei surpreso: Já mais velho, “seu Duarte”, o responsável pela loja, era o mesmo bom homem que, há vinte anos atrás, me desembaraçara de uma dívida de poucos cruzeiros na época. Pedi licença e resolvi me apresentar novamente, depois dos vinte anos, para contar-lhe esta história da qual, como não poderia deixar de ser, ele já não se lembrava. Foi um encontro agradável e, da minha parte, muito comovente. Eis a razão desse texto relacionar-se à amizade. “Seu Duarte” só lembrou de mim depois que falei o nome do meu avô. Ao perguntar se eram amigos, ele ficou com os olhos cheios d´água e respondeu: “fomos grandes amigos”. Não entrei na questão, apenas retribuí o sorriso e lembrei que, há vinte anos, ele não me cobrou o dinheiro quando falei o nome do meu avô. Disso tudo ficou uma lição: o importante numa amizade não é reconhecer somente o amigo, mas também o que é parte dele.
2014 foi pra mim um ano de observação. Não fiz muitos amigos, não vivi grandes relacionamentos, mas vivi intensamente com a minha filha. Agora, no último dia do ano, naquela reflexão normal que fazemos da nossa vida, vejo que memorizei algumas pessoas que impressionaram-me pelo exemplo que deram e dão em suas vidas. A minha reflexão neste final de ano é, em síntese, uma homenagem que presto à probidade, à inteligência, à educação e dedicação ao trabalho motivado, enfim, ao exemplo de vida que me dão os que tive o prazer de conhecer este ano.Todos que, sem dúvida, não passaram apenas pela minha vida. Mais do que isso, viveram comigo a minha vida em todas as suas incertezas e angústias. Foram amizades sinceras que construí e que nesta reflexão vejo que deixaram uma réstea de luz em minha vida, pelos caminhos que trilharam em suas vidas. É claro que muitos mais poderiam ser alinhados, sob esse aspecto, nesta reflexão. Parentes, amigos de infância, dezenas de pessoas com as quais mantive relacionamento à vida toda, mas que não tiveram espaços em suas agendas nem para uma ligação em 2014... Fixei-me então, neste último dia do ano, nesses poucos pinçados da memória, sem preocupação com a posição ou graduação maior ou menor que obtiveram na sociedade em que viveram e vivem.Reflito também sobre gente indiferente... Percebi que há muita similitude do farol na escuridão com quem não dá à juventude, ou que não é capaz de dar à juventude, todo o brilho da instrução. Espero para 2015 que o meu ambiente continue sendo a vida. A vida de alguém que perdeu as ilusões mas não os gestos necessários, que não reza e fala pouco, mas que continuará desejando que o Amazonas continue desaguando no Atlântico, que algum presidente realmente apareça querendo governar o país, que o Ministro da Fazenda um dia fale que a inflação vai cair de verdade, que a Funai não vai mais desconhecer as reais necessidades dos índios, que os gêneros de primeira necessidade no mercado vão parar de sofrer aumento nos preços, que os supermercados vão parar de, impunemente, furtar o povo com seu engodo de promoções, que a corrupção vai deixar de ser intocável, que o comércio do ensino deixará de engordar com suas taxas de mensalidades escolares e universitárias cada vez maiores, que as mordomias deixarão de obedecer as ordens dissimuladas que vem do Planalto, que se tenha cada vez menos espaço para políticos demagogos que continuam dando entrevistas sobre soluções que nunca irão fazer sair do papel, que a poluição deixe de contaminar os mares e rios, que os americanos deixem de pregar a paz fornecendo armas para as guerras que eles mesmos fomentam por razões políticas e econômicas, que os Árabes e Judeus deixem de construir novas guerras, apesar dos acordos de paz que vivem rasgando, que os negros e homossexuais possam ser cada vez mais respeitados numa sociedade ainda racista e preconceituosa. E que também, em compensação, as sementes continuem virando flores, que o amanhecer e anoitecer no Rio continue lindo do jeito que é, que a lua da minha serra continue inspirando os poetas, que a grande torcida do Fluminense continue cabendo dentro de uma Kombe e que Valentina, Hanna e Cacau continuem sendo as três mulheres da minha vida. #AnoNovo
Antigamente, eu tinha um teatro de marionetes. Bonequinhos de pano, presos por cordões, dançavam e pulavam na minha cama, controlados por meus dedos. Eram bonecos de pano, mas riam, choravam e até sofriam porque eu lhes dava movimento e alma. E, aos olhos de todos, passava por ser um grande artista. Aplaudiam-me. Um dia, não sei como explicar, dei alma demais a uma boneca miudinha e ela passou a cantar, chorar e rir por si mesma. E fez mais, puxou os cordões de baixo para cima, guiando primeiro, meus dedos, depois, meus olhos, e, finalmente, meu cérebro. Com o tempo, empolgou também, a minha alma. Hoje, no teatro da vida, sou um boneco de carne e osso, controlado por uma boneca miúda que dirige minha vontade e a própria vida
