Perda de um Amor
UMA DATA
Uma data perdida no tempo...
Pode ser a data de uma canção,
Musica num bar esfumaçado,
Numa época de coisas erradas,
De datas marcadas na parede,
De relógios de pulso no braço,
E telefones que ficavam na parede.
Uma data perdida num papel,
Amassado no fundo da carteira,
Uma recordação sem numero,
Seria uma data ou um telefone,
Era uma noite de sábado chuvosa,
A lembrança é clara do bar,
O nome do bar e sua localização,
Mas por que seria guardada a data?
Olhos verdes atrás de óculos fortes,
Jazz emanava pelo ambiente,
Num canto um vaso com canabis,
Nem parecia cidade do interior,
Uma data marcada num papel...
Dia da mentira e começo da verdade.
Mãos suando e a vocalista num solo,
Os instrumentos param ela faz capela,
Apenas uma data perdida no tempo,
Mas o tempo é invenção do homem,
Assim como a data é invenção humana,
Resta a recordação desta data.
O jazz, a fumaça, o tempo e a chuva.
Ao fechar os olhos dentro da data...
Vejo um sorriso e os olhos verdes dela...
André Zanarella 10-01-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4968792
Penso ser por isso!
Não
vale a pena
chorar,
quando se
perde alguém
que se ama!
Quem não tem
merecimento
do nosso amor,
não pode ficar!
Ou às vezes
alguém até tem...
Mas na vida,
é preciso viver,
mais momentos...
Para que
possamos adquirir
experiências...
Deus sabe,
porque afasta da gente
uma pessoa que
a gente considera
um grande amor...
Ou não deixa alguém
que a gente quer
nos ver,
por achar que
merecemos muito mais.
Paciência
e entendimento
nessa vida,
é o que precisamos.
Para vivermos
bem e melhor...
Sempre!
Você me esqueceu ou perdeu a memória?
Passou tão rápido em minha vida,
E eu que acreditava que era amor.
Eu queria...
Eu queria voltar ao passado para conceder os abraços que ficaram perdidos num soluço de vaidade. Dizer amo-te sem medo de risadas levianas, simplesmente por nascer no coração.
Desejaria recomeçar belos momentos a fim de permitir que lágrimas de alegria escorressem pelos meus olhos sem que eu tivesse receio do que os outros poderiam pensar.
Ambicionaria regressar ao passado para silenciar a voz com um beijo ou apenas deixar a ansiedade e o desejo ardente falarem por mim. Um doce anseio de que o silêncio de um momento alegre se eternizasse no brilho do olhar de alguém.
Cobiçaria retornar ao passado só para sentir mais forte a respiração num instante sublime, em que reina a suavidade, a delicadeza, a concordância do tempo em enfeitar termos que insistem em permanecer presos na garganta teimosa que tem medo de não sei o que por desconhecer o que poderá acontecer.
Aliás, estranho querer estar presente em cada toque, em cada olhar, em cada gesto de uma paixão ou de um amor, seja este amigo, romântico ou materno. O que importa!?
Eu só queria poder saber porque temos tanto medo de sofrer se a vida nos proporciona infinitas oportunidades de felicidade. O sol, o mar, as estrela, o céu. Bem, talvez pelo fato de nossos medos surgirem muitas vezes daquilo que não conhecemos ou não queremos aceitar por não ser agradável as nossas expectativas. Egoístas? Sim, somos! Sabemos que o mundo dá muitas voltas, entretanto desejamos profundamente que ele gire em torno de nós...apenas!
Ah, como eu queria não ser notado por essa gente que passa e sequer sabe que passou. Dessa gente que sofre por ter medo de sofrer. Dessa gente que briga, dessa gente que brilha e deixa que seu brilho se perca na escuridão de seus pensamentos egocêntricos, muitas vezes ostentando - para humilhar - uma carteira ou um pedaço de papel. Dessas pessoas que envelhecem
fisicamente e pensam que o mundo findou.
