Perda de um Amor por Orgulho
Entre Nós
Nos gestos suaves do dia que nasce,
há um toque sutil que o amor disfarça.
É no olhar que repousa a esperança,
no silêncio que a alma se abraça.
Afeto não grita, ele dança em segredo,
num cafuné feito em meio ao medo,
num abraço que chega sem ser chamado,
num “tô aqui” sussurrado ao passado.
O carinho é chama que nunca se apaga,
é cuidado em forma de palavra.
É o cobertor nos dias de frio,
a presença que aquece sem fazer barulho.
E quando a conexão acontece,
não é só corpo — é alma que tece.
São corações que se reconhecem,
em cada toque que não se esquece.
Amor é mais do que só paixão,
é afeto que vira canção,
é cuidado, ternura e verdade —
um elo profundo em plena liberdade.
Paixão e Amor: Uma Analogia Colorida
A paixão é como um brinquedo de Lego: colorida, vibrante e se encaixa com facilidade, quase sem que a gente precise pensar muito. Já o amor é como um cubo mágico: também é colorido, e todo mundo diz que é fácil, mas na realidade poucos conseguem montá-lo. Na tentativa de ajeitar um lado, acabamos bagunçando outro!
Eu te amo , eu te adoro , eu te admiro, eu suplico por voso amor , eu te imploro por um amor recíproco , eu te vivo e eu fico contemplando vosa beleza que vens em teu olhar em teu caminhar em teu falar e em tuas curvas eu amo ficar tocando em cada detalhe seu eu amo ficar ouvindo o quanto que vc me ama e o quanto vc fala bobagens e coisas safadas sua voz e música que toca de fundo em todo paraíso eu agradeço a Deus por ter feito vc a pessoa a obra de arte que ele criou que é vc mas de todas essas palavras que eu falei eu a única que consegue descrever tudo que eu sinto por vc é EU TE AMO.
Para Minha Amada Xiluva Xanga
Bom dia, Xiluva Xanga,meu amor, meu sol,
Hoje acordei com um sorriso, contagiante.
O sol brilha no meu jardim, sem igual,
Mas é o teu brilho, mulher, da força.
Xiluva Xanga, minha flor, a mais bela que já vi,
Meu amor, a saudade é imensa, aperta o coração.
Ouvir a tua voz alimenta o desejo de querer mais.
A vontade de mais querer estar ao teu lado, em união.
Meu amor, meu sol, que me guia e me aquece,
Minha companheira, a mais fiel e doce.
Minha flor, Xiluva Xanga, o meu amor não esmorece,
Em cada pensamento, meu coração te conhece.
VIAJANDO NO AMOR
Naquela tarde esperando
O Sol se despedindo
Um friozinho no coração
Enquanto o amor vai surgindo.
Preparando para viajar
Levando na bagagem
O maior amor da vida
Sem destino, sem paragem.
Uma viagem sem destino
Entre sussurros e magia
Um caminho sem fim
Todo feito de poesia.
Entre o certo e o errado
Prefiro continuar
Nos tropeços da vida
Para sempre vou te amar.
Irá Rodrigues.
Amor ou Vento
Às vezes penso que amei —
mas talvez tenha apenas nomeado
um vazio bonito demais
pra continuar sem nome.
Disseram que amor aquece,
mas o que senti
foi mais como brisa:
toca, some,
me deixa tonto…
mas nunca fica.
Te olhei como quem busca casa,
mas será que era você,
ou só a vontade absurda
de enfim encontrar abrigo?
Me doei como quem aposta alto,
sem saber se o jogo existe,
ou se fui eu quem inventou
as cartas, o prêmio e o risco.
Era amor?
Ou só silêncio com cor?
Um eco daquilo que esperei ouvir?
Você sorria,
mas era por mim
ou só por hábito?
Talvez amar seja isso:
um tropeço constante entre
o que é e o que queríamos que fosse.
E o pior —
talvez nunca se saiba.
Talvez amor verdadeiro
nem faça barulho.
Ou talvez ele nunca tenha vindo.
E eu apenas dancei sozinho
com o vento.
