Perda de um Amor por Orgulho
Todo autor é um ser humano. Essa mensagem, por exemplo, foi criada por mim, que sou o autor. É importante lembrar que, embora sejamos autores, somos humanos e sujeitos a falhas. Afinal, a criação de uma mensagem é formada pelas palavras que nascem em nossas mentes e são expressas através da fala ou da escrita. É preciso ter em mente que, por trás de cada criação, há um ser humano com suas virtudes e imperfeições, que moldam o seu trabalho de maneira única e singular.
A humanidade é como um jardineiro que, ao cultivar o seu jardim, destruiu grande parte da vegetação e da matéria-prima da natureza. Ao longo dos anos, evoluiu e aprendeu muito, mas também causou muitos danos irreparáveis. Agora, muitas coisas foram destruídas e extintas, e nós mesmos somos responsáveis por isso. À medida que continuamos a evoluir, nossas ações afetam diretamente o meio ambiente, como se estivéssemos tirando o ar que respiramos.
A vida é um quebra-cabeça complexo, composto por milhares de peças únicas, cada uma representando uma espécie distinta que coexiste em harmonia. Mas uma dessas peças está faltando, e é uma que causou danos irreparáveis ao equilíbrio ecológico. Agora, estamos tentando recuperar o que foi perdido, mas o processo é complicado e requer o conhecimento e a tecnologia mais avançados. Ainda assim, acreditamos que a restauração da vida em sua plenitude pode ser alcançada, e cada espécie que conseguimos reavivar é um pequeno passo em direção a um futuro mais promissor.
É comum olharmos para o céu e desejarmos contemplar um sinal extraordinário da parte de Deus; de igual forma, diariamente, os olhos do Senhor estão sobre nós desejando contemplar alguém que o busque.
"Todos se desviaram e juntamente se coromperam; não há quem faça o bem, não há um sequer."
A carência humana está tão grande que nos deixam cegos. Endeusamos humanos, talvez por possuírem uma espiritualidade um pouco mais aguçada. Mas não se enganem. São somente meros seres humanos. A maior luz de amor passou pela Terra, sem vaidade, sem luxo e sem templos.Você sabem quem foi?…Esse é o caminho!
Chegar a velhice é ser um fruto maduro em uma árvore, onde a única coisa que se ver ao redor são outros frutos maduros caindo de volta ao começo da mãe Terra, deixando seu lugar a novos frutos nessa árvore.
"CERTA VEZ, um mendigo passando em frente a casa de um senhor muito rico; com muita FOME, resolveu tocar a campainha, o senhor apareceu e o mendigo disse: estou com muita fome; o senhor pediu para esposa preparar um prato saboroso e deu ao mendigo, depois dele se alimentar perguntou: mais alguma coisa? O mendigo respondeu: -- SIM, O SORRISO NO ROSTO POR TER AJUDADO UM NECESSITADO"
"A nossa vida, mal comparando, podemos fazer uma analogia com um automóvel; no início é tudo maravilhoso, mas a medida que o tempo passa vem a necessidade de manutenção; a substituição de peças, até no dia que mesmo com às novas peças não seja possível mais funcionar. É a hora que tanto o ser humano quanto o carro deve ser descartado, independente do sentimento ali depositado"
"ALERTA IMPORTANTE: HOMENS, não mordas um prazer antes de ver se não há um ANZOL ESCONDIDO: não precisamos explicitar o assunto: veja os jogadores brasileiros que ocupam às manchetes da mídia e centenas de homens que desgraçam diariamente às suas vidas e de suas famílias por um PRAZER; o seu nome pairando no noticiário que dá mais IBOPE, o policial; SE CONTENHA.
Um livro de auto ajuda tem 10 maneiras para ser feliz . Isso não existe . Quem escreve isso é um charlatão. Não existe fórmulas inventadas de felicidade, e mesmo se existisse não serviria para todos. O Guru é um mentiroso. Quem mais sabe de você é você mesmo. O filósofo tem pouca simpatia porque diz a verdade. O Guru é mais amado porque mente.
Imagine que você é um feto e que essa bola chamada planeta terra é um útero a qual você se encontra . Derrepente alguém insere nessa bola algo que vêm em sua direção com a intenção de triturar seu corpo e sugar seus pedaços.O que você diria;Pare?Ou,continue?
" O sábio pensa tudo aquilo que fala"
O hipócrita repete como um Papagaio
nem entende o que disse o Sábio!
"Quando uma relação caminha por um rumo sombrio chamado de traição,ou de esquema, não é considerada um pilar saudável.Não tem valor, desmorona o interior e o reparo pode ser complexo."
Eu vejo o mundo com um olhar crítico, buscando sempre as respostas e as verdades últimas, daquilo que ora se apresenta diante da lente dos meus olhos.
