Perda de um Amor por Orgulho

Cerca de 621787 frases e pensamentos: Perda de um Amor por Orgulho

Receber um pouco de você me fez perceber o quão bom é viver!
Ouvir seu sorrir dá forças para prosseguir.
O pouco que te olhei nos olhos, me fez perder controle.
Sonho acordado, não consigo ficar parado ao seu lado!
Agora sinto a distância, que congela meu peito, e a tristeza é o único efeito..

Inserida por Muniz-voo

Um sonho não realizado não é um sonho perdido.
É apenas um sonho sonhado.

Inserida por Peter2008

Parece que quando as lágrimas caem elas fazem um barulho enorme, mas não, é o vazio que você deixou em minha vida. E quando elas caem ecoam dor. Queria não sentir. Engulo o gosto amargo delas pra doer menos e ninguém reparar no meu nariz vermelho, olhos inchados e molhados, boca tremula e blusa gotejada.

Inserida por AmandaBissi

Desculpa, eu só precisava de um ombro amigo,eu só precisava de uma estrela no meu céu escuro e vazio,só precisava de alguém para amar,desculpa mesmo te querer tanto assim.

Inserida por pequenapensadora

se eu te perdi, é porque um dia te irei reencontrar,
se não te reencontrei é porque um dia irás pensar em mim

Inserida por Jjjoonnaa

"Espero que um dia você encontre as pessoas que ama"

De: Plastic memories

Inserida por nicolas_nata

O luto é um umbigo.

Tudo que existe, existe dentro de nós.
Pois quando nomeamos, deciframos, identificamos, absorvemos o mundo.

E quando o mundo se parte, nós partimos também. Pois o desencaixe é sempre sem nome.

E quando alguém parte, nos parte, e assim parimos. Parimos uma dor que não se identifica, que não possui código a ser transcrito, é apenas dor.

E nossa tentativa de manter vivo esta parte que se foi, é um cordão que se rompe, e aquele furinho é o luto, o registro do amor.

Inserida por brunobarcellos

Desventuras sugerem um fim, mas não se depender de mim. um olha, um piscar, um simples gesto, sutil e singelo, como o calçar de um chinelo, já me fazem pensar e refletir, como seria a partir daqui, partir sem ter você pra dividir os meus contentos.

Inserida por SergioDuarte

As coisas tomaram rumos diferentes;
Parece que tudo era um sonho;
No qual n temos como saber;
Se foi verdade ou mentira.

Somos duas crianças brincando;
A vida nos deu muitas chances;
E Não aproveitamos;
Era tão óbvio que não teria futuro.

Mas quando estava com você;
Naqueles momentos felizes;
Nunca mais iria te soltar;
Viveria eternamente junto a ti.

Ter uma casa em Budapeste;
Alimentar o nosso cachorro amarelo;
tomar café da manha lendo o jornal.

Inserida por KRIBAS

Essa canção me faz lembrar você. Me remete ao tempo em que meus dias se resumiam a um único desejo: voltar pra casa. Suspiro em silêncio...

Inserida por PedroCordier

⁠A dor do luto e a impotência diante da ausência de um pet geram um vazio que o frio, os dias chuvosos e o céu cinzento parecem perpetuar do gelo do coração.

Inserida por Jeferson-Zahorcak

"A natureza do luto é isso: viver-se o luto. Por isso mesmo se veste preto por um tempo. Por isso fazem-se as missas, os cultos religiosos. Há quem festeje, recordando-se da brevidade da vida e da beleza das boas memórias. Há quem, incapaz, chore por dias a fio. E cada coisa tem sua razão. Sua bondade"
(trecho de "Parece Dezembro: romance inspirado nos versos de Chico Buarque")