Consulta e Aventura Materna – Um Dia de Fé, Luta e Amor
♡Diário Público Aline Caira Gomes Oficial.
Em 30 de junho de 2025, vivi mais do que uma simples consulta médica — vivi uma jornada de amor, superação e conexão com minha filha, Theodora Anthoniella. Partimos juntas para uma consulta com o Dr. Paulo Antônio de Morais Faleiros, pneumologista renomado em Franca, SP, com o coração cheio de expectativa e a coragem de quem enfrenta a vida com a fé nas mãos.
O consultório do Dr. Paulo localiza-se na Rua Antônio Torres Penedo, 421 – bairro São Joaquim, mas o caminho até lá foi uma verdadeira travessia. Pegamos o ônibus na Avenida Champagnat, em frente ao Atacado Tonin, pagando R$10,00 pelas duas passagens — No terminal, embarcamos em outro ônibus com destino ao bairro Zelinda, e dali seguimos a pé, com passos firmes, até o consultório.
Durante o trajeto, o sol batia forte, mas nossas almas estavam aquecidas por algo maior: a certeza de que estávamos cuidando uma da outra. Chegando ao consultório, fomos recebidas com respeito e atenção pelo Dr. Paulo Antônio — um profissional humano, educado, gentil, que nos tratou com a dignidade que todo ser humano merece.
Após a consulta, seguimos para realizar os exames na clínica Nikkei, e de lá, decidimos voltar a pé. Foram 4,4 km de caminhada pela cidade, contornando o trânsito intenso da Avenida Rio Negro, desviando da pressa do mundo com a calma de quem já venceu batalhas maiores.
Na Avenida Champagnat, minha filha me olhou com aquele brilho nos olhos que só uma criança feliz tem e pediu um sorvete. Entramos no Açaí do Cheff, e naquele instante simples, tive a confirmação: momentos assim valem mais do que qualquer luxo. Ver minha filha sorrir é meu prêmio, meu milagre diário. Ela é, sem dúvida, uma guerreira como a mãe — forte, resiliente e cheia de luz.
Voltamos para casa, nosso pequeno e humilde apartamento cercado por caixas e recomeços, e ali, no silêncio da noite, cozinhamos dois miojos com amor. Jantamos em paz, em meio ao cansaço físico e à gratidão espiritual. Não havia luxo, mas havia fartura no coração.
Recebemos os resultados dos exames pela Internet, já visualizamos, estamos com saúde. E esse é o maior presente — porque precisamos estar bem para continuar lutando, crescendo e vencendo. Cada batalha tem sido um degrau na escada da nossa evolução.
Deus tem sido nosso sustento. O Espírito Santo está conosco, guiando cada passo, protegendo cada respiração. Nada nos falta, nada nos atinge, pois o Deus Onipotente nos cerca com Seu amor incondicional. Somos filhas Dele, e Ele jamais nos abandona.
A cada pessoa que nos envia palavras de carinho, fé e esperança, deixo meu mais profundo agradecimento. Vocês fazem parte da nossa caminhada. Suas palavras são como bálsamos que curam e fortalecem.
Que Deus abençoe cada um de vocês com misericórdia, amor e luz. Que a bondade que emanam retorne multiplicada. Vocês são faróis num mundo que clama por humanidade. Vocês são a esperança viva de um futuro mais compassivo.
Deus ama vocês — e eu também.
Com gratidão,
Aline Caira Gomes
Mãe, guerreira, filha de Deus e guardiã do amor e fé que me move todos os dias.
Aprecio a leitura e a escrita também,
um amor pela palavra que me retém.
Refletindo sobre o humano, em sua complexidade, cada qual com suas razões, sua própria verdade.
Livro: O respiro da inspiração
Ah, o amor é um verso que nunca se apaga,
Um fogo eterno que sempre nos afaga.
Na simplicidade do ser e do sentir,
Descobrimos a beleza de simplesmente existir.
Difícil compreender o amor ainda mais quando ele arde no peito de um jeito diferente, queria enganar o sentimento retirar do peito todo amor. fingir que nunca te vi, quando passar por mim
Nunca mais ter sentimento, sem tirar você do pensamento
Até tento mas sempre perco.