O MEU PAI SALVOU UM HOMEM, O MEU TIO OUTRO
Por Nemilson Vieira de Morais (*)
Por ocasião das eleições municipais na minha cidade…
O clima político em Campos Belos, nessas disputas se elevava.
Era comum as discussões a cerca de um ou outro postulante a uma cadeira administrativa.
Nem sempre esses embates ficavam somente no campo das ideias: em dados momentos, os ânimos se acirravam, e as agressões deixavam de ser verbais e, iam às vias de fato.
O povo compareciam aos comícios, para apoiar e ouvir os discursos inflamados dos distintos candidatos.
Geralmente esses encontros eram realizados em carrocerias de caminhões posicionados em locais estratégicos, pelas ruas da cidade, distritos e fazendas.
Eu mesmo andei a discursar numa dessas ocasiões, na campanha do deputado José Freire, e outras lideranças políticas estaduais e locais.
Alguns candidatos passavam dos limites nas promessas que faziam. Não cumpriam o prometido. “Desde aquele tempo a ‘mentira’ no mundo da política comandava o espetáculo.”
Havia perseguições políticas por parte de alguns mandatários, principalmente quando o eleitor declarava publicamente outra opção do seu voto.
O ir e vir das pessoas nas ruas nos dias da votação eram intensos.
Alguns pais precavidos orientavam os seus filhos a não participarem daquela agitação toda, e muito menos das questões políticas. Opor-se ao governo (nos três níveis) não era recomendável. No dia da votação a minha mãe ficava a orar a Deus, para que tudo ocorresse em paz, naquela disputa; pedia a nós que não saíssemos de casa: era “perigoso!” Não dava para saber o que poderia acontecer.
Os candidatos a vereança e a prefeitos compareciam aos seus redutos eleitorais; a tirar fotos com o povo e ouvir as reclamações dos moradores. — Visitar escolas, comunidades, hospitais; inaugurar comitês, reuniões com apoiadores, fazer as suas últimas promessas…
Um dos candidatos a prefeito esbanjava carisma: o Adelino, filho da terra, já havia administrado a nossa cidade. O outro candidato não me lembro bem quem era, mas, a campanha ia num bom nível. Qualquer um dos ganhadores estávamos bem representados.
Ao aproximar-se o momento da prova dos nove. Em que as urnas iriam falar. Um dia à tarde próximo à votação o João (preferi assim o chamar) eleitor de um dos candidatos tomava uns aperitivos a mais e jogava conversa fora, no bar do Elias. O Lázaro eleitor dum outro andava armado sem uma autorização, e sem ser incomodado pelas autoridades competentes adentrou-se ao ambiente e logo começou a discussão política. Decisão que quase causaria uma tragédia maior: saltou para fora da venda, num respeito ao proprietário e convidou o João para resolver a questão na rua. — Na bala. O convidado não pensou duas vezes e mais que depressa atendeu o chamado. Como uma serpente a dar o bote na presa. O Lázaro negou o corpo e sacou da cinta um revólver de todo tamanho à vista dos nossos olhares atônitos, já pronto a cuspir fogo no ralar da espoleta.
O João ao ver a arma apontada na sua direção saltou no seu algoz como um atacante na hora de fazer o gol: perdeu o pulo e caiu.
Debruçado na terra fria e pedregosa, aos pés do inimigo só a misericórdia de Deus, e ela fez-se presente…
O Lázaro só teve o trabalho de mirar a arma na cabeça de João e apertar o gatilho. — Bam! — Ai!
O projétil do disparo cravou-se numa das suas mãos que, mesmo atingido levantou-se e atracou-se com o seu rival. O sangue esvaia-se…
João por cima de Lázaro quase toma uma facada de graça de terceiro…
Um sujeito miúdo, amarelo feita a goiaba madura, ao lado a observar tudo e com vontade de entrar na confusão tomou as dores de Lázaro: aproximou-se mais e puxou da cinta uma enorme peixeira, que parecia um punhal procurava o melhor lugar para sangrar o João. — Descia do alto da cabeça a sua mortífera lâmina fria na direção do vão da clavícula do pobre.
De repente o forte grito do meu pai ecoou pela Rua do Comércio afora: “Não faça uma coisa dessa com o rapaz!"
O homem voltou com a faca para a bainha imediatamente.
O João a lutar e relutar sozinho para tomar a arma do inimigo nem percebeu o tamanho do risco que correu. — Morreria sem saber do quê.
De tanto esforçar-se, com um joelho flexionado sobre Lázaro no chão, o João já o dominava.
A arma do seu inimigo político já estava na sua mão, quando o tio Elias entrou em ação e a tomou.
Salvou o Lázaro da morte e o João da prisão. — Por certo.
*Nemilson Vieira de Morais
Acadêmico Literário.
Mesmo um texto literário não tão bom ainda servirá como um espelho para que outros não cometam os mesmos erros.