Vem-me, às vezes, um sonho fugitivo e estranho ao pensamento perturbado; Sonho sem medo as sombras do passado, e o futuro me torna pensativo. Por que me faço ao riso alheio esquivo? De onde me vem este ar desalentado? Este fundo pesar inexplicado, esta grande tristeza sem motivo? Não sei... A mágoa obscura que me invade talvez seja somente uma saudade que o mundo vil não pode compreender... Saudade de outra gente e de outra vida, que inda vibra e palpita, dolorida, na imperfeição do meu ser
Um post então sobre amizade: quisera ser seu homem. Todavia, ainda que irracional, a paixão aconteceu. É, diferenças de idade. Alguém já disse que a paixão é ciumenta e exigente; digo mais, ela é também egoísta, assimiladora de decepções e cheia de altos e baixos. Na oportunidade de um arrefecimento, te dominaria conseguindo transformá-la em amor constante. Depois, graças ao bom senso que recupero a cada ano de vida, sublimei esse amor, agora ternura, bem-querer e admiração profunda. Sofrido de um amor já ido, por paradoxo, vivificou na saudade, oco revoltado e de mal com o mundo, faltando a crença em alguma coisa para justificar e alentar a vida tediosa. Foi então, que a expressão do seu rosto, da meiguice do seu sorriso, a inteligência e mais a atração do seu olhar falante, converteram-me. Passei, por isso, a praticar uma espécie de culto, surgindo, então, a fé inabalável que nela deposito. Hoje, no claustro das dúvidas, passei a venerar sua imagem distante, vivo a orar pelo seu contínuo sucesso e recebo a graça de continuar nossa amizade.
Das conversas mantidas na redação... Não se trata de um resumo do que ali foi cogitado. Tomei parte em várias dessas conversas. Em alguns casos, concordei; em outros, discordei; por maioria de vezes, apenas ouvi. Depois, com calma, reflito, anoto no papel. De diferentes pessoas a conversas, cada um contribui com o que pode e cada qual aprende o que julga interessante. Há, obviamente, paralelismo de opiniões, discordâncias e, também, como disse, os que apenas ouvem para avaliar, depois, o que de útil extraíram ou fixaram. Em que pesem as diferenças econômicas, culturais ou estéticas, o que se pode afirmar é que, numa redação, todos se nivelam. Assim, seja visitando a redação ou indo trabalhar, governadores, desembargadores, médicos, bancários, jornalistas, escritores, independente da pauta que irá receber, você poderá cambiar amizades, trocar informações e avaliações, de modo que, em verdade, todos saem lucrando; uns, pelo prazer de ensinar ou atualizar seus brilhantes métodos jornalísticos, outros pelo gosto de aprender em escola gratuita e aberta. Estou sempre neste último grupo. Os mais velhos vão compreendendo novos hábitos, dando em troca a experiência de vida e de profissão que, certamente, sem ela nenhum jovem sairia do lugar. Conclui-se, pois, que não basta ler bons livros ou ouvir notáveis conferências, o importante, também, é conversar. Trocar ideias, transmitir, assimilar e, mais importante ainda, passar para o papel e mostrar as outras pessoas seus conceitos, suas colocações e críticas, , ou seja, o jeito que cada um tem de interpretar a época em que vivemos. Isto sem timidez ou modéstia exagerada. Mas, também, sem postura de doutrinar. Ninguém mais tem paciência com isso ou gente assim. É, de se lembrar, sobretudo, que não há sábio que não tenha algo a aprender e que. em contrapartida, ninguém é tão ignorante que não tenha qualquer coisa interessante para mostrar, contar e transmitir. A assimilação e a reflexão sobre as experiências da vida, por vezes, independem do grau de cultura de que as pratica. Como conversamos sobre política, fisiologismo, segurança, música, religião, artes, situações cômicas, anedotas, dieta, saúde, doenças, vida conjugal, traição, felicidade, enfim, como trocamos ideias sobre o cotidiano, segundo a interpretação que cada um dá ou expõe, qualquer coisa que se passa para o papel sobre esses assuntos tem validade no que tange ao objetivo visado pelo jornal. Sobre mim, sou aluno assíduo e, embora sem muita aplicação e nenhum prestígio, tento mostrar aos mestres de verdade que ali dão aula, que, pelo menos, sou atento. Como os jornalistas de de alma, Vivo sob efeito latente da perda. Qualquer matéria publicada é um morto vivendo em minha saudade. Ah, se eu fosse um cronista ou um poeta, e não um jornalista. Aí sim... as mais belas páginas de louvação ao que vai de encontro com tudo o que falo. Pretensiosamente, ombreei-me a eles no que tange a inspiração. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o nosso, para gente. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o meu, que está vencendo a morte. Daí, a cada dia, a tentativa de mostrar, em dizer poético, o que ainda sinto pela profissão. Mas, o que vale, ao fim de tudo, é aceitar a correção dos que sabem mais ou deles colher a concordância sempre benéfica, agradável e animadora.