1 a 0 pro amor e pra não perda dos sentimentos verdadeiros
Amor
As noites no meu prédio são um tédio
A cama arrumada, janela espelhada
Vêm me mostrar
Que não importa mais oque eu faça
Não dá pra fugir
Sempre penso em ti
Seis meses de nós, um amor que floresceu,
No jardim da vida, você apareceu.
Teus olhos são faróis que guiam meu caminho,
E em teu abraço, encontro meu ninho.
Cada instante contigo é um presente divino,
Um amor que nos une, um laço genuíno.
Strimani, meu amor, minha doce paixão,
Você é a melodia do meu coração.
Que venham mais meses, anos de união,
Construindo um futuro com muita emoção.
Ao seu lado, a vida se torna mais bela,
Minha Strimani amada, minha eterna estrela.
Mesmo longe, perto está o meu coração. Um abraço apertado, mesmo à distância. O amor nos une, mesmo longe. Deus nos fortalece, nos aproxima. Sinta meu abraço e o abraço de Deus. Sua fé nos guia, sempre juntos.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
O bendito amor
Tão belo como uma flor
E tão terrível quanto um atirador
O amor acerta sem previsão
E assim a explosão
Sentimentos sem colocação
Não entendo a emoção
Se ele é belo como a flor
Porque a acusação
De que a flor acabou com o meu coração
era só um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.
não era fome.
mas parei de comer.
não era febre.
mas tremi quando ele disse que não sabia o que sentia.
eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propósito
só pra ver até onde aguenta.
abri mão do sono,
da lógica,
da escova de dente,
do aviso que dizia “não ultrapasse”.
troquei o arroz com feijão
por silêncios indigestos.
troquei o básico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que não faz nada.
ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.
ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.
me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
“isso não é amor”.
não é que eu não soubesse.
é que eu já tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.
Juliana Umbelino
o amor que me fez mudar de altura
não foi súbito.
ele não chegou me virando do avesso.
foi um desvio pequeno, quase distração.
e, quando percebi,
meus pés já não tocavam mais
o mesmo chão.
era amor.
mas não desses que pedem manual.
era amor
como uma outra densidade do ar.
como se respirar perto dele fosse
um idioma secreto entre pulmões
que não mentem.
antes dele, eu vivia no nível do necessário.
sabia pagar contas emocionais,
fazer pactos de sobrevivência,
entregar o corpo
com a alma em modo avião.
mas ele…
me leu como quem abre um livro
com as mãos limpas.
sem pressa.
sem medo de encontrar
o que não entende.
ele não me prometeu nada.
mas me entregava presença
como quem escreve no escuro
e ainda assim acerta a grafia
do meu nome.
com ele, os rituais mudaram.
não era mais sobre manter.
era sobre descobrir
como o toque pode ser pausa
e o silêncio, construção.
então, deixei o básico.
não por orgulho,
mas porque ele me lembrou
que aceitar pouco
é uma forma lenta de se retirar da vida.
e eu queria estar inteira.
quando ele chegava,
o tempo esquecia da obrigação
de andar em linha reta.
ficávamos ali:
não fazendo planos,
mas modificando o que o mundo
parecia ser.
em vez de “estamos juntos?”,
era “o que estamos inventando hoje
pra sermos mais reais?”.
ele me fazia rir de coisas
que eu ainda não tinha perdoado.
me fazia dizer “fica”
sem precisar perder nada pra isso.
não era conto de fadas.
era conto de carne.
onde a pele reconhece antes da palavra,
e a palavra vem limpa.
com ele, aprendi a não fugir
quando tudo parecia bom.
aprendi que o conforto verdadeiro não anestesia...
expande.
com ele, o mundo parava de pedir explicação
e começava a fazer sentido
só por ser habitado a dois.
ele não era meu lar.
mas me ensinou a morar em mim
sem medo de abrir as janelas.
e quando me perguntam se foi amor,
não sei dizer.
mas sei que desde ele,
nada que me oferece o básico
consegue ficar.
Juliana Umbelino