Por outro lado, queria um pouquinho dos meninos senhores que sabem a hora de sorrir, entendem o amor, a vida e a paixão. Queria um pouco da calma de quem guarda experiência em décadas de alegrias e, sim, o aprendizado de momentos difíceis. Queria o colo materno, lar mais seguro e aconchegante que
possa existir, diversas vezes ao segundo. Queria a luz do sorriso sincero de um bebê que amolece qualquer coração pétreo.
Queria a esperança num mundo mais justo contida nos que foram desprezados por seus filhos e um espelho que refletisse a alma destes. Queria mãos dadas na praia dos 14 aos 80 na mesma intensidade e com a mesma infantilidade.
Queria que todos brindassem a vida todos os dias e comemorassem cada dia como se fosse 25 de Dezembro. Queria ofertar paz, amor e saúde para todos os povos, nem que fosse apenas 364 vezes ao ano. Queria o gosto de um beijo apaixonado a cada fração de minuto e ouvir "sinto a sua falta" a todo instante.
E se me oferecessem o mundo aos pés em troca de tudo
isso... desejaria que você respondesse por mim!
Memorias de um sonho perdido
Entendo que é impossível esquecer,
ainda ouço sua voz ao anoitecer
Penso em tudo que vivemos juntos
Lembro das palavras não ditas
Memorias de um sonho perdido
Esquecido em tempo que não volta atrás.
Nosso começo passou meio sem querer
Partiram nossas histórias
Restaram lembranças trazidas pelo vento.
Tudo tem um motivo no fim
Em teu olhar eu me vi recomeçar
Perdido eu lembro do que vivermos
Busco um motivo pra tentar seguir
Tristezas foram embora me deixando aqui
Sozinho em meu quarto morro por dentro.
Lembro daquele beijo esquecido
Bem lá no fundo eu quero que volte
Mesmo com a dor de lembrar de mim.
As vezes me pego, sonhando
esperando o telefone tocar, vejo o tempo passar
não acreditando que tudo acabou.
Me pego sozinho trancado no quarto
e quando fecho os olhos, te sinto tão perto
Sei que o que vivemos não acabou.
Solidão
Em meu silêncio
Caminho pela estrada
Perdido na escuridão...
Vivo uma vida de promessas
Cansado de olhar o tempo
Passando o passado a luz da lua.
Deixo o vento me guiar
Lembrando de momentos esquecidos
Nossa historia agora é jamais.
Chego a pensar de tanto cansar
Meu espaço perdeus o compasso.
De tanto esperar por você.
Acreditei em cada palavra
Tudo era tão pra sempre no inicio.
Como se estivéssemos vivendo...
Hoje quando ligo o radio
Nossa canção não toca mais
Foi tudo tão bom...uma pena...
Me sinto sozinho
em meu quarto choro
Sem nenhuma esperança.
Acreditei realmente que ia...
Novamente lhe ter, mas não foi assim.
Sonhos nem sempre se realizam.
sonhei com você nunca pensei que iria te perder ate uma noite de domingo minha raiva me cegava e seu coração eu machucava eu senti que seu amor terminava eu cego pela raiva seu amor eu matava eu burro sem noção vaguei pela escuridão fria como gelo que como consolo ganhei um premio uma dor insuportável um maluco apaixonado não tinha noção do que tinha feito me senti responsável pelo amor que tinha acabado foram quatro meses que tinha sonhado sempre e ter amor assim como esses que você vê ae na tela um amor como na novela que se desmanchou como vela quando e acesa em capela de igreja assim termina outro amor detonado por mais um retardado.
Adoro quando meus olhos se perdem ao seu, quando nossas bocas ficam juntas e nossos corpos se arrepiam vivendo uma fantasia.
Adoro quando os nossos dedos se entrelaçam e você me abraça daquela jeito cheio de graça.
Adoro quando você fala baixinho, vamos lá no escurinho, trocar muito carinho.
Adoro quando você chega assanhada, me leva para casa e me namora na madrugada.
Adoro quando você chega faceira, se entrega inteira, de toda maneira.
Adoro quando diz, quero você para mim, vamos viver enfim um amor sem fim!
Sergio Fornasari
Branco,lucidez...,aonde está meu rascunho?
Momento de euforia me fez perder minha tortura diária.
Fetichismo,como a dor de um parto...
Alegria através do pranto...