Renunciar... é sufocar com os olhos rasos d´água um sofrimento atroz, e a tanta mágoa, poder dar as nuances da ventura; é conseguir introverter o pranto e transformá-lo em mavioso canto, dando à lágrima a forma da ternura. Renunciar... é calcar toda angústia dentro da alma, aparentar tranquilidade e calma, desditoso, fazer feliz alguém; é transbordar, ingenuamente, a vida num sorriso e dar de si tudo o que for preciso dessa alegria que não mais se tem. Renunciar... é ir vibrando num desejo louco de ganhar um pouquinho, ainda que pouco, quase nada e de tudo o que se quis. É trancar os soluços na garganta, e a si próprio dizer: "gargalha, canta, para que o mundo pense que és feliz". Renunciar... é resistir, sereno e sem queixume a uma ausência que o tédio, é dor, voz da saudade, família, cachorros, vozes da saudade que uivam solidão. É percorrer tão ásperos caminhos, transformando em mil rosas e espinhos, abrindo a toda gente o coração. Renunciar... é pressentir uma canção dolente, das que chegam à alma, de repente, e extasiado, não pode falar. É sentir nessa doce linha a tristeza mesclar-se com alegria, num amargo prazer de recordar. Renunciar... É colorir, de inúmeras matizes os sorrisos que escondem as cicatrizes, no mais fundo recôndito do ser. É agradecer, a cada instante, a inabalável fé, a fé constante, que nos dá tanta força para viver... Renunciar...
Cuida de quem te amas, seja o brilho de um olhar, um afago de um abraço nas horas certas, cuida de quem te amas, sejas um amor pra toda a vida, uma planta que floresce, aquele amigo que te escuta, porque tu existes e quer lhe ver sorri, cuida de quem te amas, porquê nas horas mais difíceis terás então a certeza de quem você cuidou será o porto mais seguro onde irás descansa, escrito por Armando Nescimento
Só me resta poucas horas vagas. E tudo que sinto em minha alma é um negro manto cobrindo meus viver. E ouço gritos aos meus ouvidos emplorando e pedindo misericórdia. E sobre mim as lembranças vem como atroz sacudindo todas as minha agonias. Transformando em nada todo meu viver. Fazendo crescer em mim toda agonias. E alimentando todo meu padecer. Apenas sinto falta de um dia ter de alguém sentido saudades.
Sufocada
Foi só um sonho, mas talvez ela precise mesmo ir embora; seguir o próprio caminho, sem que você dê os passos por ela; viver a própria vida. Ela precisa sonhar os próprios sonhos e olhar para o céu com os próprios olhos, porque as estrelas só são bonitas quando você mesmo as ver. Ela precisa ser tudo que você nunca a deixou ser, tudo que a realiza e a faz sorrir: ela precisa ser ela mesma, porque é isso que a faz bem. Você a deixa tão perdida, sozinha e sem rumo! Ela quer ser muito mais do que a garota dos seus sonhos... Ela quer ser uma mulher de verdade. Então, você precisa deixá-la livre para encontrar o caminho dos próprios sonhos, mesmo que esses sonhos a levem para bem distante de você.
