Perda de um Amor por Orgulho

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Amor Proibido

Meus olhos te veem
na penumbra do sol.
As borboletas em meu estômago se agitam,
tornam-se incontroláveis e ardentes.

Minhas emoções tomam conta,
o silêncio torna a dor dilacerante,
queimando meu coração por dentro
até atravessar meu peito.

A proximidade é nosso maior problema e inimiga.
Seguimos caminhos diferentes, mas ao mesmo tempo iguais,
junto com o infernal desejo de ter um ao outro,
mas sem esperança de, um dia,
viver esse amor proibido...

“Vive o hoje, acolhe o amanhã.
Mas não te esqueças de que o maior princípio da vida é o amor à família,
um amor que não se mede pelas circunstâncias
nem se fragiliza nas provações que ela atravessa.
Porque é na família, mesmo ferida ou incompleta,
que o ser humano aprende o sentido do cuidado,
da renúncia e da permanência.
Tudo passa: o tempo muda, as dores transformam-se,
mas o amor que se escolhe preservar
torna-se raiz, abrigo e eternidade.”
Furucuto, 2026

Quem procura uma razão para te amar já começou a não te amar; porque o amor que depende de razões desaparece exactamente no momento em que elas deixam de existir.
Furucuto, 2026

O nosso amor pela Matemática deve ser tão profundo quanto o amor que une pais e filhos. A Matemática acompanha-nos desde o primeiro instante da existência humana, antes mesmo do nascimento. Após a fecundação, recorremos ao cálculo para estimar o tempo de gestação, acompanhar o atraso do período e contar, semana após semana, o desenvolvimento do bebé até à chegada da 40.ª semana, o momento esperado do nascimento.


Quando a vida começa fora do ventre materno, a Matemática continua presente. Medimos o peso, a estatura e acompanhamos o crescimento através de controlos semanais, mensais, bimestrais, semestrais e anuais. Cada medida representa uma informação que permite compreender o desenvolvimento e garantir melhores condições para a evolução do ser humano.


Ao longo da vida, a Matemática permanece como uma companheira silenciosa. Observamos o crescimento através de números, avaliamos as transformações do corpo por meio de medidas e compreendemos diferentes fases da existência através de dados que nos ajudam a interpretar a realidade.


Aos 18 anos, um simples número marca uma nova etapa da vida: a maioridade, simbolizando autonomia, responsabilidade e a capacidade de conduzir a própria existência. Esta fase exige racionalidade, lógica e pensamento crítico, elementos fundamentais da Matemática, cuja essência está na resolução de problemas do contexto real, na tomada de decisões conscientes e na procura de soluções para os desafios da vida.


Mesmo no fim da vida, a Matemática ainda se faz presente. A estatura, uma das medidas que acompanhou o nosso crescimento, torna-se uma referência para determinar o tamanho da última morada do nosso corpo.


Assim, a Matemática é como os nossos pais: recebe-nos desde o início da nossa jornada, acompanha o nosso desenvolvimento, ajuda-nos a crescer, compreender o mundo, resolver problemas e enfrentar os desafios da existência. Ela não é apenas uma ciência dos números; é uma linguagem universal que revela, organiza e interpreta a história da nossa própria vida. (FURUCUTO, P. D., 2026)

Recebi uma porção de amor,
Logo, fiquei embriagado,
E, então pedi mais e mais.

Saúde, empatia, o amor ,paz interior , liberdade geográfica e poder de compra.

As vezes não faltam olhares de amor.


O que falta é a capacidade de apreciá-lo

Graças a DEUS e os poetas,
ainda se encontra amor na Terra...

Mesmo que o meu coração permaneça cego e anestesiado para o amor, ainda assim o manterei firme para esse grandioso encontro custe o que custar.

Na escassez do amor abdicar de prazer.

Hoje compreendi que o amor-próprio não é colocar-se acima dos outros, mas finalmente reconhecer que também existimos para além das expectativas que depositam sobre nós.


Na psicanálise, aprendemos que nem todo sofrimento que o outro sente nos pertence e que não somos responsáveis por preencher todas as faltas alheias. Existe uma diferença profunda entre cuidar de alguém e tornar-se responsável pelaquilo que essa pessoa espera de nós. Muitas vezes, aquilo que chamamos de culpa nasce justamente quando começamos a estabelecer limites.


Há pessoas que só conseguem lembrar do momento em que você não esteve presente para elas, mas raramente perguntam o que estava acontecendo dentro de você naquele instante. É mais fácil transformar o outro em culpado do que confrontar a própria falta, a própria fragilidade e aquilo que não se pode exigir de ninguém.


