Perda de Amor
É carnaval.
A festa tão esperada por muitos, por isso aproveitem a folia, sem perder o senso do que é certo.
Não hajam impulsionados pela euforia achando que o "mundo" vai acabar no carnaval.
Não abandonem suas esposas,seus maridos, noivas(os), namoradas(os), filhos( as) enfim seus afetos.
Não destruam em três dias o que vocês construiram em três meses ou mais.Não se deixem contagiar por aqueles que estão no carnaval se denegrindo ,com a desculpa que tudo é válido.
Não joguem por terra, os valores morais que vocês adquiriram no decorrer dos anos.
Lembrem-se quarta-feira a vida retoma seu curso normal, mas as sequelas dos atos mal empregados, ficarão marcados na vida de vocês e obviamente de seus familiares pois muitos confundem:
alegria com libertinagem.
Bom carnaval
(((título e texto de autoria de : http://reflexoesedicas.blogspot.com)))
Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu não sei. Passei os últimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu não deveria perder.
Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, já dá pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.
A verdade é que chega uma hora que você olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tão raramente. As vezes dura segundos. Você olha, talvez com a intenção dócil de tirar o pó. Pra ver se ainda está ali aquele porta retrato que caiu e você arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez você emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que você amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora está alugada e todos os vasos que já caíram e você colou.
Uma vez – e não faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chão. Tudo. Minha estante inteira no chão. Tudo quebrado. O que não quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti péssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.
Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntá-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que já amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje já não faz sentido. Como a árvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.
Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Há uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lá no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa está cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.
Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mãos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que já existe como está. Mas não posso, não é? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.
Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas canções, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.
Me pergunto, em silêncio: por que eu acho que não entendi o poema ainda? Por que eu acho que não faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, é meu? Ou tudo é passageiro o suficiente para não precisar de estante?
Esperar não é perder tempo, é o fruto de uma escolha de quem prioriza o que é eterno e não o que é passageiro.
O medo reina a nossa alma,
medo de perder o que achamos que é nosso,
porém nada que encontramos livre deve ser nosso por assim dizer
pois se assim o for, estaremos a aprisionar em uma cela,
como um escravo de nossas vontades pessoais.
Medo de encontrar o novo,
o mistério de como será, como acontecerá,
de descobrir novos motivos,
novos caminhos,
novo amor,
Nova razão de viver.
Medo de assumir este amor,
medo de não saber fazer com que o novo
também o ame,
assim, com os seus defeitos,
seus erros,
Medo,
impera nossa alma,
mas o medo também nos fortalece
se assim o permitirmos,
e deixarmos sentir através de nossa alma com a mesma intensidade
com que se mostra, mas de forma a nos confortar com a esperança
com a vitalidade de um novo amanhecer
assim sendo, alegria e felicidade,
com o mesmo terror que nos afligia,
um novo começo,
a força e coragem de um novo caminho a seguir.
MEDO e AMOR - DOIS SENTIMENTOS QUE VIVEM EM PLENA HARMONIA
PARA NOS GUIAR A EVOLUÇÃO E AMOR PRÓPRIO.
(Italo Leonelo Junior - D Leon Junior - em 06/11/2013)
quando achamos uma perola esquecemos que de tão pequena se torna fácil de se perder.
quando o vendo sopra e por não está guardada, ao vento se vai .... termina-se em perda do seu maior tesouro ... de dentro do coração
Quem ama tem medo...
tem medo de perder,
medo de ganhar,
medo de magoar;
medo de dizer;
medo de não dizer,
medo de entristecer,
medo de concordar;
medo de aceitar de não aceitar...
Quem ama quer estar ao lado da pessoa amada...
tem forças para acordar com um
motivo a mais para sorrir;
para falar,
para se expressar...
Quem ama quer dar o melhor de si...
quem ama agrada,
quem ama apenas ama,
quem ama sabe mudar,
mudar o pensar,
muda o agir,
muda o falar,
muda tudo...
Quem ama nada perde,só tem a ganhar...
ganhar alegrias,
sorrisos,
carinhos,
beijos,
conselhos,
pensamentos...
Quem ama nada mais quer que o bem da pessoa amada...
tenho mil razões para me preocupar,
pois não te encontro,vou te perder?
eita que mundão pequeno em!
virei a rua achei você...
"A paixão quando nos pega, pode nos transtornar, desviar nossa rota, nos fazer até mesmo perder o rumo de casa, pode ser um deslumbramento, uma projeção no outro sobre o melhor que possamos enxergar no mundo,
Ja amar é se ver no outro, é ver o outro em si, é a mais incrível experiencia humana, sendo esta, uma experiencia cheia de furos, imperfeições e remendos, ainda assim não perde sua essência,
A paixão pode surgir, e nunca se tornar amor, e o amor pode nascer sem ter tido tempo de experimentar a paixão,
Amor é conviver e aceitar os defeitos, sabendo contorna-los, com as inúmeras qualidades encontradas neste mesmo individuo."
Só de pensar em te perder meu mundo desaba , sinceramente eu te amo . E não consigo imaginar minha vida sem a tua presença , eu te quero e cada vez que você sorri , eu me torno mais dependente de você ,do teu abraço , do teu beijo.
Lembro perfeitamente do nosso primeiro beijo , beijo esse que fez meu coração quase sair pela boca, é , eu me apaixonei por causa de um beijo . Eu nunca vou desisitir de você , entendeu ? NUNCA.