Inserida por mfeitosa

⁠O Conto da Tulipa
Era uma vez um coração que, mesmo calejado, ainda pulsava com a esperança de um jardim.
Entre tantos espinhos, ele sonhava com uma flor - não qualquer flor, mas uma tulipa.
Singela, delicada, mas firme.
Nascida não por acaso, mas por destino.
A vida, com suas voltas silenciosas, traçou caminhos tortuosos.
O coração caminhou por invernos e verões, carregando em si a memória de algo que ainda não havia vivido, mas que, de alguma forma, já reconhecia.
E então, um dia comum ou talvez um dia mágico disfarçado de comum ela surgiu.
Como se o universo abrisse um portal breve entre o acaso e o eterno, ali estava a tulipa.
Não era extravagante, não era barulhenta.
Era sutil, como o toque do vento na pele.
Mas seu perfume atravessava as paredes da alma.
Ela não precisava dizer: o olhar falava, os gestos escreviam versos no ar.
O coração, antes desconfiado, se dobrou sem resistência.
Pois amar aquela flor era como respirar depois de muito tempo submerso.
Era como lembrar-se do próprio nome ao ouvi-lo pela primeira vez.
Juntos, criaram um jardim onde palavras se deitavam como sementes, e gestos brotavam em árvores de afeto.
Houve dias de sol e tempestades também - mas até a chuva parecia poesia quando caía entre os dois.
E se o mundo os viu como apenas mais um casal, o coração sabia: aquela era a sua primavera eterna.
A tulipa, que florescia até nos silêncios, era o amor com nome, pele, riso e alma. Era Alva Beleza Que Despertou - flor que nasceu para florescer no coração certo.
Não como parte do jardim, mas como o próprio motivo dele existir. A tulipa rara que, entre tantas, era a única.
E assim nasceu o conto - não o de fadas, mas o da flor que venceu o tempo, da alma que encontrou abrigo, do amor que não precisou de fantasia, porque já era milagre o bastante ser real.
Fim.

Inserida por Anteros

⁠E a noite trás a certeza de que foi mais um dia que foi perdido pelo medo de amar!

Inserida por andrelina_lima

⁠Até quando vai esperar por quem não faz questão de te encontrar? Levanta e vai ao encontro de um Extraordinário futuro. Você merece !

Inserida por andrelina_lima

A vida é um sopro parceiro (a).
Viva mais, seja grato, tenha fé.
Hoje podemos ver o quão pequenos
somos diante do mundo e o quão gigante
somos aos olhos de Deus.
Que tenhamos cada dia mais pessoas por
nós do que contra.
Que saibamos apreciar a cada momento
como se fosse o último, porque
infelizmente uma hora vai ser.
E você só levará contigo a tua Fé e
deixará para trás somente os momentos
vividos.
Que nos seja dado o dom do perdoar e
também ser perdoado.
Porque estamos aqui só de passagem,
que façamos dessa pequena passagem
por aqui única e memorável, e que seja
repleta somente de coisas boas, bondade
e muita Fé.

Inserida por humbertomiguelete

⁠Não me toque

Conheci um lindo rapaz
Ele era bonito
Gentil
E sagaz

Nos conhecemos de um jeito diferente
Estávamos brisados e um tanto contentes
Nos olhávamos de jeitos diferentes

- Quem é essa linda mulher a minha frente?
- Essa mulher é a Não Me Toque, e das outras é diferente

Meu amigo percebeu tentou impedir
Mas era teimosa e não quis ouvir

Naquela noite fui tocada
Naquela noite eu toquei
Naquela noite me apaixonei

Depois disso eu já não era conhecida como Não Me Toque
Meu nome foi trocado
Trocado para Brinquedo
Sobrenome Usado

Ainda tento me lembrar
Enquanto todos perguntam

- Por que saiu de Não Me Toque, para brinquedo usado?

Essa pergunta é difícil de responder
E se tivesse um poder
Ele seria o de desaparecer

Inserida por Aprendendocomador

⁠O horizonte ermo e noturno,
E eu aqui, desorientado, sem razão, No eco do silêncio, um coração soturno,
Estou perdido, num tempo já perdido, na solidão.


“Creio que, para mim, é mais fácil escrever um romance, do que de fato viver um. Pois a personagem do romance, só sentirá a dor de perdê-lo quando você a escrever. Ela só sentirá a alegria de vivê-lo, quando você a escrever para ela. Acredito que é por isso, que prefiro escrever sobre viver um romance, do que fato, tentar me arriscar lançando os dados à sorte, esperar pelo acaso, ou sair à procura do desconhecido.”

⁠A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.

Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.

Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.

Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.

E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.

A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.

Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.

Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.

Inserida por amauriangelino