A filosofia também nos ensina que não controlamos a interpretação que os outros fazem de nossas escolhas. Podemos agir com consciência, respeito e honestidade, mas jamais teremos domínio sobre a narrativa que alguém construirá a nosso respeito.


Talvez amadurecer seja justamente compreender isso: nem todo abandono foi abandono; às vezes foi limite. Nem todo afastamento foi falta de amor; às vezes foi uma tentativa de preservar aquilo que ainda restava de nós.


Existe um momento em que precisamos deixar de viver tentando provar que somos bons para aqueles que já decidiram nos interpretar como culpados.


Amar o outro não deveria exigir o abandono de si.


E talvez o verdadeiro amor-próprio comece quando conseguimos dizer, sem ódio e sem necessidade de vingança:


**“Eu reconheço a sua dor, mas ela não me torna responsável por tudo aquilo que você sente. E também tenho o direito de cuidar de mim.”**

“O amor verdadeiro é o que nos devolve a nós mesmos, sem nos possuir.”

M. Arawak

O amor que carrego no peito não espera datas.


Ele não vive apenas em dias marcados com flores ou presentes.
Ele pulsa — suave e firme — a cada segundo.


É no olhar que repousa com ternura.
No toque que não apenas encosta, mas conversa em silêncio.
No gesto que não precisa ser grandioso, porque é verdadeiro.


Amar é estar presente mesmo na ausência.
É escrever com os dedos palavras que só o coração entende.
É cantar desafinado, mas com alma — porque o sentimento é maior que a melodia.


É esperar sem pressa.
É cuidar sem prender.
É sentir sem exigir.


O amor vive na rotina, no café feito com atenção,
no abraço que diz “estou aqui”,
na saudade que não cobra, mas acaricia o pensamento.


Não é preciso ocasião para amar.
Basta estar inteiro.
Basta escolher — com carinho, com afeto, com entusiasmo, com dedicação —
caminhar junto, mesmo quando o mundo parece andar em direções opostas.


Que o amor seja sempre celebrado.
Não apenas em datas especiais,
mas em cada instante em que dois corações decidem se reconhecer.


Com todo meu coração,
Marco Arawak

Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...

⁠"O verdadeiro amor é como uma chama constante, que aquece sem queimar, ilumina sem ofuscar, e perdura além das estações."

Raphael Denizart

Quando a família se une pelo amor, Deus se faz presente. É nesse alicerce que o poder da fé se manifesta, tornando os laços inquebráveis e transformando a vida em uma grande e constante bênção. Com a fé, superamos as tempestades, pois o amor de Deus é nossa luz. Nossos corações se enchem de gratidão, e cada desafio se torna uma prova do Seu cuidado. Nessa união de fé e família, a vida floresce em milagres diários.


Raphael Denizart

Para mim, o maior tédio do amor é quando você está ao lado de alguém especial e sente uma paz enorme, gigantesca... Aquela paz que vem de Deus, sabe? Você só quer ficar ali o resto do dia, deixando as horas passarem, porque do lado dela o mundo para!


Raphael Denizart

Feche os olhos,
Deixe-se levar pelo amor.
Sinta que a felicidade e a paz moram nas coisas simples.
Perceba que, quando a vida é sol, todo amor é verão.
Sinta o calor do dia e o vento tocar o seu rosto,
Permitindo que esse sentimento cure as dores do cotidiano.
Afinal, o amor tem razões que a própria razão desconhece.

• A Magia dos Pequenos Gestos

Gesto é amor, amor é toque,

Toque é sentimento, sentimento é alma,

A alma é o universo,

E o universo é nós.



Nos pequenos gestos se esconde a conexão,

Do olhar ao toque, do carinho ao sentir,

Há uma beleza rara que nos faz sorrir,

E na reciprocidade, o coração se acalma.



Essa conexão que sinto, tão pura e sincera,

Desperta em mim um sentimento novo,

E a certeza de que estou no caminho certo,

A magia de amar, a magia de te conhecer.

Independentemente de alguém querer ou não demonstrar que precisa de amor, ainda vale a pena espalhar carinho. O amor não pertence apenas aos relacionamentos entre casais; ele também vive na amizade, no respeito e nos pequenos gestos do dia a dia.

Viemos ao mundo para amar o nosso próximo e lembrar que todos merecem afeto. Mesmo em meio a tanta maldade, que a nossa gentileza seja a prova de que o amor ainda encontra espaço para florescer.