Alheia? Porque não nossa?
Ao menos para o visitante de meus sonhos...quando o whisky se torna minha lupa líquida e a nicotina minha hematose,adrenalina estática,vício meu vício.
misericórdia! Pra mim uma cigana perfeita!
Que tem dúvida na leitura de suas próprias cartas,seus colares a sufocam e sua dança não é regida por sua música favorita
Mesmo assim...sigo seus dogmas...
Bloqueio passado...
Corrompido ao? Prazer,AMOR,TUDO!
Estando tão ligado ao ponto de enlouquecer
louco por meu próprio carinho
abraço forçado por minha camisa de força e que antes que essa loucura faça parte de seus lenções,que faça parte do seu vel...
Seja ele preto ou branco.
Tiramos proveitos colhemos defeitos em desencontros pedimos perdão
Somamos historias cometemos falhas e fomos vitimas de uma ilusão
O passado condena o futuro prospera e nessas vertentes temos que seguir
Sem confiança no tempo de espera buscamos motivos livres pra sorrir
Encontros marcantes felizes semblantes quem via de longe dava pra notar
Somos navegantes enfrentando os mares só não podemos deixar de remar
Ficamos a deriva na água do mar, notei o seu medo lhe dei o meu colo
Muitos rebojos para enfrentar, sem perceber nos afastamos do solo
Buscamos abrigo longe do perigo, o vento refresca a nossa coragem
Avante seguimos na embarcação sem conclusão de nossa viajem
Não achamos margem, só vimos miragem em desespero gritamos pro mundo
Neblina serrada alta madrugada barulho da mente um silencio profundo.
Perdido em meus pensamentos só tenho aqui para você bons sentimentos.
Ainda vejo seu sorriso, ouço suas gargalhadas, ainda me lembro de tirar suas roupas e deixar pelo quarto todas espalhadas.
Fico com brilho nos olhos imaginando sua boca molhada esperando pela minha para ser beijada.
Sabendo que poderá chegar aumenta a minha paixão, pois você sabe que sempre será a dona do meu coração!
Sergio Fornasari
Um relacionamento frustado é muito mais que tempo perdido, é aprendizado, ele nos faz saber o que queremos e o que precisamos.
A mais bela e desmistificada verdade que existe é a pureza do nosso sentimento!
Nossa alma perdoa, eleva, abstrai, transcende, compreende e faz tudo pelo que sente...
Nem sempre o outro é digno do que há de mais puro na gente.... Mas a alma não quer saber, continua sentindo, emitindo, desejando e agindo através de sua enorme vibração de amor.... O que fazer quando esse espírito fraternal/incondicional passa por cima do que realmente é melhor pra nossa saúde emocional/espiritual e social?
Até no amor mais límpido pode existir o apego que nos corrompe...
Desapegar, deixar voar... É o melhor caminho para nosso lar (alma). O que é belo está dentro... Se ficou pra fora, é porque não foi digno da imensidão do nosso interior.
NUM BANGALÔ
Hoje ao som do jazz abri meu bangalô,
Revi um domingo de manhã perdido,
Um convite para o café da manhã...
Neste lindo bangalô esse dia está lá,
O esquecimento do celular em casa,
Seria um ato falho ou de propósito?
Para mim foi puro esquecimento,
Causado pela ansiedade do momento.
Deixo o sol invadir meu bangalô...
Um sorriso branco no rosto negro,
Seria um sorriso para a sedução?
Seria um sorriso de nervosismo?
Acho que nunca soube ou saberei,
Mas numa explosão de desejo e sabor,
Um beijo no corredor, beijo com ardor,
Talvez ficasse apenas numa pegação,
Pegação de domingo de manhã,
Mas a pele falou mais alto que tudo,
A química explodiu como a bomba,
Bomba que arrasou Nagasaki,
A química arrasou o meu coração no beijo.
Explorando meu bangalô ensolarado...
Tenho saudades daquele domingo,
De todos os outros momentos mágicos,
Que guardei em pequenas esferas;
Esferas de cristal finíssimo e escondia-as
Dentro de um lugar especial...
Meu pequeno bangalô de felicidade.
André Zanarella 29-03-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4997024
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