Perda de um Amor por Orgulho

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Mas agora era diferente. Era saudade ao lado, falta ao vivo, era o medo da perda. Era a perda ao lado, ao vivo.

Ruim não é a mentira em si, mas a perda da confiança que vem com ela.

Não se imortaliza a perda escrevendo sobre eles.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Perda de tempo, paciência e sentimento.

A perda

Já chorei mais pelos animais que perdi do que pelas pessoas que convivi.

Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro...

O tempo não cura a dor de uma perda.
Ele a transforma em saudade.

A maior dor da perda é você saber que não deu valor à presença.

"Ninguém percebeu que a perda do sentido da vergonha significa a perda da privacidade; e a perda da privacidade significa a perda da intimidade; e que a perda desta última significa a morte da profundidade. Com efeito, não existe maneira mais eficiente de produzir pessoas mais rasas e superficiais do que as deixar viver vidas completamente expostas, sem a ocultação de nada."

Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.

O amor é um som que reclama um eco.

O que é o amor? - um conto simples, dito de muitas maneiras.

O amor é um estado essencialmente transitório. É como uma enfermidade. Tem a sua fase de incubação, o seu período agudo, a sua declinação e a sua convalescença. É um fato reconhecido e ratificado por todos os fisiologistas das paixões.

Até mesmo o Olimpo é um deserto se não existir amor.

O amor e o ódio são irmãos. Mas o ódio é um irmão bastardo.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Escrever, Bertrand, 2001

Nunca um amante, por eloquente que seja, crê ter dito o bastante no interesse do seu amor.

O amor não é um sentimento, é uma arte.

O amor não passa de um prazer. A honra é um dever.

O amor não é o lamento moribundo de um violino longínquo - é o rangido triunfante das molas da cama.

Um verdadeiro amor é segunda inocência.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Coração, Cabeça e Estômago, 1862