Você é o motivo do meu sorriso , e se eu te perder , eu tô perdendo a maior parte de mim, então meu amor , desculpa por todos os erros que cometo as vezes sem saber , é por que mesmo o amor em sua grandeza , tem defeitos.
Estações
Sem perder o equilíbrio, desvaindo em pensamentos
acreditando ser o intruso do coração alheio
marcado pela singela presença.
Antes de deitar já maquinava o que faria,
e na nostalgia brevemente se odiava.
Tão pouco se encarava com o estranho do espelho,
o medo que em sua retina pairava!
Tentou ser feliz, de sua felicidade se desencontrou
A mão que um dia tentou segurar com intensidade
por obra de falsidade hoje já largou.
Quem sugere a monotonia é quem nunca viveu um dia
em seu mais intenso brilho ofuscou a visão do amor,
Trocando a vida em miúdos, já desestabilizou seu mundo
fingindo ser alguém que na verdade nunca encontrou.
Até que um dia bem cedo, tentou com todas as suas forças
E venceu o medo, resgatando seu caráter primeiro
Tornando ser alguém que sempre sonhou.
E envelhecendo com desejo singelo
Vivendo tudo que há de mais belo
na condição de um sábio espectador.
Que não liga para o mundo lá fora
Aprecia toda arte que outrora o fazia infeliz,
se deliciando na chuva, bem bem insano com loucuras,
experimentando o som que eleva, e o ar pra respirar.
Desprovido da maldade que o mundo rebate
Conhecendo e rejeitando a mentira e vaidade
Que o impedem de se Libertar.
E dentre milhares de pensamentos, viver intensamente
É a melhor forma de todo dia acordar.
Sem Tempo Para Perder
Não há tempo para perder.
Amar só é bom se for para valer
- amar a não mais poder, ainda
que reste o sofrer.
Talvez se perder nas palavras também seja um dom tanto quanto o de encontrar-se nelas.
Talvez a vida seja mesmo assim,esse encontro e desencontro contínuo e incerto.
Talvez,encontrar-se seja apenas um mero detalhe,existem outras coisas,outros meios,outros fins.
37 palavras.Esse foi o numero de palavras,antes que eu escrevesse 37 palavras.Não sei o que isso quer dizer.
Talvez tentar compreender seja complicado demais.
É.A vida deveria ser mais fácil.Sem Números,sem porquês,Sem Planos,sem pontos finais.
Talvez os números não sejam tão certos assim.
Quantas vezes eu me perdi?
Quantas vezes eu me encontrei?
Quantas vezes eu Respirei desde o meu primeiro respirar?
Quantos erros eu cometi pra cada acerto?
Talvez se perder nos números seja um dom tanto quanto o de
entendê-los.
120 Palavras.
Um Relógio,Uma Parede,Um quarto escuro,Um tic –Tac,Um Silêncio.
Uma pagina,Algumas letras,um livro qualquer,em lugar nenhum, um ponto de interrogação.
Talvez seja um talvez,mas olhando assim meio que de perfil seja uma vírgula,Pensando bem,quando olho de frente assim,parece três pontinhos,ou seja lá que diabos aquilo seja.
Talvez sejam palavras,Talvez sejam números.
Talvez o sim seja um talvez,ou o não seja o talvez,ou quem sabe o não seja o sim,ou o não seja o não mesmo e as palavras sempre estiveram certas,como os números.
Talvez a única certeza que exista é que toda certeza que existe seja um talvez.
Amar é pra quem sabe, pra quem tolera, pra quem tem medo de perder e dá valor em dar valor.
Amar é perdoar grandes erros e tolerar pequenas idiotices, é dizer "Eu te amo" por conta do seu significado e o peso do sentimento.
Ninguém ama todo dia, mas dá valor à companhia que traz o sabor de novos valores, aprendemos todo tempo como funcionam nossos sentimentos e mesmo assim eles ainda são um mistério.
Ninguém sabe o que faz ligar ou desligar uma nova paixão, só sabemos que ela traz um universo de sensações que, sozinhos, não podemos perceber, ou você já sentiu ciúmes de si mesmo?
Amar é tão intenso, traz alegria e dor na mesma lágrima, é agonia de quem tem que esperar meros minutos ou apenas um "Sim".
O amor é como uma lâmpada, que fica ali quietinha e de repente vem alguém que o acende,
então algo acontece e ele apaga e logo acende novamente, então de tanto acender e apagar acaba queimando, e quando queima, não há mais solução. Somente trocando de lâmpada, ou no amor, trocar de amor, o que é bem mais difícil.
Por isso encontre alguém que dê valor aos seus sentimentos e mantenha seu amor aceso para sempre.
Ame com os dois olhos, mas deixe um fechado e um aberto, pois se você perder o aberto, poderá abrir o que estava fechado. Ame com os dois pés, mas deixe um na frente e outro atrás, pois se você perder o pé da frente, poderá manter firme o que estava atrás. Ame sem coração, por que esse, você só tem um, se quebrar já era.
Arrancaria eu os olhos do coração?
Pra assim perder a emoção
De vê-lo novamente?
transformaria então,
nostalgia consequentemente...
EAII PARCEIRO O MUNDO DO CRIME FEIS EU PERDER
A MULHER QUE EU REALMENTE AMAVA E O MEU FILHO
MAIS AII QUEM SABE NA PROXIMA ENCARNAÇÃO
EU POSSA MUDA O MEU DESTINO
(MC ADRIEL)pontal sp
Eu não quero jamais te perder, quero que seja infinito...
...mesmo que seja pra ser vivido em outra vida!
