Perda de um Amor por Orgulho
O verdadeiro amor pela Amazônia brasileira dispensa novas mirabolantes paixões a distancia, o verdadeiro amor amazônico só pode ser vivido e exercido em plenitude, lá no coração pulsante verde da Grande Floresta. Sabe se que quem ama verdadeiramente cuida e neste caso também não poderia ser diferente.
Algumas escolhas que fazemos na vida mesmo pelo mais puro amor no coração e por abnegação de nossa estreita felicidade, muitas vezes aos olhos do mundo, são condenadas pois lhes parecem egoísmos torpes e vaidades. A vida, com o passar do tempo, das horas com seus vários movimentos imprevisíveis, não deixa nada sem respostas e sendo assim percebemos que fomos muito felizes por estas escolhas feitas no passado e passamos a ser vistos, de outra forma pelo mundo, agora como almas gentis, caridosas, altruístas, com mais alto desprendimento comum de qualquer felicidade pessoal. Passamos a sermos seres especiais por fé e entendimento que viemos viver a vida, acreditando que o importante desta existência passageira é semear diuturnamente o amor acima de todas as coisas, amar a Deus por toda sua divina sabedoria e por isto estão e sempre estarão no limiar da eternidade por sua especial e diferenciada espiritualidade. Felizes dos humildes convidados para a sagrada ceia com o Senhor, que vão conhecer o pão da vida que alimenta a alma.
Prazer, ter e solidão são coisas dos brancos pois os índios brasileiros só conhecem amor, vida e felicidades em comunidade.
A educação e a cultura devem ser caminhos para o perdão, renovação e o amor para que o futuro seja diferente.
Sem amor, compaixão, ternura e caridade viver não passa de uma temporal movimentação espacial de moléculas.
A generosidade, a cumplicidade e a atemporalidade são próprias do amor ao outro diante das verdadeiras amizades.
A vida é o amor em abundancia na constância e consistência suspensa entre a essência cristalina da gotinha de orvalho da manhã que desperta e fluidifica em luz do sonho perene que teve enquanto adormecida na acetinada pétala da flor.
Mães são sempre todas e todos que com amor, compreensão e perdão, exercem a úmida e ativa maternidade na promoção e renovação da vida.
Fico triste em saber que o amor de meus sonhos, vive triste, incompleto, em sobreviventes suspiros por esperança, por que ainda não nos sorrimos por olhares e não nos conhecemos.
Sereias, belas e doceis sereias, cantam melodias de amor para mim mas nunca não vem nas areias, me convidam sempre para dentro do mar. Conjugar o verbo amar, já sabendo que o amor é o maior dos oceanos.
O exato valor do amor, só reconhece quem por dor de nunca ter recebido optou por justiça da lei da vida, amar, amar, amar sempre mais para que um dia com sorte possa para si, um pouquinho voltar. Aquele que ama intensamente em qualquer direção, não se engane, tem por este verbo perene a atenuação da extrema dor de viver solitário.
Diante das novas relações emocionais e sexuais de cabeças muito abertas, o amor e as cumplicidades, fogem.
